A importância das Apresentações de Produtos e Serviços

Olá pessoal,

Passando hoje para alguma dicas e compartilhar com vocês um assunto de extrema importância quando produtos e serviços são essenciais para o crescimento de seu negócio.

Falo das Apresentações criadas com o objetivo de divulgar as principais referências que podem, se bem divulgadas, ser um diferencial no sucesso do empreendimento. Não importa se sua empresa é grande, média, pequena ou até micro, é salutar criar meios para que seu público te conheça e principalmente, saiba o que você faz, vende e oferece para a sociedade.

Temos clientes que conseguiram dar um up em suas vendas de modo surpreendente, aumentando o lucro, investindo em mais estrutura, vagas de trabalho e consequentemente a sedimentação do negócio, a partir da divulgação através de Apresentações de Produtos e Serviços.

A ideia hoje é passar algumas informações para você criar o roteiro que permitirá a criação de uma bela Apresentação. Veja a seguir algumas dicas para você!

Conforme viemos falando em publicações anteriores, tudo o que você sonha, deseja e se expressa é possível de transportar para o formato de Apresentações Profissionais, eficientes e eficazes nos resultados pela beleza, versatilidade, criatividade e resultados surpreendentes. Para a criação de sua Apresentação de produtos e/ou serviços recomendamos algumas etapas:

 

Sonhar/Idealizar/Objetivo 

Esse é o primeiro passo. Sem essa etapa não conseguirá se expressar com clareza aquilo que deseja transmitir, podendo ter desafios na hora da criação do roteiro. É importante definir para onde deseja ir e o que deseja alcançar.

Planejar 

O planejamento é ferramenta fundamental para o sucesso da campanha e divulgação, sejam elas dirigidas ou focadas em um determinado nicho ou mercado consumidor. É importante saber que, informando com clareza o que seu público necessita para conhecer seu negócio, as possibilidades de sucesso aumentam significativamente. Ver a seguir algumas dicas sobre o que se deve saber antes desta etapa e que ajudarão na criação do plano de criação da sua Apresentação:

  • Conhecer profundamente seus produtos ou serviços, de modo a fazer apresentações com convicção, segurança, motivação e entusiasmo, transmitindo confiança ao cliente;
  • Identificar as necessidades do seu público antes da demonstração do produto e/ou serviço;
  • Saber qual é o seu público-alvo, evitando oferecer produtos ou serviços para quem não tem necessidade;
  • Analisar sempre os produtos e trabalho dos concorrentes para destacar os seus diferenciais competitivos frente a eles para os clientes. É uma demonstração de profissionalismo sem denegrir o concorrente;
  • Agregar valor ao produto ou serviço através de demonstrações com base no destaque de vantagens e benefícios;
  • Estar consciente de que o cliente concorda que o seu produto é importante para ele, sendo a solução dos seus problemas e necessidades.

Criação do Roteiro 

A partir do planejamento inicia-se o roteiro da Apresentação, definindo os ingredientes que a comporão, desde a capa até o último slide. Cada detalhe, informação, imagens, textos, vídeos, sons, etc., podem, se bem utilizados, fazer a diferença e ter uma Apresentação de destaque.

Cabe salientar que você, como principal conhecedor do seu negócio, é a pessoa ideal para criar esta etapa, procurando fazê-la em conjunto com seus colaboradores para que nenhum detalhe seja esquecido.

Já na criação do roteiro, é indispensável ter tudo definido, desde a criação da Apresentação (se será feita internamente ou através de especialistas), até os detalhes que podem tornar sua Apresentação um grande sucesso.

Criação da Apresentação

Conforme comentado acima, você pode definir quem irá cria-la, se elaborada internamente através de colaboradores ou se convidará alguém ou empresa que tenha a capacidade de te oferecer a melhor Apresentação Profissional, com qualidade, bom atendimento, respeito ao cliente e entrega ágil, de acordo com sua necessidade e condições que permitam você atingir os seus objetivos.

Você será fundamental neste processo, pois à pessoa encarregada da tarefa deverá ter subsídios importantes para que seja encontrada a maneira mais criativa de colocar os elementos que farão parte da Apresentação.

Finalização/Entrega

Pronto! Sua Apresentação está pronta. Este é o momento de fazer as últimas revisões antes de iniciar as campanhas de divulgação, procurando fazer todas as correções e ajustes necessários antes de aprovar integralmente a finalização do projeto.

Nesta etapa, solicite ao seu fornecedor a entrega da mesma Apresentação no formato vídeo, que facilitará a expansão de sua campanha na grande maioria de points de divulgação, como na rede mundial e eventos.



