O design é influenciador nos processos de escolha das marcas

Fonte: http://mundodomarketing.com.br

Postado por Ricardo Leite – 05/07/2012

Você já fez uma reflexão sobre o seu processo de escolha de algo? Pense agora nos produtos que despertaram a sua atenção nos últimos tempos. Em seguida, pense naqueles que conquistaram o seu desejo de tê-los. No âmbito dos serviços, pense sobre os seus hábitos e o porquê dessas preferências. Em qual supermercado você faz compras ou qual posto gosta de abastecer seu carro?

Sabemos que as escolhas que fazemos são moldadas por diversos motivos. Esse processo está relacionado a vários fatores: o senso de urgência – a famosa pressa – pode nos fazer optar pelo que está mais próximo, a falta de dinheiro nos conduz ao que tem o melhor preço e assim por diante.

Agora tente fazer uma escolha “pura” – se é que isto existe. Posso imaginar que você orienta-se pelas marcas que conhece e respeita, certo? Portanto, marcas existem pelo que elas representam e são um atalho mental para uma série de associações. Marcas existem em nossas mentes. Pense agora no símbolo da Nike… Ele é imediatamente reconhecido, não é? Assim como o logo da Coca Cola, da Oi, da GloboNews ou de qualquer outra marca forte. É muito mais rápido reconhecer a marca vendo o seu logo do que vendo uma palavra escrita. O logo, portanto, é o atalho do atalho mental.

Mas o que acontece se não conheço uma marca e, por consequência, não associo nada àquele logo estampado sobre o produto diante dos meus olhos? Nesse momento, o design dos produtos em si ou de suas embalagens serão o maior fator influenciador de minhas escolhas. Para ilustrar o que disse, imagine-se numa gôndola de mercado diante de vários azeites extravirgens, todos de marcas desconhecidas.

A forma dos frascos e seus rótulos serão responsáveis pela percepção de qualidade e serão efetivos para a sua decisão de compra. Se não conhecemos marcas, se preço não é um problema e não posso experimentar o produto, o que me resta além do design para escolher? Radicalizando, mentalize a hipótese de um azeite ter uma embalagem belíssima e a do outro fabricante ser feia. Bem, o produto mal-acabado me deixa crer que se aquele fabricante não respeita o seu próprio produto, também não me dá a importância que eu mereço. Certamente será escolhido o que se apresentou com design superior.

Quando alguma marca faz um pequeno investimento em design, seja no aprimoramento dos aspectos formais de seus produtos, seja na otimização do sistema de atendimento dos serviços ou no planejamento de uma experiência diferenciada no ponto de venda, o resultado comercial aparece, pois o mundo está de tal forma abarrotado de mesmices que um pequeno movimento virtuoso faz uma grande diferença. Quando empresas adotam o design como parte de suas estratégias, o resultado é inquestionavelmente percebido pelo consumidor, e o resultado positivo é nítido e vantajoso.

Procure lembrar-se de quais foram as vezes que recentemente você teve uma sensação de encantamento ao deparar-se com um produto. Reflita como essa magia está largamente associada às soluções de design que ativam o processo de satisfação consciente e inconsciente, relacionando aparência e valor.

O design posiciona rapidamente marcas, produtos e serviços, deixando-nos saber se eles nos interessam. Uma cadeira de escritório, por exemplo, possui o significado de trabalho. Experimente colocá-la num bar, por exemplo, e verá com ficará dissonante – ou talvez deixe o ambiente estranhamente criativo. Uma capa de revista com muitas cores, títulos grandes e uso de splashs associa rapidamente a publicação como popular, enquanto outra com uma foto em preto e branco e poucos títulos colocados de modo mais discreto dá um ar mais sofisticado à publicação.

