Apresentações Profissionais e Acadêmicas: crie a sua e expanda sua marca pessoal e profissional

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Olá pessoal!

Apresento-lhes a agência R2 Creative, cuja especialização é a criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas, além de outros produtos voltados à melhor comunicação de pessoas e empresas.

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Em nossos contatos com clientes que já estiveram conosco, percebemos um avanço considerável nos resultados de campanhas que eles realizaram utilizando a Apresentação como uma das ferramentas de contato com seu público e isto nos deixou muito feliz, pois atingiu o objetivo proposto.  Através de belas criações, formatos e resultados,  é possível atender a todos com muita criatividade dos designers, comprometidos em elaborar o melhor, justamente para atender as expectativas. Os formatos mais procurados nos últimos tempos estão sendo Apresentações Power Point e After Effects.

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Apresentações são excelentes instrumentos, que, se bem utilizados, podem realmente trazer ótimos resultados. Não adianta criar uma e não divulgá-la apropriadamente. Com o advento da tecnologia de ponta atual, com constantes atualizações diárias, que tornam hoje obsoletas as inovações de ontem, utilizar as ferramentas ideais e adequadas como as Apresentações, torna-se uma “arma” fundamental para acessar e atingir os objetivos desejados.

Minha atuação é na área comercial, mas de vez em quando acompanho o planejamento e trabalho dos(as) designers e não me canso de ver como as ideias fluem, surgindo belíssimas criações, tanto em Apresentações como em outros produtos também.

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Seja ela pessoal, corporativa ou destinada a eventos, Apresentações são armas poderosas de comunicação e até para o entretenimento, dependendo do estilo criativo. Por exemplo, para uma empresa, a comunicação é estratégica e colabora para o desenvolvimento do planejamento e seus resultados, enquanto que para uma pessoa, o ideal é falar de si mesmo ou de seu negócio ou produto. Uma boa estratégia de comunicação contribui para uma empresa ou negócio de sucesso e as apresentações colaboram muito para este contexto.

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Faça o seu planejamento e deixe a criação conosco. Se preferir podemos planejá-la juntos!

Será ótimo poder ajuda-la(o).

Conheça o trabalho da R2 Creative! Visite o Portfólio! Baixe a Apresentação Institucional

 Ótimo ano a todos!

Uma mensagem para você!

Olá pessoal!

Final de 2015 se aproximando e surgindo a possibilidade de agradecermos o ano que passou e desejar votos de alegria e sucesso a todos aqueles que estiveram conosco nesta jornada.

Estar com vocês foi ótimo e representou a oportunidade de colocarmos em prática nossas habilidades e conhecimentos à serviços de empresas e pessoas. Foi realmente muito bom ter estado com cada um de vocês! Por isso, deixamos abaixo uma breve mensagem para lembrar esta importante passagem para todos nós.

Um feliz 2016 a todos!

Mensagem r2 final de ano

R2 Creative: Especializados na Criação de Apresentações Profissionais

Os 5 estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo

R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar um artigo do site http://contentools.com.br, que trata sobre uma das ferramentas mais utilizadas hoje em dia quando o objetivo é comunicar-se e fazer a diferença.

Esperamos que aproveitem o conteúdo.

O conhecimento dos estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo é essencial para que as empresas possam entender onde estão e, consequentemente, aonde chegarão em suas estratégias digitais. Algumas questões ajudam a nortear em que estágio uma empresa se encontra. Vamos conhecer melhor cada um deles?

1. Fase inicial

Nessa fase, o foco está totalmente sobre o conteúdo produzido. A empresa investe na elaboração de materiais, mas em geral é por alguma exigência de mercado.

Exemplos: comunicados de imprensa (press releases), folders e novidades sobre produtos e serviços, encartes para publicações do setor e notícias de eventos internos.

Nesta etapa poucos recursos são alocados para o Marketing de Conteúdo e em geral as organizações neste estágio não estão com a visão de expandir seus negócios ou sair do local em que estão (pelo menos até que os concorrentes comecem a superá-las).

2. Fase de germinação

Aquela sementinha do conteúdo já conseguiu vencer barreiras internas e a empresa passa a acreditar no potencial dos conteúdos. Procuram ferramentas que garantam maior visibilidade a seus conteúdos em sites de buscas, já pensa em SEO e pesquisa palavras-chave que poderia usar.

Empresas nesta fase costumam por consequência colher rapidamente suas recompensas. Mas, depois de um tempo, a visibilidade que continua alta já não corresponde mais em pedidos e vendas crescentes – o que é conhecido como ponto máximo do investimento.