Bom pessoal, sei que são dicas simples. Que possam auxilia-los em suas criações!

Desejamos que possa ajudá-los na criação de uma bela e produtiva Apresentação!

Se necessitarem de ajuda na sua criação estamos à postos para essa finalidade.


Acesse nossa área de PORTFÓLIO  e aprecie amostras de nossos trabalhos anteriores.

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 Belas criações  e apresentações para todos e muito sucesso em suas divulgações!


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Modelo de Apresentação PowerPoint para Halloween 2017

Olá pessoal!

Passando para compartilhar com vocês hoje uma Apresentação Power Point, cuja arte foi especialmente preparada para a conhecida festa que acontece no final de outubro, para que possa servir de base para a sua criação especial. Lembrando que este modelo é uma cortesia do site http://www.slidescarnival.com.

(Idealizado pelo designer Alex Monge)

Horror e terror! Faça o download deste modelo grátis do Dia das Bruxas (para Powerpoint e Google Slides) e faça sua apresentação única.

Não use este tema se você está procurando um Halloween “bonitinho”, com abóboras iluminadas, morcegos, árvores mortas, túmulos e mansão assombrada, esse design de Dia das Bruxas fará seu cabelo ficar parado. Use-o para enviar fotos da família disfarçada, propor suas ideias para decorar o bairro, ou simplesmente se divertir nas reuniões de sua empresa.

Este tema irá ajudá-los a criar o ambiente escuro perfeito neste Halloween!

Características deste modelo de apresentação

  • Completamente editável. Fácil de mudar as cores, o texto e as imagens;
  • 25 slides diferentes;
  • Design escuro com um fundo de Halloween ilustrado por Alex Monge;
  • Contém exemplos de estilos de gráficos e tabelas;
  • Inclui uma família de 80 ícones e um mapa do mundo editável (você pode mudar o tamanho e cor);
  • Download como um tema para PowerPoint ou usá-lo como um tema do Google Slides. Também é possível baixar outros formatos de publicação (pdf, jpg);
  • Proporção de tela de 16:9 (Pode mudar para 4:3 com um clique no Google Slides, mas alguns recursos gráficos podem não funcionar bem).

FAÇA O DOWNLOAD GRATUITO AQUI


Entre com CONTATO conosco e deixe-nos ajudá-los a encontrar a sua melhor opção.

Acesse nossa área de PORTFÓLIO e conheça algumas de nossas criações.

R2 Creative – O mundo da criação de Apresentações Profissionais, Pessoais e Acadêmicas.


Porque buscar qualidade em Apresentações Acadêmicas?

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Olá pessoal!

Todos aqueles que já vivenciaram experiências e tiveram  privilégio de estudar em Instituições de Ensino Superior, já transmitiram seus conhecimentos através de trabalhos e projetos internos e externos, tão necessários em demonstrar quanto os alunos aprenderam e evoluíram em função dos ensinamentos ministrados por doutores, mestres e especialistas. É nesta hora que surge a oportunidade de mostrar o talento natural de cada um, de colocar em prática o conhecimento adquirido e mostrar aos seus mestres que entenderam o conteúdo oferecido.

Uma das ferramentas mais utilizadas por alunos e professores em um ambiente de ensino são as APRESENTAÇÕES, excelentes ferramentas que, quando bem planejadas e criadas, oferecem um diferencial maior no momento da exposição e consequentemente, proporcionando melhores avaliações e notas em seus trabalhos. Não importa a ferramenta utilizada, software ou aplicativo, as Apresentações são fundamentais para que o resultado seja sempre melhor.

Agora imagine você criar o seu projeto e colocá-lo em uma Apresentação idealizada com qualidade e impacto visual, mostrando com clareza, simplicidade e beleza, todo o conteúdo que deseja transmitir. Fatalmente irá prender a atenção da platéia e proporcionar melhores notas e avaliações.

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Foi pensando nisso que a R2 Creative idealizou um pacote para atender este público. Foi então criado o PACOTE ACADÊMICO, que contém todos os elementos necessários, como qualidade, prazos e valores à altura da importância dos trabalhos e acessíveis a todos.

A partir de informações enviadas pelo aluno, professor ou até mesmo um profissional da área, são criados elementos, animações e transições capazes de transmitir o conteúdo de maneira a realmente impressionar, com o aluno demonstrando, já nesta fase de sua vida, a visão para estar oferecendo o melhor conteúdo, seja na sua vida pessoal, acadêmica ou profissional.