O que permite a leitura desses significados associativos é o design apresentado. Suponha, por fim, que depois de grandes investimentos financeiros em pesquisa e produção de um produto, ele seja lançado sem um bom design, com solução equivocada e pouco adequada para estabelecer o relacionamento simbólico apropriado com seus consumidores. Pode ser fatal…

Além dos aspectos formais, os próprios materiais usados para a confecção dos produtos também traduzem significados diferentes e influenciarão, de modo efetivo, nossas escolhas. Utilizar madeira numa loja pode deixá-la mais aconchegante. Se for madeira rústica, trará um espírito artesanal e humano para o ambiente. Já metais e vidros podem fazer um belo contraste compondo associações à tecnologia. O uso de determinada tipografia num folder, cartaz ou capa de livro induzirá a compreensão de um dado estilo de mensagem antes mesmo de o público ter lido qualquer palavra.

O mesmo se aplica a cores, relações espaciais de tamanhos, proporções ou aspectos sensoriais. A percepção que se tem de algo é decorrente de bem mais do que a coisa é em si. Nossas avaliações são decorrentes de aspectos cognitivos, muitas vezes inconscientes, e extrapolam o que racionalizamos a partir do que temos diante de nós.

Assim como no design de ambientes físicos os designers projetam pensando nos fluxos possíveis dos clientes, quando interagimos com ambientes digitais, a navegação intuitiva e rápida é razão de muitos estudos. Novamente o design de interfaces inclui as questões semânticas de cores, formas, posicionamento etc. Interfaces bem resolvidas estimulam a permanência, orientam a leitura e promovem percepção de valor. Da mesma forma que não escolhemos produtos de design mal-acabado, não navegamos em sites, portais ou blogs poluídos e confusos.

Experimente tirar os produtos de suas embalagens e veja se ainda consegue identificá-los. Pegue produtos similares de marcas diferentes e retire-os de suas embalagens. Coloque Coca-Cola e Pepsi em dois copos e misteriosamente esses produtos icônicos perdem a maior parte da sua magia. Pães de forma ou pós de café ficam idênticos, não é mesmo? Ou duas marcas de sabão em pó…  Sem a ajuda do design, tornam-se apenas… os próprios produtos. E ficará impossível identificá-los para escolher e comprar!

Se você esconder a maçã de um iPhone ou iPad, ainda assim, reconhecerá aqueles aparelhos como sendo da Apple. Pegue a maioria dos celulares ou tablets e faça o mesmo e veja como é difícil reconhecer as marcas de seus fabricantes. Isso acontece porque os produtos da Apple possuem excelência em design e, por isso, são muito valorizados pelas pessoas, despertando o desejo de tê-los. Ao apresentarem personalidade exclusiva, transferem essa virtude para os seus clientes.

Alguém já disse que o design é a inteligência da marca deixada visível. Eu acrescentaria que também é a experiência da marca tangibilizada. Entre dois produtos iguais, com design bom ou ruim, escolheremos o que possuir a melhor solução. E como preço tende a deixar de ser um grande diferencial, o design estará cada vez mais isolado como última fronteira dos processos de escolhas.

Sem informação não há criação!

(Imagem de http://www.sargentsfineart.com)

O sucesso pleno de um projeto de design online, off-line e de uma campanha publicitária, além da criatividade da equipe envolvida no projeto, se deve muito a elaboração de um bom briefing. Essa é, ou pelo menos deveria, ser a etapa inicial e uma das mais importantes realizadas pelo atendimento junto ao cliente, é o momento de conhecer melhor a empresa, os serviços e/ou produtos oferecidos e as expectativas do cliente em relação ao resultado final do projeto.

Um briefing bem elaborado direciona o trabalho do criativo com foco em atender a expectativa do cliente, tendo maiores possibilidades de aprovação com o mínimo de alterações no projeto, evitando assim o retrabalho que é o grande vilão responsável, na maioria das vezes, pelos  atrasos na entrega do projeto final com prazos já tão apertados.

Os tópicos a seguir para a  elaboração de um briefing são fundamentais para direcionar melhor o trabalho do profissional de criação:

1 – Objetivos do Projeto

Informações sobre o objetivo a ser atingido com a implementação do novo projeto, que pode ser: mudança de identidade visual, lançamento de produto, novo posicionamento da marca em relação a concorrência, são diversas as possibilidades.