3. Fase de crescimento

Nesta etapa, além dos conteúdos sobre os produtos e serviços oferecidos, a empresa passa a produzir conteúdos informativos e úteis aos clientes.

São exemplos: guias de compras e checklists, conselhos sobre como obter mais valor de um produto ou serviço, artigos e posts sobre novidades no mercado que podem impactar a vida dos clientes.

Empresas nesta fase acabam por atrair um número crescente de comunidades sociais nas quais os clientes não são apenas informados, mas na verdade podem sentir o que a marca representa.

4. Fase de destaque

Aqui o conteúdo já não é mais uma semente faz tempo. Ele se destaca, chama atenção para a empresa e atrai muitos interessados para sua sombra. Nesta fase a empresa possui o melhor conteúdo sobre sua área de atuação.

Ela é a referência, a autoridade por possuir sempre a informação adequada ou a melhor resposta para os clientes em seu seguimento. A divulgação de conteúdos em mídias sociais e sites de parceiros são imprescindíveis para caracterizar a facilidade na obtenção destas informações.

5. Fase frutífera

Nesta fase os conteúdos gerados pela empresa para seus clientes são tão bons e úteis que acabam por gerar receita. A empresa já possui controle sobre o quanto investe na produção e na divulgação de conteúdos, quantos interessados atrai, qual o percentual de conversão em prospects e também quantos negócios são fechados. Ou seja, o funil de vendas do marketing digital fica completo e a empresa colhe os frutos, separa sementinhas e as replanta para criar um lucrativo pomar com a organização e divulgação de seus conhecimentos.

Com qual fase você se identifica?

A partir do conhecimento dos estágios de maturidade do Marketing de Conteúdo é possível que as empresas identifiquem em qual fase estão e quais os esforços necessários para se chegar às outras etapas.

Veja a seguir o infográfico:

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R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

O que é e para que serve gestão de Leads?

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar com vocês um artigo do pessoal da Resultados Digitais, relacionado à Gestão de Leads.

Num mundo onde a inovação tecnológica trás novidades todos os dias, a comunicação e o envolvimento que é promovido através dos canais existentes em todos os níveis, cria mecanismos próprios para sua execução e gestão. Tudo é muito dinâmico e novas ferramentas são atualizadas todos os dias com a finalidade de manter fiel a presença do público que desejamos contactar, seja para uma amizade ou até grandes processos empresariais.

Leiam a seguir um artigo sobre uma destas ferramentas, considerada de extrema importância na comunicação e acesso ao público em geral, principalmente os meios empresariais e de negócios:

Gestão de Leads (ou Lead Management, ou Marketing Automation) é um tema que tem ficado bastante em voga lá fora nos últimos tempos. Não à toa: se combinado com as diversas técnicas de atração que falamos constantemente aqui no blog, uma gestão de Leads bem feita tem poder de amplificar significativamente os resultados de negócio com Marketing Digital.

Isso porque, especialmente quando falamos de Marketing B2B, o processo de compra por parte do cliente não é feito de forma impulsiva. Há um ciclo bastante conhecido – e muitas vezes longo – pelo qual ele(a) passa:

O cliente potencial toma conhecimento do tema -> reconhece a necessidade/problema -> demonstra interesse em uma solução -> compara e avalia alternativas -> procede com a compra.

Em todas as etapas o prospect procura uma grande quantidade de informações. Não é difícil concluir que quanto mais a sua empresa ajudá-lo produzindo conteúdo para guiá-lo ao longo do processo, maiores são as chances dele escolher sua empresa ao final.

Além disso, um bom programa de gestão de Leads possui diversas outras vantagens:

  • Permite atrair e reter os potenciais clientes que ainda não estão no momento certo da compra, evitando o “tudo ou nada”;
  • Diminui a fricção no funil, e portanto, aumenta o número de oportunidades concretas geradas pela área de Marketing;
  • Encurta o ciclo de vendas pela educação e estímulo aos Leads;
  • Aumenta a eficiência e a produtividade da equipe de Vendas por entregar Leads mais preparados e no momento certo;
  • Aumenta a retenção do cliente depois da compra, também pela educação e relação de confiança.

Portanto, a missão de um programa de gestão de Leads é identificar os diferentes estágios pelos quais os potenciais clientes passam e alinhar as informações/conhecimentos adequados para entregá-los em cada estágio.

Mas antes de falarmos sobre gestão de Leads, precisamos definir o que é um Lead.

O que é um Lead?

Um Lead é uma oportunidade de negócio para a empresa. De forma mais concreta, Lead é alguém que forneceu suas informações de contato (nome, email, tel., etc.) em troca de uma oferta de valor no seu site (conteúdo, ferramenta, avaliação, pedidos sobre produto/serviço, etc.).