Então convido a todas as pessoas que transitam pelas instituições de ensino de todo o país para conhecerem a possibilidade de se apresentar bem e tornar-se um diferencial competitivo.

Sucesso a todos vocês!

cartaz R2_anuncio acadêmico

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Manipulação de imagens: o céu é o limite?

Bom dia pessoal,

Hoje vamos compartilhar com vocês uma publicação da http://buzzmedia.controlinveste.pt, onde o tema é a manipulação de imagens, utilizadas pela grande maioria das editoras. Um toque a mais a favor da beleza ou a realização pessoal e virtual de pessoas por todo o mundo?

Veja a seguir:

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Veja em vídeo o tratamento Photoshop dado a uma modelo e conheça uma revista que recusa essa manipulação.

A questão da manipulação, para muitos exagerada, das imagens de modelos e celebridades não é nova, e é até recorrente, mas ganha agora uma nova dimensão: a Global Democracy, um site que pretende dar voz a assuntos que nos afetam globalmente, divulgou um pequeno, mas poderoso, clipe de vídeo que vem (re)lançar este debate para as “luzes da ribalta”: quais os limites da manipulação de uma imagem?

 Em pouco mais de um minuto, fica demonstrado como, na prática, o tratamento e edição de imagens de uma sessão fotográfica, tendo em vista a sua manipulação para obtenção de um resultado final que nada tem que ver com a realidade, pode, com a ajuda de poderosas ferramentas de edição, como o Photoshop, ser facilitado e comummente usado. E isto para adequar modelos reais a estereótipos da indústria ou sociais.

 Neste vídeo, uma mulher real, com um look atraente, é transformada numa verdadeira Barbie humana com a ajuda de cosméticos, mas sobretudo com intenso trabalho gráfico no Photoshop: cabelos, olhos, pescoço, peitos, barriga, glúteos, pernas e tom de pele: não há centímetro do seu corpo que não seja (re)tocado digitalmente. Veja o vídeo:

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Nem todo mundo segue esta linha: Verily acolhe celulite, sardas e rugas

Chama-se Verily a revista feminina lançada neste verão, de periodicidade bimensal, e que tem portarget mulheres entre os 18 e 35 anos. Seria apenas mais uma de tantas outras publicações do seu segmento não fosse uma particularidade e uma premissa das suas criadoras, todas elas mulheres: a Verily não publicará fotografias de modelos ou mulheres manipuladas como as acima, atribuindo-se o estatuto de Photoshop-free magazine.

 A revista aposta, por isso, em assuntos que realmente importam as mulheres, dando (literalmente) uma imagem mais real e autêntica do que significa ser mulher hoje, na sua perspectiva. A Verily é “menos sobre quem deveria ser e mais sobre quem realmente é”. A primeira edição nasceu em Junho/Julho deste ano nos Estados Unidos e a nova edição de Novembro / Dezembro já está disponível.

Mulheres lucram com a venda de camisetas bem-humoradas na internet

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Olá pessoal!

A criação está presente em todos os lugares e movimentos da sociedade. Quando surgem oportunidades, as pessoas logo se mexem, se agigantam, buscam alternativas, soluções, planejam e encontram sempre formas criativas de se colocar no mercado ou em meios de comunicação. Dentro deste conceito, hoje vamos compartilhar informações de uma onda que está proporcionando às pessoas, principalmente as mulheres, a possibilidade de colocarem em prática sua criatividade e trabalho através de um negócio que tem se mostrado rentável para quem se definiu para ele. E o mais vantajoso, por ser de baixo custo.

Em busca da independência financeira, muitas mulheres têm se aventurado no mercado de franquias de diferentes setores. E uma franchising que tem conquistado cada vez mais o gosto das brasileiras é a “Camisetas da Hora”. A empresa inaugurou um sistema de micro franquias em 2011 e demonstrou ser uma ótima opção para quem quer lucrar com a internet.

De acordo com um levantamento realizado pela e-commerce de camisetas do Brasil, o público feminino já representa 30% dos micro franqueados.

O motivo? A possibilidade de trabalhar em casa, flexibilidade no horário e um retorno rápido impulsionam as empreendedoras para este setor.

Para Marcelo Ostia, idealizador da marca, outra razão que atraiu as mulheres é que os investimentos são acessíveis e variam entre R$ 1.650 e R$ 3.200. “A nova empresária ganha um estoque virtual de camisetas, uma loja virtual onde pode trabalhar sua própria marca e todo um sistema de logística para vender pela internet”, informa ele.