2 – Concorrentes

Conhecer ao máximo pelo menos três concorrentes diretos, observando aspectos técnicos do produto, sistemas de produção, o diferencial de cada um e o posicionamento das marcas no mercado.

3 – Informações sobre a empresa

Informações sobre a empresa como: sua história desde a fundação, missão, valores, infraestrutura e o histórico de ações desenvolvidas no passado.

4 – Detalhes técnicos do produto e/ou serviço (lançamento)

Detalhes técnicos, assim como o máximo de informações possíveis sobre produto e/ou serviço são importantes para destacar como diferenciais na comunicação.

5 – Oportunidade de mercado

Análise do mercado no segmento de atuação da empresa para identificar a oportunidade para lançamento de um novo produto e/ou serviço.

6 – Posicionamento da marca em relação à concorrência

Existem diversas marcas e produtos similares no mercado, mas qual o posicionamento da marca em relação à concorrência? O que a faz estar nessa posição? Quais seus diferenciais?

7 – Público-Alvo  (Target)

Quem é o público-alvo? Essa é a umas das principais questões para a criação de peças impactantes que “conversem“ de forma eficiente com o público a ser atingido.

8 – Abrangência geográfica

A ação será regional? Ou em todo o território nacional? Ou ainda, será uma campanha internacional? São informações importantes para adequação cultural do projeto que será visível nas peças desenvolvidas.

9 – Visual

Definir o visual da campanha de acordo com a mensagem que a empresa quer passar. Algumas empresas tem restrição no uso de algumas cores, por exemplo, para essas informações o ideal é ter acesso ao Manual de Identidade Visual da empresa, esse material ajuda muito na elaboração dos layouts no processo criativo, é possível saber o que pode e o que não pode ser feito.

10 – Expectativa em relação ao público-alvo

O que o cliente espera ter como resultado com a implementação do projeto. Prever como será a receptividade do público-alvo.

11 – Considerações gerais das ações no meio digital e impresso

Nas considerações gerais informar o que foi definido com o cliente em relação às ações no meio digital e impresso, quais peças serão divulgadas em cada meio e como as ações serão conduzidas.

12 – Cronograma

Elaboração de um cronograma com todas as etapas para desenvolvimento do projeto desde o primeiro contato com o cliente até a entrega do projeto final.

Fonte: http://midiaria.wordpress.com

Google cria serviço para pesquisas online

Fonte: http://www.proxxima.com.br

Google Consumer Surveys disponibiliza pesquisas e resultados precisos, mas com custos por número de respostas

O Google Consumer Surveys nasce com objetivo de entregar pesquisas e resultados precisos sobre qualquer coisa que você ou sua empresa queira descobrir. Uma análise com base operacional no modelo Crowndsourcing tem um custo variável de acordo com o número de respostas. O canal virtual disponibiliza rapidamente (no site fala em minutos) relatórios e gráficos por meio de respostas gerias (população dos Estados Unidos) ou segmentação demográfica.

Você sabe como preparar uma apresentação encantadora?

As apresentações são ferramentas excepcionais de comunicação, seja em ambientes profissionais, sociais, acadêmicos ou até em situações particulares, e para obter resultados em sua aplicação, é necessária sua construção de forma eficiente e criteriosa. Cada particularidade, já mencionada em outros artigos de nosso Blog, deve ser bem planejada e com o apresentador preparado para ministrá-la.

Hoje estaremos compartilhando com vocês um artigo postado no site  http://www.administradores.com.br e que trata deste assunto. Leiam e aproveitem as dicas:

 Como preparar uma apresentação encantadora?

Apresentação. Por mais que essa palavrinha cause verdadeiros calafrios em algumas pessoas, todas, independente da área, precisam apresentar algum trabalho em um momento de suas vidas.