Assim, um Lead é alguém que já demonstrou interesse no tema do seu negócio e que provavelmente gostaria de ouvir mais da sua empresa, tanto em termos de conhecimento quanto sobre ofertas de produtos/serviços. Da mesma forma, é alguém que poderia ser abordado por um membro da equipe comercial, desde que seja o momento certo para tal.

A figura abaixo ilustra onde o Lead se encontra em um funil de vendas tradicional, e onde é a atuação de um programa de gestão de Leads:

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Obs. Em outros tipos de negócio o conceito de Lead pode tomar formas diferentes. Ex.: um usuário cadastrado na versão de teste de um software, alguém que liga para a empresa para buscar mais informações, um assinante de um site de ecommerce, etc.

Por que se preocupar em gerar Leads ao invés de só tentar vender direto

Sobre esse tema já falamos diversas vezes, mas não custa reforçar. Para isso, vamos recuperar alguns trechos do post recomendado anteriormente sobre o conceito do Stadium Pitch do livro The Ultimate Sales Machine, uma das referências na área de Vendas.

O autor (Chet Holmes) identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:

leads momento da compra

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilidade? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

A geração de Leads vai ao encontro dessa estratégia. Se o site da sua empresa só tiver informações sobre seu produto/serviço, sua mensagem somente ressoará para aqueles 3% a 10% da parte de cima da pirâmide.

Para não “desperdiçar” os outros 90%, sua empresa pode criar ofertas de valor para capturar as informações de contato dessas pessoas e, ao longo do tempo, nutri-las para tentar transformá-las em oportunidades e vendas. (Confira aqui algumas dicas para geração de Leads)

Ainda assim, muitas empresas insistem em querer focar apenas nos prospects que já estão “prontos”, em nome de uma suposta produtividade. O que podemos dizer é que já vimos e ajudamos a fazer funcionar esta máquina de geração de Leads múltiplas vezes. Em todos os casos, não só o número de oportunidades e vendas totais aumentou significativamente, como também o custo de Marketing e Vendas foi ficando cada vez menor ao longo do tempo. Por consequência, essa máquina também é um excelente ativo e uma vantagem competitiva para a empresa a longo prazo.

Por que gerenciar Leads?

Com um trabalho bem feito de Atração e Conversão no topo do funil (figura acima), as empresas invariavelmente caem em um “problema”: o que fazer com tantos Leads?

Já que não podem/querem colocar a equipe comercial para entrar em contato com todos eles, a primeira reação geralmente é tentarspammear a base com suas ofertas de produtos. Isso não só é arriscado por queimar o canal desnecessariamente, mas também é pouco eficiente: segundo pesquisa do Marketing Sherpa com uma grande variedade de empresas B2B, em média 73% dos Leads não estão prontos para a venda.

Por isso, para a área de Marketing só gerar Leads não é suficiente. É preciso ter um processo que ajude os Leads a descer cada vez mais no funil de vendas e “separe o joio do trigo”, entregando para a área de Vendas os Leads com o perfil certo e que já estão mais propensos a comprar a solução.

O que há em um bom programa de gestão de Leads

Neste post não conseguiremos entrar nos detalhes de cada item, mas só para passar uma visão geral, elencamos abaixo quais são os componentes de um bom processo de gestão de Leads.

a) Gerar Leads;
b) Coletar informações de inteligência;
c) Implementar pontuação para os Leads;
d) Fazer a nutrição dos Leads;
e) Gerar oportunidades comerciais;
f) Mensurar e otimizar (com feedback de Vendas).

Esse processo parece complexo (de fato não é simples), mas esse “problema” da gestão de Leads só aparece quando já há um grande volume de geração de Leads e impossibilidade da área de Vendas dar conta de tantas oportunidades de forma produtiva. Por isso sempre recomendamos focar primeiro em volume, depois em otimização.

Recomendamos bastante o Webinar “Gestão de Leads”, em que falamos do assunto e entramos muito mais a fundo.

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/  by  Eric Santos

Construtoras apostam em tecnologia para aumentar vendas

Empresas apostam em experiências lúdicas de imersão para atrair compradores para empreendimentos de luxo. Investimentos costumam equivaler ao valor de uma unidade do prédio.

Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing

Os preços altos dos imóveis e a inflação estão levando a compra da casa própria para o final da lista de prioridades de muitos brasileiros. As imobiliárias, por sua vez, focam em quem ainda tem potencial de compra e, para atingir essa parcela da população, investem em empreendimentos de alto padrão, com apartamentos que variam de 100 a 900 metros quadrados, inseridos em estruturas de serviços e lazer diversificados. Para driblar a insegurança dos consumidores e continuar vendendo, as empresas do ramo lançam mão de tecnologias de ponta para gerar experiência e convencer por meio da emoção.