Ele ainda explica como é realizada a instalação da loja virtual: “É feita com a marca da empreendedora. Ela vende os produtos, nós produzimos e cuidamos da logística”.  Segundo Ostia, o retorno financeiro é de curto prazo, mas depende da dedicação de cada empreendedora.

A empreendedora que atentou para esse segmento foi Ana Gouvêa, 35 anos proprietária do e-commerce www.lojadafulaninha.com.br. Ela conta que dois fatores chamaram a sua atenção: primeiro foi o fato de que ela gosta de camisetas divertidas; o segundo foi o mercado em expansão.

“Investi R$ 3.200 para adquirir a ‘revenda’, que depois foi migrada para micro franquia, mais o valor do domínio (R$ 30,00) e só! Recuperei o valor investido em dois meses”, relata. “O empreendimento é fácil, o mercado é imenso e o sucesso só depende da dedicação de cada um”, finalizou.

CONHEÇA OS PLANOS: http://www.camisetasdahora.com/oportunidades-franquias

Fonte: Grupo Eventos de Marketing Digital, Comunicação e Administração no Facebook.

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R2 Creative! A solução ideal em Apresentações Profissionais e Acadêmicas!

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Você sabe o que são INFOGRÁFICOS?

Cada vez mais os formatos da  comunicação inovam-se e permitem uma exposição clara dos objetivos a serem atingidos por pessoas e empresas. Nesta última década uma tendência se destacou pela simplicidade e eficácia no momento da comunicação, seja ela estilo corporativo ou até mesmo despojada, os Infográficos se tornaram ferramentas excepcionais na arte de informar e alia a comunhão de imagens e textos de uma maneira inteligente e atraente para todos os públicos.

Hoje estaremos compartilhando um pequeno resumo desta ferramenta e suas variadas aplicações. O texto foi escrito por Eduardo Engelmann, gerente de produtos da Impacta Art & Design e Gestor do Clube do Designer.

Leiam a seguir este resumo:

Infográficos são representações visuais de uma informação. Bacana, mas o que significa isso? O que realmente é isso?

Todo ser já viu um infográfico, sabe como é, mas não sabia que tinha esse nome. Por exemplo, você abre o jornal e tem um gráfico demonstrando a evolução do câmbio entre dólar e real. Isso é um infográfico.

Numa outra matéria sobre os problemas do joelho do Ronaldo, você vê um desenho mostrando ossos, músculos e cartilagens do joelho – não é aula de anatomia, é infografia.

Foi descoberta uma nova reserva de ouro no Estado de Roraima – aparece um mapa do Brasil com o Estado de Roraima em destaque – também é infografia.

Vai começar o campeonato brasileiro, na matéria temos a tabela do campeonto – isso também é infografia.

Infografia é uma forma ilustrada, por desenhos ou fotografias, ou ainda juntando os dois, de forma a apoiar o texto de uma matéria ou ainda de um determinado assunto. Alguns livros técnicos utilizam demais a infografia. O manual do seu carro é repleto de infográficos. O manual do seu liquidificador, que você provavelmente não abriu uma vez sequer, é repleto de infográficos.

Basicamente a infografia é empregada onde a informação precisa ser explicada de uma forma mais dinâmica, mais visual, facilitando assim o entendimento do texto.

A infografia é um recurso muito antigo e considero (eu considero) Leonardo da Vinci o pai da infografia moderna. Sim, já existia infografia antes de Leonardo, mas ninguém sabia que se chamava infografia.

Hoje, com a necessidade da informação ser absorvida de maneira mais rápida, os infográficos estão sendo utilizados em grande escala. Mas há que se ter consciência de um detalhe: a infografia não pode competir com um texto, ela tem que complementar o texto. E isso é uma das tarefas mais complexas de ser executada.

Acredito que o infografista, profissional caçado a laço devido à escassez no mercado, exerce uma das atividades mais complexas do design gráfico.

Por que?

Porque o infografista completo deve possuir algumas qualidades que tornam esse profissional escasso. Vamos a elas:

1)  Saber interpretar um texto, ou seja, tem que gostar de ler.

2) Saber escolher o que deverá ser apresentado no infográfico, aquilo que realmente é importante.

3) Saber rafiar – sim, tem que saber desenhar – não precisa elaborar uma ilustração, mas efetuar a marcação do que será desenhado, qual a sequência e com um aproveitamento de espaço que não brigue com o texto.

4) Conhecer o trio calafrio: Photoshop, Illustrator e Indesign – são os três softwares mais utilizados no desenvolvimento de infográficos.

5) Saber diagramar – muitas vezes a página que contém infográficos é diagramada pelo infografista.