Quando estamos na universidade ou atuando em determinadas áreas profissionais, fazer uma apresentação torna-se algo ainda mais frequente. No entanto, muitos sentem dificuldade para transmitir o conteúdo e transformam esse momento em um verdadeiro suplício para quem está assistindo e para ele mesmo.

“Traduzir para o papel uma ideia não é uma tarefa fácil. Por isso, constantemente vemos boas ideias não serem bem transmitidas. Às vezes fica uma repetição de textos que cansam o leitor e no final não entregam o que prometeram”, lembra Manuela Baraad, sócia da Bistrô de Ideias, empresa especializada em preparar apresentações.

Caso você tenha se identificado com a situação acima, calma, temos uma boa notícia: não é preciso nascer com um dom para fazer boas apresentações. Muito se deve ao treino e a união entre o visual e a forma como o conteúdo é transmitido. “Quando tudo funciona em perfeita sintonia, a mensagem ganha mais força e clareza. O padrão visual tem um papel muito mais importante que apenas a estética da apresentação. É ele que direciona o tom da comunicação e ajuda a atrair a atenção do expectador”, ressalta Manuela Baraad.


Acadêmicas x profissionais

Muitos não sabem, mas as construções das apresentações profissionais e das acadêmicas seguem a mesma linha de preparo. As diferenças irão aparecer dependendo do assunto que será abordado.

“Por exemplo, uma apresentação acadêmica tende a ter um conteúdo mais denso e extenso e por isso será mais técnica que uma apresentação profissional. Já nas apresentações profissionais atuais, um dos pré-requisitos é que deve ser apresentada em cada vez menos tempo, porém com a mesma qualidade. Isto exige uma maior utilização de recursos visuais, imagens impactantes e foco na informação principal”, ressalta a especialista Manuela.

Os torturadores das apresentações

Sem sombra de dúvida, as imagens de clip-art, excesso de textos e exagero nos efeitos visuais são alguns dos grandes torturadores nas apresentações de PowerPoint. No entanto, não são apenas eles.

“Podemos destacar também a falta de objetividade. Apresentações muito grandes, beirando muitas vezes a prolixidade, cansam o leitor e na maioria das vezes poderiam passar a mesma mensagem, explorando melhor a informação a ser passada. O tempo destinado a uma apresentação faz parte do sucesso dela”, destaca a sócia da Bistrô de Ideias.

Criando apresentações encantadoras

As apresentações de Steve Jobs sobre os lançamentos da Apple eram memoráveis e conseguiam prender e encantar a todos que assistiam. E o segredo delas estava em transmitir um conteúdo aparentemente complexo em algo simples e marcante.

“Jobs e sua equipe foram capazes de dissecar informações técnicas chegando à raiz da questão e transformando tudo em uma imagem que diz tudo sobre o produto. A Apple conseguiu apresentar o MacBookAir apenas mostrando que cabe em um envelope e o IPod dizendo quantas músicas cabiam em seu bolso, sem cair na tentação de apresentar todos os seus detalhes técnicos”, afirma Manuela. E a especialista deixa uma reflexão bem simples sobre o assunto: “A tentação de mostrar os mínimos detalhes é enorme, principalmente para aqueles que estão envolvidos no projeto, mas para quem está assistindo terá o mesmo impacto?”.

Dicas para montar sua apresentação

Com a colaboração da Manuela Baraad, o portal Administradores elaborou algumas dicas para você fazer excelentes apresentações. Lembre-se, o tempo de preparação de uma boa apresentação irá depender do tamanho e da informação que será desenvolvida.

Confira abaixo:

Uma ótima apresentação a todos!

Criação e Desenvolvimento de Slides em Power Point – Estilo R2

Olá pessoal,

A criação de uma apresentação pode parecer simples e fácil, mas, como todas as tarefas, deve ter um planejamento inicial, que vai possibilitar o inicio do processo criativo. Cada passo deve ser cuidadosamente preparado sob pena de ter dificuldades em suas execução até a sua conclusão.