Os novos dispositivos e a proximidade com o universo digital abrem caminho para as vendas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, onde um apartamento novo de 50 metros quadrados não saiu por menos de R$ 300 mil em 2013. Comprar uma unidade na planta custou 9% mais caro do que no ano anterior, de acordo com uma pesquisa da Lopes Consultoria e Intermediação Imobiliária. Em 2014, ao contrário do que os consumidores desejam, o mercado ainda não dá sinais de queda nos preços e as regiões mais procuradas mantém a valorização.  Na jornada de convencimento do shopper, as equipes de venda somam aspectos técnicos como metragem, mapas, infraestrutura e condições de pagamento a experiências lúdicas.

As companhias investem em simuladores de voo, realidade aumentada, imagens aéreas e cinema 3D. “Em 2014, as vendas de imóveis de primeira locação já estão cerca de 30% abaixo do acumulado dos quatro primeiros meses do ano passado. As tecnologias fazem com que o cliente se sinta especial, estimulando a compra de um produto caro e que não será palpável de imediato. O que impera é a ideia do encantamento”, diz Gilberto Braga Professor de Finanças do IBMEC Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A personalização é essencial

As experiências inusitadas, na maioria dos casos, ainda estão restritas ao carro-chefe das maiores construtoras. Isso acontece porque o novo investimento equivale em média ao preço de uma unidade do projeto. Sendo assim, as construtoras dão preferência aos projetos maiores e com tíquete médio mais elevado por unidade. “Os valores não são absurdos quando comparados com anúncios em televisão ou jornais de grande circulação, mas mesmo assim o investimento em tecnologia representa uma mudança no mix de divulgação”, diz Gilberto Braga.

Seis meses de uma ativação com projeção em 3D, por exemplo, podem custar até R$ 900 mil. Esse é o preço da personalização que diferencia o empreendimento dos demais. O aumento da demanda já leva companhias a se especializarem na criação de espaços interativos para stands de vendas, como a Volcano Hotmind. Entre as experiências de imersão criadas pela empresa está uma cúpula de projeção de vídeos em 360º feita para a Odebrecht. O projeto garante ao cliente a sensação de estar dentro do projeto, antes mesmo da obra ser iniciada.

Todas as soluções são pensadas de forma individual. “Ao desenvolvermos um estande de venda, não oferecemos à construtora produtos prontos, de prateleira. Somos uma empresa de criação e produzimos a partir do problema que o cliente nos apresenta de forma individualizada”, comenta Paulo Blassioli, Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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De olho no cliente conectado
Esse posicionamento tecnológico pretende fundir o processo de compra nos ambientes on e offline para se aproximar do comportamento dos consumidores contemporâneos e, assim, atender melhor às suas demandas. “As pessoas estão diariamente conectadas, o que levou o mercado a sentir a necessidade de se adaptar e trazer ferramentas que saíssem do papel e estivessem alinhadas a um DNA inovador. Na Gafisa, todas as ações pensadas para o ponto de venda são automaticamente adaptadas para as redes sociais e para os dispositivos móveis. O consumidor está mais exigente e é menos impactado pela mídia tradicional”, analisa Érika Fugiwara, Gerente Geral de Marketing da Gafisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para chegar ao bolso do consumidor, as construtoras focam primeiro no seu coração. Na divulgação de um novo projeto, os tradicionais banners, maquetes e apartamentos decorados não são mais suficientes. As construtoras passam a competir entre si para surpreender o consumidor e lançam mão de estratégias que misturam games, realidade aumentada e entretenimento. “A visita a um projeto se torna divertida. A experiência agrada desde crianças de cinco ou seis anos que vão junto com os pais até a terceira idade. É como ir à Disney, todo mundo gosta”, comenta Paulo Blassioli.

Para a Gafisa, a solução foi a simulação de um voo de balão em 3D que permitia conhecer a área verde e as particularidades do bairro de Vila São Francisco, em São Paulo, onde o empreendimento Lorian Boulevard estava sendo erguido. “O cliente entra com outro humor no stand e fica mais aberto a negociação porque já teve uma experiência legal. Oferecemos outra visão do stand, o que viabiliza uma aproximação diferenciada por parte do corretor”, diz o Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind.