6) Saber trabalhar em equipe – essa equipe é composta de pelo menos duas pessoas, o autor do texto e o infografista.

7) Ser ágil, rápido na criação e execução da arte, principalmente se for trabalhar em jornais.

8 ) Gostar de blues – coloquei isso porque sou apaixonado por esse estilo musical.

Ouvi um comentário num seminário de infografia há 5 anos, onde um dos palestrantes, perdão, não lembro o nome do cara, disse o seguinte: “- Se você desembarcar no Aeroporto Kennedy em Nova York, segurando uma placa escrita I WORK WITH INFOGRAPHICS, alguém irá se aproximar de você e oferecer um emprego.”

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Entre em contato conosco: contato@r2creative.com.br e peça já o Infográfico que você precisa para se comunicar com seu público.

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R2 Creative, especializada na criação de

Apresentações Profissionais

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Você sabe como criar formas 3D em Power Point?

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Olá pessoal,

Compartilhando com vocês o vídeo aula de Ergia Penteado que ensina como criar formas 3D para suas aplicações no Power Point 2010.  Recurso interessante quando se deseja sofisticar suas apresentações.

Infográfico: qual é o retrato do uso das redes sociais nas empresas brasileiras?

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Fonte: http://midiaria.wordpress.com  (Publicado por )

Recente pesquisa apresentada pela Gentis Panel que entrevistou 1.709 pessoas, de presidentes a estagiários em empresas brasileiras, chegou nos seguintes resultados, destacados no infográfico a seguir:

 

Analisando os pontos de destaque do infográfico e da pesquisa

– 77% dos entrevistados usam Facebook (dentro e/ou fora do trabalho);
– 50% dos respondentes têm o LinkedIn como a segunda rede mais acessada. Vale lembrar que as entrevistas foram feitas com um público corporativo;
– 55% dos entrevistados são a favor do uso de redes sociais em ambiente corporativo.

  • Motivos dos indivíduos serem A FAVOR do uso de redes sociais em ambientes corporativos:

– 80% – Colabora com networking entre profissionais e com a geração de novos negócios para a empresa;
– 60% – Facilita a comunicação e a socialização entre funcionários;
– 44% – Permite estar por dentro do que é falado sobre a empresa na web;
– 43% – Ajuda a aliviar o stress do dia a dia por manter as pessoas conectadas com amigos e familiares.

  • Motivos dos indivíduos serem CONTRA o uso de redes sociais em ambientes corporativos:

– 95% – As pessoas não conseguem separar o uso pessoal do uso corporativo. Perde-se muito tempo de trabalho com assuntos pessoais;
– 31% – Facilita o vazamento de informações confidenciais para pessoas indevidas;
– 31% – Aumenta o risco de exposição indevida da marca por meio de pronunciamentos indevidos de funcionários que não estão autorizados a falar em nome da empresa;
– 31% – Fonte de informação desnecessária e irrelevante para o trabalho;
– 26% – Fazem uma exposição pessoal inadequada ao ambiente de trabalho;
– 12% – Afasta as pessoas de um contato pessoal real mais produtivo e social (olho no olho).

Qual a sua opinião referente ao uso das redes sociais no trabalho?

O design é influenciador nos processos de escolha das marcas

Fonte: http://mundodomarketing.com.br

Postado por Ricardo Leite – 05/07/2012

Você já fez uma reflexão sobre o seu processo de escolha de algo? Pense agora nos produtos que despertaram a sua atenção nos últimos tempos. Em seguida, pense naqueles que conquistaram o seu desejo de tê-los. No âmbito dos serviços, pense sobre os seus hábitos e o porquê dessas preferências. Em qual supermercado você faz compras ou qual posto gosta de abastecer seu carro?

Sabemos que as escolhas que fazemos são moldadas por diversos motivos. Esse processo está relacionado a vários fatores: o senso de urgência – a famosa pressa – pode nos fazer optar pelo que está mais próximo, a falta de dinheiro nos conduz ao que tem o melhor preço e assim por diante.

Agora tente fazer uma escolha “pura” – se é que isto existe. Posso imaginar que você orienta-se pelas marcas que conhece e respeita, certo? Portanto, marcas existem pelo que elas representam e são um atalho mental para uma série de associações. Marcas existem em nossas mentes. Pense agora no símbolo da Nike… Ele é imediatamente reconhecido, não é? Assim como o logo da Coca Cola, da Oi, da GloboNews ou de qualquer outra marca forte. É muito mais rápido reconhecer a marca vendo o seu logo do que vendo uma palavra escrita. O logo, portanto, é o atalho do atalho mental.