A R2 Creative não foge destas premissas e procura seguir cada passo para obter o melhor resultado.

A partir da necessidade de um cliente, inicia-se o que chamamos de processo criativo, onde cada componente da futura apresentação é idealizado a partir de condições pré-estabelecidas que facilitarão a sua composição e desenvolvimento.

A partir deste momento inicia-se a busca destes componentes, que estarão sendo escolhidos de acordo com uma série de fatores como: Identidade Visual, Cores, Estilo, Templates, Modelos de negócios, Estrutura de projetos, Mensagens diretas e subliminares, Aplicações para o visual, etc.

Após a fase de planejamento e estudos inicia-se o que chamamos de aplicação do Processo Criativo, que compreende atividades de:

  • Pesquisas de imagens
  • Pesquisas das ações do cliente e sua área de atuação
  • Desenvolvimento de templates (capa, slides mestres e final)
  • Definição de textos
  • Trabalhando as imagens e texto em aplicativos (photoshop, corel draw, etc)
  • Inserção das imagens e textos nos slides Power Point
  • Diagramação e estética dos componentes
  • Inserção de efeitos e transições
  • Inserção de filmes e sons (quando necessários)
  • Desenvolvimento conjunto com nosso cliente em algumas etapas de construção
  • Avaliação interna por outra pessoa da área de criação
  • Envio definitivo para o cliente
  • Aceitação do cliente

Após estas fases e a aceitação do nosso trabalho, concedemos um Bônus que facilitará ajustes futuros por um prazo determinado sem ônus para nossos clientes.

Cada fase e relacionamento torna-se indispensável para o sucesso de nossas ações. Sem elas não será possível realizar com a qualidade que nossos clientes necessitam.

A qualidade visual torna-se indispensável quando desejamos nos comunicar com eficiência e eficácia, sendo fator importante em nossa comunicação com o mercado.

A R2 Creative se preocupa com estas condições e é por isso que realiza excelentes trabalhos, proporcionando ótimos resultados a nossos clientes.

Peça um orçamento sem compromissos! Você vai se supreender!

Baixe nossa apresentação e conheça um de nossos estilos: www.r2creative.com.br/apresentacao_r2creative.zip

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O que é Identidade Visual?

Imagem de: http://www.georgianc.on.ca

Identidade visual é o conjunto de elementos formais que representa visualmente, e de forma sistematizada, um nome, ideia, produto, empresa, instituição ou serviço. Esse conjunto de elementos costuma ter como base o logotipo, um símbolo visual , ícone e conjunto de cores.

A confecção de um logotipo ou de um símbolo visual capaz de representar a assinatura institucional da empresa deve ser estabelecido através de um documento técnico ao qual os designers nomearam de manual da identidade visual. Esse documento serve para estabelecer normas e critérios técnicos de reprodução da marca nos mais variados suportes existentes no atual estado da técnica como por exemplo: suportes gráficos (impressão) e suportes eletrônicos (interfaces).

Fonte: http://pt.wikipedia.org

A identidade visual torna-se um dos mais importantes fatores que podem transformar um empreendimento, um negócio, um projeto, etc., e uma das etapas fundamentais para compô-lo, é a criação de um Manual de Identidade Visual que compõe:

  1. os aspectos formais da marca – ou seja os elementos que compõe o símbolo gráfico e as variações formais da marca: por exemplo, para uma marca representada por uma imagem fotográfica deve ser apresentado tal imagem nos padrões monocromático, preto e branco, tons de cinza, fotográfico uma versão digitalizada ou seja uma versão vetorial da marca nas mesmas variações formais: monocromática, preto e branco, tons de cinza, chapado.
  2. apresentar as variações da assinatura da marca: padrão de assinatura horizontal, padrão de assinatura vertical e variações formais da assinatura com slogan e sem slogan. Algumas marca contém slogan, outras não. Assim como algumas marcas são compostas simplesmente pelo nome da empresa (Coca-Cola, IBM, Microsoft). É imprescindível apresentar tais características da marca e sustentar uma utilização padronizada.
  3. apresentar aspectos técnicos da marca: cor (pantone, rgb, cmyk, hexadecimal), fonte, dimensões, direção, etc.
  4. apresentar o padrão de utilização da marca em todo o material institucional previsto pela empresa: papel timbrado, envelope, etiqueta, adesivo, embalagem, objetos, uniforme, rótulo, frota etc.
  5. determinar dimensões mínimas e máximas para a impressão
  6. regularizar a utilização da marca em fundo colorido, preto, branco e monocromáticos.
  7. apresentar situações a serem evitadas.