Mercado de luxo tem corretores cada vez mais sutis
A experimentação prévia do consumidor em simuladores online e as consultorias por meio de chats elevam a expectativa com relação ao atendimento físico, especialmente para os empreendimentos de luxo. A construtora HDauff, que tem seu foco neste tipo de imóvel, também investiu na criação de entusiasmo nos clientes por meio de um vídeo em 3D que simula um tour pelo empreendimento. A produção foi semelhante a de um filme para o cinema com direito a reuniões de roteiro e produção. O investimento se justifica à medida que o cliente começa a visualizar o empreendimento de forma mais realista.

O contato pessoal com a construtora não tem mais apenas a função de informar sobre os processos de compra e sim de gerar experiências emocionais e sensoriais. “Atualmente o consumidor tem bastante informação sobre o mercado imobiliário. Quando chega ao stand já sabe como é o bairro, se tem padaria e escolas boas e quanto custarão as parcelas do apartamento”, aponta Rafael Hawilla.

Esse novo padrão de comportamento tem demandas para além de questões tecnológicas e exige um novo posicionamento das equipes de vendas para se alcançar o convencimento. “Cada vez que lançamos um projeto, ocorre um novo treinamento para os consultores. No momento do contato interpessoal, a equipe de vendas deve ser sutil e evitar aspectos muito técnicos. Este é o momento de tocar na emoção, porque é o sentimento que impulsiona a decisão”, analisa o Rafael Hawilla é Diretor Vice Presidente da HDauff.

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O pós-venda também merece atenção
A aproximação entre as empresas e os compradores dos imóveis não fica mais restrita ao momento da compra. A manutenção do diálogo durante o processo de construção ajuda a minimizar a ansiedade dos futuros moradores e a solidificar a confiança na marca. A Tecnisa, que já investe em incrementos digitais desde 2002, quando iniciou suas vendas pela internet, agora aposta em inovação para o relacionamento com o consumidor. “Na prática do mercado, depois da venda, a única comunicação que o consumidor tem com as construtoras é o boleto que chega todos os meses”, diz Gustavo Reis, Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para se diferenciar a empresa passou a investir em rodadas de Fast Dating com foco em inovação. A ideia consiste na apresentação de projetos de empresas de pequeno porte para executivos da Tecnisa com a intenção de serem aplicados para melhorar diferentes áreas dentro da companhia. Um dos projetos mais recentes consiste na documentação da evolução da obra por meio de vídeos captados por drones. “De cara ficou evidente que valia a pena juntar esta tecnologia com relacionamento com o cliente, possibilitando que ele recebesse mensalmente um material com o que tem de novo na obra”, conta Gustavo Reis.

Os robôs fazem imagens aéreas das fases de construção. Essa é uma evolução digital das vistorias físicas que a construtora sempre promoveu com os clientes em seus canteiros de obra. A expectativa é de que em pouco tempo os compradores possam identificar particularidades de sua unidade com imagens reais da obra, por meio do smartphone ou do computador. “Isso é importante porque este é predominantemente o bem mais caro que a pessoa vai comprar na vida e existem muitas expectativas envolvidas. Antes, se alguém queria saber como estava uma obra, precisava passar em frente ao prédio”, aponta o Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa.

Veja as imagens captadas pelo drone da Tecnisa no empreendimento Parque Jardim das Perdizes:

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EM BREVE A R2 CREATIVE ESTARÁ LANÇANDO MAIS UMA NOVIDADE QUE IRÁ COLABORAR COM AS CONSTRUTORAS E SEUS PROCESSOS DE VENDA. AGUARDEM!!!

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações Profissionais

 

Os Apps mais populares em alguns países

Olá pessoal, tudo bem com vocês?

Hoje vamos compartilhar um infográfico que mostra a evolução e a popularidade de alguns Apps no mercado mundial.

Sabemos que tudo vai se modernizando e a cada dia surgem novidades nesta área, por isso pedimos desculpas se já estiver desatualizado.

De qualquer forma, os Apps tornam-se um mercado em franco crescimento e seu uso aumenta a cada dia.

Vejam a seguir o infográfico para terem uma ideia.  Boa leitura.

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Mulheres…sem palavras…

Bom dia a todas as mulheres deste e de outros mundos também. A R2 Creative presta a sua humilde homenagem a todas aquelas que nos completam e são nossa fonte de inspiração em todos os momentos…

08/03/2014

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Mulheres:

Elas sorriem quando querem gritar.
Elas cantam quando querem chorar.
Elas choram quando estão felizes.
E riem quando estão nervosas.
Elas brigam por aquilo que acreditam.
Elas levantam-se para injustiça.
Elas não levam “não” como resposta quando
acreditam que existe melhor solução
Elas andam sem novos sapatos para
suas crianças poder tê-los.
Elas vão ao medico com uma amiga assustada.
Elas amam incondicionalmente.
Elas choram quando suas crianças adoecem
e se alegram quando suas crianças ganham prêmios.
Elas ficam contentes quando ouvem sobre
um aniversario ou um novo casamento.