Mas o que acontece se não conheço uma marca e, por consequência, não associo nada àquele logo estampado sobre o produto diante dos meus olhos? Nesse momento, o design dos produtos em si ou de suas embalagens serão o maior fator influenciador de minhas escolhas. Para ilustrar o que disse, imagine-se numa gôndola de mercado diante de vários azeites extravirgens, todos de marcas desconhecidas.

A forma dos frascos e seus rótulos serão responsáveis pela percepção de qualidade e serão efetivos para a sua decisão de compra. Se não conhecemos marcas, se preço não é um problema e não posso experimentar o produto, o que me resta além do design para escolher? Radicalizando, mentalize a hipótese de um azeite ter uma embalagem belíssima e a do outro fabricante ser feia. Bem, o produto mal-acabado me deixa crer que se aquele fabricante não respeita o seu próprio produto, também não me dá a importância que eu mereço. Certamente será escolhido o que se apresentou com design superior.

Quando alguma marca faz um pequeno investimento em design, seja no aprimoramento dos aspectos formais de seus produtos, seja na otimização do sistema de atendimento dos serviços ou no planejamento de uma experiência diferenciada no ponto de venda, o resultado comercial aparece, pois o mundo está de tal forma abarrotado de mesmices que um pequeno movimento virtuoso faz uma grande diferença. Quando empresas adotam o design como parte de suas estratégias, o resultado é inquestionavelmente percebido pelo consumidor, e o resultado positivo é nítido e vantajoso.

Procure lembrar-se de quais foram as vezes que recentemente você teve uma sensação de encantamento ao deparar-se com um produto. Reflita como essa magia está largamente associada às soluções de design que ativam o processo de satisfação consciente e inconsciente, relacionando aparência e valor.

O design posiciona rapidamente marcas, produtos e serviços, deixando-nos saber se eles nos interessam. Uma cadeira de escritório, por exemplo, possui o significado de trabalho. Experimente colocá-la num bar, por exemplo, e verá com ficará dissonante – ou talvez deixe o ambiente estranhamente criativo. Uma capa de revista com muitas cores, títulos grandes e uso de splashs associa rapidamente a publicação como popular, enquanto outra com uma foto em preto e branco e poucos títulos colocados de modo mais discreto dá um ar mais sofisticado à publicação.

O que permite a leitura desses significados associativos é o design apresentado. Suponha, por fim, que depois de grandes investimentos financeiros em pesquisa e produção de um produto, ele seja lançado sem um bom design, com solução equivocada e pouco adequada para estabelecer o relacionamento simbólico apropriado com seus consumidores. Pode ser fatal…

Além dos aspectos formais, os próprios materiais usados para a confecção dos produtos também traduzem significados diferentes e influenciarão, de modo efetivo, nossas escolhas. Utilizar madeira numa loja pode deixá-la mais aconchegante. Se for madeira rústica, trará um espírito artesanal e humano para o ambiente. Já metais e vidros podem fazer um belo contraste compondo associações à tecnologia. O uso de determinada tipografia num folder, cartaz ou capa de livro induzirá a compreensão de um dado estilo de mensagem antes mesmo de o público ter lido qualquer palavra.

O mesmo se aplica a cores, relações espaciais de tamanhos, proporções ou aspectos sensoriais. A percepção que se tem de algo é decorrente de bem mais do que a coisa é em si. Nossas avaliações são decorrentes de aspectos cognitivos, muitas vezes inconscientes, e extrapolam o que racionalizamos a partir do que temos diante de nós.

Assim como no design de ambientes físicos os designers projetam pensando nos fluxos possíveis dos clientes, quando interagimos com ambientes digitais, a navegação intuitiva e rápida é razão de muitos estudos. Novamente o design de interfaces inclui as questões semânticas de cores, formas, posicionamento etc. Interfaces bem resolvidas estimulam a permanência, orientam a leitura e promovem percepção de valor. Da mesma forma que não escolhemos produtos de design mal-acabado, não navegamos em sites, portais ou blogs poluídos e confusos.

Experimente tirar os produtos de suas embalagens e veja se ainda consegue identificá-los. Pegue produtos similares de marcas diferentes e retire-os de suas embalagens. Coloque Coca-Cola e Pepsi em dois copos e misteriosamente esses produtos icônicos perdem a maior parte da sua magia. Pães de forma ou pós de café ficam idênticos, não é mesmo? Ou duas marcas de sabão em pó…  Sem a ajuda do design, tornam-se apenas… os próprios produtos. E ficará impossível identificá-los para escolher e comprar!