Ou seja identidade é o conjunto de caracteres proprios e exclusivos com os quais se podem diferenciar pessoas

Fonte: http://pt.wikipedia.org

Pense nisso quando estiver planejando sua empresa ou projeto. A R2 Creative recomenda!

Apresentações Power Point – Soluções Pessoais e Empresariais

Vai chegando o final do ano e, enquanto muitas pessoas já estão aguardando tranquilamente o tão esperado período de férias, várias outras delas ainda estão organizando e terminando diversos afazes como trabalhos de escola, apresentação de tcc de faculdade, ou até mesmo estão dando os toques finais em algum projeto que deverá ser apresentado no seu local de trabalho. Vale destacar que muitas dessas tarefas são realizadas através da apresentação power point, por meio de apresentações de slides e outros quadros com animações de computador. Sempre neste período do ano, trabalhadores e estudantes de todas as regiões do país se encontram enrolados com algumas dessas atividades escolares ou da empresa onde elas trabalham, ou ainda, em ambos, isto é, encontra-se atolada com trabalhos de faculdade, além de tarefas para ser apresentada em alguma reunião da sua empresa.

Pois bem, por conta desses afazeres que todos nós devemos conhecer os diversos tipos de mecanismos e programas de informática voltados para estes tipos de trabalho, como os projetores, também conhecidos como Datashow, que são usados para se projetar a imagem da tela do computador em algum outro tipo especial de tela com tamanho em polegadas muito superior aos monitores de computadores, e ainda, os antigos e porém ainda muito utilizados retroprojetores, que são destinados para a projeção de fotos, testos e imagens solidas e sem movimentos, gravadas em uma película especial, que são projetadas em paredes e telas especiais, e, talvez uma doa mais importantes ferramentas para esses trabalhos, não podemos esquecer das apresentações de power point.

Apresentação Power Point
Apresentação Power Point

O Power Point para apresentação é um software muito utilizado tanto por estudantes e professores, quanto por profissionais de diversas áreas e setores empresarias. Este software é um aplicativo destinado para a plataforma Windows, cuja finalidade é a de se criar slides para apresentações em projeções. Neste programa podemos encontrar diversos recursos e utilitários que podem ser usados para facilitar a criação de suas apresentações, bem como ainda se poderão acrescentar diversos itens especiais como imagens de fundo, cores, animações, sons e outros detalhes que atribuirão maiores valores aos trabalhos realizados, deixando-os com um aspecto extremamente positivo e que certamente prenderá a atenção de todos que assistirem no point a apresentação power do seu trabalho.

Arte para Template

Através desse programa de criação de slides power point e apresentação em telas de grandes polegadas, a vida acadêmica dos estudantes e dos profissionais que dele se utilizam, de fato serão mais facilitadas, na medida em que esta ferramenta de trabalho tornará possível a criação de trabalhos melhores organizados e com recursos especiais de sons e imagens em movimentos. Portanto, conclua o seu trabalho em uma apresentação no power point e ganhe muito mais prestígio e pontos para a sua vida profissional e acadêmica.

(http://www.culturamix.com/tecnologia)

R2 Creative: Especializados na Criação e Desenvolvimento de Apresentações de Alto Nível e Impacto Visual!