(Pablo Neruda)

Nós da Alavanca Social entregamos a todas as mulheres deste mundo e de todos os outros também…

Nossa singela homenagem…PARABÉNS pelo seu dia!

Endobranding: Você sabe o que é?

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“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite, fortemente aos seus colaboradores”

Fonte: Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

Endobranding: uma nova forma de reforçar a marca

Você já ouviu falar do branding interno? Ainda não? O novo conceito pode ser exatamente o que faltava para impulsionar os seus negócios e sua marca.

Marcas, empresas, pessoas, ações, produtos, estratégias, criatividade, metas. Essas, sem dúvida, são palavras continuamente repetidas por todas as pessoas envolvidas com o marketing de uma organização. E, no fundo, os objetivos giram em torno de duas premissas básicas: despertar a atenção do público-alvo e fazer com que esse público lembre o que foi dito, mesmo inconscientemente. Afinal, ninguém quer dar um duro danado em planejar uma campanha para que ela seja completamente esquecida pelo receptor após dez segundos de vê-la.

E quando se fala em público, pensar apenas nos consumidores fora da empresa pode ser um erro estratégico sem igual. Infelizmente, algumas empresas ainda investem muito em comunicação para o mercado, para conquistar clientes, mas nem sempre têm o mesmo cuidado em relação ao público interno. Afinal, aqueles que compõem o dia a dia de uma organização, além de colocarem em funcionamento o negócio, são a verdadeira imagem que a organização vai transmitir para as pessoas de fora.

“Vale destacar que temos um mercado consumidor cada vez mais exigente e mais informado. Um consumidor atento à postura e à atitude da marca. Um consumidor que não tolera um discurso dissonante da prática. Não há como esconder as incoerências estratégicas e os antagonismos existentes entre imagem e identidade. Uma empresa que fala em conexão e comunicação, por exemplo, e não abre espaço para o diálogo interno, certamente não sustentará a sua promessa”, indica Luciane Paim, sócia da agência Oito Endobranding.

Por isso, dar a devida importância ao público interno, seja através de um mix de ações, que podem ser desde o oferecimento de cursos, treinamentos, benefícios agregados e campanhas específicas se torna uma ferramenta para diminuir a rotatividade de pessoal e dar mais motivação, eficiência e qualidade de vida aos colaboradores.

Um conceito que surge como novidade e tem se mostrado eficiente ao trabalhar em conjunto com outras estratégias para o público interno é o endobranding. A ideia é fortalecer uma identidade interna a ser compreendida e valorizada por funcionários de uma organização.

“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite fortemente aos seus colaboradores. É trabalhar a mesma identidade visual e começar a ter uma estratégia de uniformização na marca para que ela tenha uma cara facilmente assimilada, memorizada e aceita pelo público interno”, indica Paulo Ricardo Meira, doutor em Marketing pela UFGRS e professor do Instituto Legislativo Brasileiro.

Na nova edição do livro Administração de Marketing, os renomados autores Philip Kotler e Kevin Keller já trazem esse conceito e destacam se tratar de “atividades e processos que ajudam a informar e inspirar os funcionários”. Sendo o endobranding o gerenciamento da marca, por exemplo, em um programa motivacional para funcionários, nos eventos que forem planejados, no plano de carreira estabelecido, ou em alguma outra ação envolvendo a organização.

Conheça bem a empresa

Assim como o desenvolvimento e a fixação de qualquer marca, os resultados do endobranding não são automáticos, afinal, não dá pra construir uma marca respeitada, seja ela para o público interno ou externo, em apenas uma ação. Um estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia confirma essa premissa. Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos e constataram que frases repetidas, depois de um tempo, são absorvidas mais facilmente pelos ouvintes. Quem escuta, aos poucos, fica familiarizado com o argumento.

Quem trabalha no dia a dia com essa estratégia sabe que uma boa fixação não nasce do dia para a noite. “Endobranding é um processo que demanda certo tempo e envolvimento. Em geral desenhamos um modelo de trabalho em conjunto e vamos adequando as rotas de acordo com as necessidades e de forma integrada com o cliente”, conta Luciane Paim sobre o trabalho desenvolvido pela agência Oito Endobranding.

E para a implementação dessa estratégia, um passo se torna essencial. “A única etapa que é fundamental e não podemos abrir mão é iniciar todo e qualquer trabalho a partir de uma profunda imersão no contexto interno da empresa em questão através de entrevistas, grupos de discussão, observação participante, discussões informais e pesquisas online”, indica Luciane.