Se você esconder a maçã de um iPhone ou iPad, ainda assim, reconhecerá aqueles aparelhos como sendo da Apple. Pegue a maioria dos celulares ou tablets e faça o mesmo e veja como é difícil reconhecer as marcas de seus fabricantes. Isso acontece porque os produtos da Apple possuem excelência em design e, por isso, são muito valorizados pelas pessoas, despertando o desejo de tê-los. Ao apresentarem personalidade exclusiva, transferem essa virtude para os seus clientes.

Alguém já disse que o design é a inteligência da marca deixada visível. Eu acrescentaria que também é a experiência da marca tangibilizada. Entre dois produtos iguais, com design bom ou ruim, escolheremos o que possuir a melhor solução. E como preço tende a deixar de ser um grande diferencial, o design estará cada vez mais isolado como última fronteira dos processos de escolhas.

Memes: o que são esses virais que estão transformando a forma como nos comunicamos

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Fonte: http://www.administradores.com.br   Por: Por Eber Freitas, Revista Administradores

Desenhos toscos, piadas criativas e vídeos virais podem parecer apenas uma forma de distração, mas também representam o surgimento de novas linguagens e formas de comunicação em um mundo onde as fronteiras e tabus são motivo de riso.

Na escola você inventou um método de trapacear na prova colocando as respostas em uma pasta transparente ou no caniço da caneta e achou que era um gênio por isso? Chegou a achar que foi o único no mundo que queria ser algo mais do que um melhor amigo para uma certa pessoa? Ou ainda se sente deslocado por achar mulheres (ou homens) comuns mais atraentes do que modelos?

Bem, se você ainda não sabe, essas situações são frequentes no mundo todo e compartilhadas diariamente, enquanto um usuário aleatório no Facebook observa e comenta: “caramba, pensei que isso só acontecia comigo”. E rapidamente aquele relato construído através de desenhos inusitados, músicas remixadas ou vídeos vai alcançando cada vez mais usuários até atingir extremos inimagináveis.

Os memes – nome dado a essas, digamos, unidades – é um conceito um pouco mais antigo e filosófico do que parece. Em 1976, o biólogo evolucionista britânico Richard Dawkins publicou o livro O gene egoísta, no qual propõe um elemento ligado ao conceito de cultura, relativo à transmissão de memória e conhecimento: o meme – adaptação do grego mimeme (imitação) e aproximação do francês même (mesmo) – é um replicador da cultura humana. Assim como os genes na reprodução sexuada, o seu propósito é a proliferação. A metáfora é válida para os hits diários que povoam a web, os slogans que caem no gosto dos cidadãos digitais, e até para certos versos musicais indesejados. Sendo assim, as nossas mentes se transformam nos instrumentos de sobrevivência e replicação dos memes.

 Imagem: reprodução/ revista Administradores

 

Desafio aceito

Pierre Lévy, o filósofo da cibercultura, defende a existência de quatro espaços: a Terra, o Território, a Mercadoria e o Saber. Os processos “mêmicos” se dão, evidentemente, no espaço do Saber, não-territorial e tão etéreo ao ponto de quase inexistir. É por aqui que os inteligentes coletivos – chamemos de internautas – configuram-se e reconfiguram, criando novas linguagens, artes, formas e dispositivos comunicacionais, potencializados pela ubiquidade da web.

Quer uma boa desculpa para dar ao seu chefe ou professor quando for flagrado vendo bobagens no computador? Lá vai uma do próprio Pierre Lévy: “Cada vez que um ser humano organiza ou reorganiza sua relação consigo mesmo, com seus semelhantes, com as coisas, com os signos, com o cosmo, ele se envolve em uma atividade de conhecimento e de aprendizado”. Depois é só acrescentar uma cara de troll (tabela 1) no final.

No contexto da World Wide Web e sua cultura múltipla, sem fronteiras e sem forma, um bebê fazendo pose de quem obteve sucesso em uma empreitada (tabela 2) é o background de histórias comuns que acontecem com várias pessoas em várias partes do mundo. E a mesma imagem é utilizada em diferentes relatos, de forma completamente ametódica, porém engraçada e interessante em sua simplicidade, de forma que a replicação é intensa – em alguns casos duradoura, até passar a moda.

