Manipulação de imagens: o céu é o limite?


Bom dia pessoal,

Hoje vamos compartilhar com vocês uma publicação da http://buzzmedia.controlinveste.pt, onde o tema é a manipulação de imagens, utilizadas pela grande maioria das editoras. Um toque a mais a favor da beleza ou a realização pessoal e virtual de pessoas por todo o mundo?

Veja a seguir:

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Veja em vídeo o tratamento Photoshop dado a uma modelo e conheça uma revista que recusa essa manipulação.

A questão da manipulação, para muitos exagerada, das imagens de modelos e celebridades não é nova, e é até recorrente, mas ganha agora uma nova dimensão: a Global Democracy, um site que pretende dar voz a assuntos que nos afetam globalmente, divulgou um pequeno, mas poderoso, clipe de vídeo que vem (re)lançar este debate para as “luzes da ribalta”: quais os limites da manipulação de uma imagem?

 Em pouco mais de um minuto, fica demonstrado como, na prática, o tratamento e edição de imagens de uma sessão fotográfica, tendo em vista a sua manipulação para obtenção de um resultado final que nada tem que ver com a realidade, pode, com a ajuda de poderosas ferramentas de edição, como o Photoshop, ser facilitado e comummente usado. E isto para adequar modelos reais a estereótipos da indústria ou sociais.

 Neste vídeo, uma mulher real, com um look atraente, é transformada numa verdadeira Barbie humana com a ajuda de cosméticos, mas sobretudo com intenso trabalho gráfico no Photoshop: cabelos, olhos, pescoço, peitos, barriga, glúteos, pernas e tom de pele: não há centímetro do seu corpo que não seja (re)tocado digitalmente. Veja o vídeo:

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Nem todo mundo segue esta linha: Verily acolhe celulite, sardas e rugas

Chama-se Verily a revista feminina lançada neste verão, de periodicidade bimensal, e que tem portarget mulheres entre os 18 e 35 anos. Seria apenas mais uma de tantas outras publicações do seu segmento não fosse uma particularidade e uma premissa das suas criadoras, todas elas mulheres: a Verily não publicará fotografias de modelos ou mulheres manipuladas como as acima, atribuindo-se o estatuto de Photoshop-free magazine.

 A revista aposta, por isso, em assuntos que realmente importam as mulheres, dando (literalmente) uma imagem mais real e autêntica do que significa ser mulher hoje, na sua perspectiva. A Verily é “menos sobre quem deveria ser e mais sobre quem realmente é”. A primeira edição nasceu em Junho/Julho deste ano nos Estados Unidos e a nova edição de Novembro / Dezembro já está disponível.

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