Uma das empresas que apostaram nesse conceito foi a Empório Body Store. De acordo com Tobias Chanan, CEO da companhia, uma marca se constrói nos detalhes do dia a dia e o alinhamento da comunicação entre a equipe interna é fundamental para que a entrega seja a esperada pelos clientes. “O aprendizado que tivemos foi comprovar que o alinhamento entre quem somos e porque existimos será decisivo para atingir dos objetivos da companhia”, destacou em seu depoimento ao Oito Endobranding.

A ideia é que as marcas não sejam parte das estratégias de comunicação, mas sim parte estratégica da consolidação da proposta do negócio como um todo. A verdade da empresa deve estar imbuída na atitude e na certeza de seus funcionários que criam e transformam juntos o resultado final, materializando mais que um produto: uma identidade.

NA PRÁTICA

Um exemplo do branding interno é a ação “Senado Solidário”, feito pelo Senado Federal. A imagem de uma flor buscou fazer uma associação positiva com cuidado e carinho e serviu de marca guarda-chuva para diferentes ações de solidariedade, reunidas no hotsite “Senado Solidário” (figura1). O símbolo é então desdobrado em campanhas específicas, como se percebe nas campanhas do Agasalho e Doação de Sangue, em 2012 (figura2 e 2.1) Ambas as campanhas, realizadas em 2012, superaram o êxito do ano anterior, no qual não havia ainda uma estratégia de branding organizada. A identidade visual prosseguiu em 2013 (figura 3), na qual foi possível maior identificação profissional às campanhas.

NÃO CONFUNDA

Endomarketing

Um conjunto de ações utilizadas por uma empresa para vender a sua própria imagem a funcionários e familiares. É a utilização de modernas ferramentas de marketing, porém, dirigidas ao público interno das organizações.

Endobranding

Atividades e processos de administração de marca em programas internos e motivacionais que ajudam a informar e inspirar os funcionários.

*Definição de Paulo Meira, professor e doutor em Marketing pela UFGRS

 

Você sabe como compartilhar sua tela no Skype para Windows?

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Olá pessoal!

A tecnologia está cada vez mais presente em nossas vidas e apresenta, a cada dia, inovações e facilidades para usuários do mundo todo.

Hoje vamos compartilhar com nossos leitores uma destas inovações, que vem facilitando a comunicação entre as pessoas, promovendo um intercâmbio de informações e permite que elas se comuniquem através da escrita, voz e agora também do compartilhamento de telas. Falo do Skype, um dos meios de comunicação mais utilizados do mundo e que permite que os usuários possam, durante a conversação, compartilhar suas telas com quem está do outro lado, facilitando ainda mais a exposição de ideias. Muito útil em reuniões de negócios neste formato virtual.

Para conhecerem um pouco desta facilidade leiam um resumo do tutorial da Skype:

O compartilhamento de tela permite compartilhar a tela do seu computador com qualquer pessoa pelo Skype. Por exemplo, você pode exibir apresentações, mostrar suas fotos a amigos e familiares sem ter que enviá-las ou mostrar a alguém como algo funciona no seu PC.

Você pode compartilhar sua tela com um contato do Skype a qualquer momento durante uma chamada de voz grátis.

Com o Skype Premium, você pode compartilhar sua tela com um ou mais contatos do Skype durante uma chamada de voz ou com vídeo.

Antes de compartilhar sua tela, verifique se você tem o seguinte:

Para compartilhar sua tela:

  1. Faça uma chamada de voz ou uma chamada com vídeo para a pessoa ou o grupo com o qual deseja compartilhar a tela.  Saiba como criar um grupo na sua lista de contatos.
  2. Depois que a chamada for iniciada, clique no botão + na barra de chamadas e selecione Compartilhar telas.

compartilhar tela

3.  Na caixa de diálogo que aparecer, clique em Iniciar para compartilhar a tela inteira.

Caixa de diálogo skype

4.  Para compartilhar uma janela específica, e não a tela inteira, clique no botão da seta para baixo e selecione Compartilhar janela.

Caixa de diálogo skype2

5.  Em seguida, selecione a janela que deseja compartilhar e clique em Iniciar.

Caixa de diálogo skype3

6.  Você poderá alterar as opções de compartilhamento de tela a qualquer momento ao clicar no ícone Mudar opções de compartilhamento Ícone Mudar opções de compartilhamento. na janela de chamada flutuante.