FINAL DE ANO

Apresentações de PowerPoint são nova maneira de distribuir informações pela web 2.0

Escrito por Wilame Lima 03 de Janeiro de 2011

Consultor em Comunicação e Novas Mídias explica como as empresas tendem a se preocupar mais com a qualidade dos materiais produzidos pelos seus executivos.

As empresas estão cada vez mais preocupadas com suas imagens perante seus vários clientes. Com a web 2.0, é mais do que normal que os cuidados em torno do marketing de seus produtos e serviços aumentem. Nesta realidade, o PowerPoint também ganha status de mídia graças ao aumento da veiculação de apresentações pela rede e ao surgimento de sites como o SlideShare. O contexto passa a exigir então um novo profissional: o consultor de Comunicação e Marketing preparado para lidar com o surgimento de suportes em potencial e com os já existentes.

“O PowerPoint pode ser encarado como um destes novos suportes”, explica o consultor Wilame Lima, especialista em novas mídias e em conteúdo 2.0. Por muito tempo relegado às reuniões e congressos, ele agora assume um status de transmissor de informações de grande importância e desafia às empresas na medida em que exige tantos cuidados relacionados à comunicação visual quanto outros itens de papelaria básica.

Se antes um arquivo de PowerPoint era tratado como um mero arquivo, utilizado apenas para transmitir informações básicas em congressos, seminários e reuniões de equipe; hoje a realidade é diferente. “É muito fácil notar quando uma empresa tem cuidado com os materiais que produz: um PowerPoint bem elaborado pode ser comparado a um cartão de visitas do executivo quando este vai a uma palestra ou realiza uma reunião com um cliente em potencial, porém com uma diferença, o cartão de visitas não pode ser considerado um portfólio básico do profissional e não carrega informações sobre os métodos de trabalho da empresa”, diz Wilame.

Por isso que hoje já existem agências e consultorias inteiramente dedicadas ao PowerPoint e à elaboração destes documentos. E o mercado de empresas interessadas em melhorar suas apresentações aumentou. Em parte, isto se deve á preocupação com a qualidade das informações que circulam pela rede por meio destas apresentações. Por outro lado, existe uma forte tendência de que o compartilhamento de mídia se dê em torno de arquivos de simples manuseio e com acessibilidade quase universal, como os formatos pdf, doc e ppt.

A popularização de redes sociais como o SlideShare também deu vida nova ao PowerPoint. “As pessoas realmente se esforçam para construir apresentações de alto impacto. Antigamente o que se via eram muitas apresentações baseadas em modelos básicos distribuídos pelo Microsoft Office e os tradicionais ‘bullet points’. As apresentações de hoje são um show de imagens, ilustrações e efeitos visuais fortes e impactantes, que se destacam durante uma palestra onde se reúnem potenciais compradores e clientes”, destaca o consultor Wilame Lima.

O formato ppt é uma das apostas da internet. Existem artigos e ensaios que elegem a plataforma como uma das melhores ferramentas de ensino e para a transmissão de conteúdo. Porém, ainda existe uma clara subutilização do potencial de construção de uma apresentação. “A linguagem do PowerPoint é diferente de outras, como a da web. O problema é que as pessoas estão habituadas a repetir a forma como se comunicam em diferentes plataformas e o resultado costuma ser pobre”, diz o consultor. Ninguém escreve uma carta da mesma maneira como redige um email. Esta deveria ser uma preocupação do profissional que se dispõe a elaborar um PowerPoint.

Para o consultor Wilame Lima, existe uma forte tendência de crescimento da preocupação das empresas em elaborar apresentações de sucesso, da mesma maneira como investem em seus websites ou material gráfico. A partir do momento em que uma informação deixa a empresa por meio da internet, torna-se impossível controlar quem pode vê-la e qual a forma como o cliente pode interpretar o que vê. PowerPoints mal elaborados podem ser sinal de desleixo. Para Wilame, a lição aqui é simples: “cuide da sua apresentação de PowerPoint da mesma maneira como cuidaria da sua logomarca”.

Website

http://www.wilamelima.xpg.com.br