Não é preciso ser um internauta viciado para lembrar da – perdoem a terminologia – cantora mirim Rebecca Black e sua ode à sexta-feira; toda prévia de fim de semana tinha que ter a Friday nos trending topics das redes sociais, até que os usuários cansaram disso. Pessoas solitárias se transformam no forever alone (3), quem executa uma tarefa com perícia ganha o like a boss (4) e um dinossauro coçando o queixo (5) é quem faz os questionamentos sobre a vida, a morte e outros assuntos dos quais se ocupa a filosofia (ou não). Dessa forma, avacalhando com a cátedra, profanando o sacro, é que as coisas se tornam tão somente engraçadas. Até temas sérios como a pedofilia ganharam versões em memes.

De onde vêm?

Sabia que o primeiro emoticon de que se tem registro foi criado em 1982 por Scott E. Fahlman, pouco tempo após a publicação de Burning chrome – conto ciberpunk de William Gibson onde é cunhado o termo “cibercultura”? No começo da história dos memes ainda era fácil determinar a autoria e a verdadeira origem das ideias antes de elas se propagarem desordenadamente.

Hoje é quase impossível: é como encontrar dinheiro no chão da sala de aula e perguntar de quem é. A coisa toda só funciona assim, ninguém registra direitos de cópia após “inventar” um meme, por isso, muitas vezes é impraticável rastrear a sua origem e até o seu criador – embora alguns traços denunciem sua origem ou, pelo menos, sua inspiração. Barack Obama, Yao Ming, Jackie Chan e até o astrofísico Neil deGrasse Tyson esboçaram reações que se transformaram em memes famosos.

A proliferação dos memes acontece principalmente em sites como o 4chan, Reddit e 9gag, além de blogs hospedados no Tumblr. Boa parte deles saiu desses redutos obscuros da web, que detêm uma quantidade de acessos surpreendentemente alta e geralmente aceitam contribuições livres de qualquer usuário gratuitamente, submetendo a qualidade dos memes às votações dos outros usuários.

Esse processo de construção de novas estruturas de linguagem com a participação de usuários proativos demonstra que a internet é bem mais do que o caos informacional apregoado por muitos acadêmicos de alta estirpe. Na verdade esse advento foi uma alternativa mais do que válida e aprovada pela sociedade aos modelos tradicionais e desgastados de acesso à informação, como a televisão, o rádio, as bibliotecas e jornais, tanto é que os próprios estão sendo obrigados a se reinventar em um ritmo de urgência para evitar a própria obsolescência. Além disso, ao ignorar o “politicamente correto” das plataformas tradicionais, as pessoas articuladas pela web recuperaram uma capacidade que começava a se tornar rara: a de rir.

Memes de sucesso

(1) Trollface: foi criada por Carlos Ramirez (Whynne), um usuário do DeviantArt (site onde artistas de todo o mundo divulgam seus trabalhos) em 2008 e se tornou popular no 4chan. A expressão irônica com o sorriso largo, olhos estreitos e traços grosseiros indica a satisfação ante a irritação de outra pessoa.
 
 
   (2) Success kid: Sammy tinha apenas 11 meses quando foi tirada essa foto na praia, em 2007. A boca e a mão cerradas, salpicadas de areia, lembram uma expressão de vitória, o que foi suficiente para que a imagem se espalhasse pela rede com diversas histórias descritas apenas pela hilária expressão. Hoje Sammy tem 4 anos… será que ele vai fazer essa mesma cara quando tiver idade para saber que uma foto sua percorreu a internet?
 
 
  (3) Forever alone: quem nunca se sentiu só nessa vida, às vezes por períodos tão prolongados que a sensação é de uma eternidade de solidão? Sua origem é desconhecida, mas a postagem mais antiga com o forever alone data de abril de 2010, no 4chan. Às vezes a nomenclatura é alterada para se adaptar melhor à situação (forever a kraken, ou forever a scone).
 
 
   (4) Like a boss: às vezes conseguimos fazer uma coisa tão bem feita que nos enchemos de orgulho por um momento. Por vezes essa emoção é descrita por uma rage comic – de nome indecoroso -, outras por fotografias de situações características, como beijar a namorada durante uma manobra na motocicleta.
   (5) Philosoraptor: era para ser apenas a estampa de uma camiseta, mas a imagem do velociraptor em pose de questionamento caiu nas graças dos usuários do 4chan. Foi desenhado em 2008 pela loja online Lonely Dinosaur e rapidamente se espalhou pela web junto a questionamentos metafísicos e filosóficos essenciais acerca da existência, tais como: “se uma pessoa com múltiplas personalidades ameaça se suicidar, essa é considerada uma situação de sequestro?”

Sugestões de leitura

Pierre Lévy:
A inteligência coletiva – por uma antropologia do ciberespaço

Richard Dawkins:
O gene egoísta