7. Quando quiser parar de compartilhar sua tela, clique em Parar de compartilhar na janela de chamada flutuante.

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Apenas uma pessoa pode compartilhar a tela por vez, embora você possa alternar entre apresentadores a qualquer momento e quantas vezes quiser.

A pessoa ou o grupo com quem você estiver compartilhando a sua tela poderá lhe enviar vídeo simultaneamente, e vocês também poderão conversar, enviar mensagens de chat e enviar arquivos.

Você sabe o que são INFOGRÁFICOS?

Cada vez mais os formatos da  comunicação inovam-se e permitem uma exposição clara dos objetivos a serem atingidos por pessoas e empresas. Nesta última década uma tendência se destacou pela simplicidade e eficácia no momento da comunicação, seja ela estilo corporativo ou até mesmo despojada, os Infográficos se tornaram ferramentas excepcionais na arte de informar e alia a comunhão de imagens e textos de uma maneira inteligente e atraente para todos os públicos.

Hoje estaremos compartilhando um pequeno resumo desta ferramenta e suas variadas aplicações. O texto foi escrito por Eduardo Engelmann, gerente de produtos da Impacta Art & Design e Gestor do Clube do Designer.

Leiam a seguir este resumo:

Infográficos são representações visuais de uma informação. Bacana, mas o que significa isso? O que realmente é isso?

Todo ser já viu um infográfico, sabe como é, mas não sabia que tinha esse nome. Por exemplo, você abre o jornal e tem um gráfico demonstrando a evolução do câmbio entre dólar e real. Isso é um infográfico.

Numa outra matéria sobre os problemas do joelho do Ronaldo, você vê um desenho mostrando ossos, músculos e cartilagens do joelho – não é aula de anatomia, é infografia.

Foi descoberta uma nova reserva de ouro no Estado de Roraima – aparece um mapa do Brasil com o Estado de Roraima em destaque – também é infografia.

Vai começar o campeonato brasileiro, na matéria temos a tabela do campeonto – isso também é infografia.

Infografia é uma forma ilustrada, por desenhos ou fotografias, ou ainda juntando os dois, de forma a apoiar o texto de uma matéria ou ainda de um determinado assunto. Alguns livros técnicos utilizam demais a infografia. O manual do seu carro é repleto de infográficos. O manual do seu liquidificador, que você provavelmente não abriu uma vez sequer, é repleto de infográficos.

Basicamente a infografia é empregada onde a informação precisa ser explicada de uma forma mais dinâmica, mais visual, facilitando assim o entendimento do texto.

A infografia é um recurso muito antigo e considero (eu considero) Leonardo da Vinci o pai da infografia moderna. Sim, já existia infografia antes de Leonardo, mas ninguém sabia que se chamava infografia.

Hoje, com a necessidade da informação ser absorvida de maneira mais rápida, os infográficos estão sendo utilizados em grande escala. Mas há que se ter consciência de um detalhe: a infografia não pode competir com um texto, ela tem que complementar o texto. E isso é uma das tarefas mais complexas de ser executada.

Acredito que o infografista, profissional caçado a laço devido à escassez no mercado, exerce uma das atividades mais complexas do design gráfico.

Por que?

Porque o infografista completo deve possuir algumas qualidades que tornam esse profissional escasso. Vamos a elas:

1)  Saber interpretar um texto, ou seja, tem que gostar de ler.

2) Saber escolher o que deverá ser apresentado no infográfico, aquilo que realmente é importante.

3) Saber rafiar – sim, tem que saber desenhar – não precisa elaborar uma ilustração, mas efetuar a marcação do que será desenhado, qual a sequência e com um aproveitamento de espaço que não brigue com o texto.

4) Conhecer o trio calafrio: Photoshop, Illustrator e Indesign – são os três softwares mais utilizados no desenvolvimento de infográficos.

5) Saber diagramar – muitas vezes a página que contém infográficos é diagramada pelo infografista.

6) Saber trabalhar em equipe – essa equipe é composta de pelo menos duas pessoas, o autor do texto e o infografista.

7) Ser ágil, rápido na criação e execução da arte, principalmente se for trabalhar em jornais.

8 ) Gostar de blues – coloquei isso porque sou apaixonado por esse estilo musical.

Ouvi um comentário num seminário de infografia há 5 anos, onde um dos palestrantes, perdão, não lembro o nome do cara, disse o seguinte: “- Se você desembarcar no Aeroporto Kennedy em Nova York, segurando uma placa escrita I WORK WITH INFOGRAPHICS, alguém irá se aproximar de você e oferecer um emprego.”

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Entre em contato conosco: contato@r2creative.com.br e peça já o Infográfico que você precisa para se comunicar com seu público.

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R2 Creative, especializada na criação de

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