Drones: Uma nova ferramenta a serviço do marketing

Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar um artigo sobre Drones, sendo utilizados cada vez mais em eventos e atividades que necessitem de sua capacidade de observação. Desejo a vocês uma boa leitura.

Fonte: http://promoview.com.br/

Uma nova tecnologia está entrando com força no mercado do live marketing e traz um ar de surpresa para as ações que são realizadas nos eventos das marcas. São os drones.

Os aparelhos são designados como um Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) ou Veículo Aéreo Remotamente Pilotado (Varp), também chamado UAV (Unmanned Aerial Vehicle) e mais conhecido como drone, que em inglês significa zangão, e dá nome a todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada.

Esses aviões são controlados à distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humano.

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Normalmente utilizados em missões de inteligência militar como apoio de artilharia no campo de batalha, controle de mísseis de cruzeiro, atividades de patrulhamento urbano, costeiro, ambiental e de fronteiras, atividades de busca e resgate, ganharam destaque quando passaram a ser usados para coberturas em vídeo da imprensa mundial.

No meio do marketing promocional, estes aparelhos, que possuem diversos tamanhos, estão cada vez mais presentes na forma de apresentar produtos e experiências novas.

Recentemente, na  Campus Party, a Globo News (Globo Universidade) realizou uma ação de live marketing em que um drone distribuía brindes aos participantes. Os “kits de sobrevivência” incluíram massagens, cafés da manhã e outras ações para tornar a semana dos jovens acampados no evento mais confortável.

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Para apresentar a nova linha de notebooks, a agência Tudo também recorreu à tecnologia no evento para a Samsung. Os lançamentos da marca chegavam ao local carregados por drones que atravessaram uma plateia com mais de 200 convidados.

Além de trazer a novidade, os aparelhos executaram uma coreografia, integrados com uma projeção em uma supertela no palco, para entreter os convidados durante um vídeo com a apresentação do produto.

Veja o vídeo da ação abaixo:

De acordo com a agência Tudo, o objetivo era impactar o público demonstrando a mobilidade e a leveza dos notebooks.

Há 29 anos sem título, a Portela apostou em tradição e tecnologia para tentar vencer em 2014. A comissão de frente trouxe um drone em formato de águia, que percorreu toda a avenida saudando o público. Neste ano, a escola homenageou a cidade do Rio de Janeiro, com o enredo “Um Rio de mar a mar: do Valongo à Glória de São Sebastião”, do carnavalesco Alexandre Louzada.

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Também quem esteve utilizando o aparelho nas festas carnavalescas foi a Skol. A marca que patrocinou e promoveu as diversões no Brasil, utilizou drones para captar imagens exclusivas e inusitadas durante os seis dias de folia.

Salvador (BA), Florianópolis (SC), Ouro Preto (MG), Recife (PE) e Olinda (PE) foram as cidades escolhidas para receber os aparelhos durante o feriado.

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está em trâmites para tornar comum o uso destas pequenas aeronaves em eventos que não sejam experimentais; a discussão da proposta junto aos interessados do setor tem a finalidade de aprimorar a regulamentação.

Em fevereiro, a Anac realizou um evento que fez parte do processo de desenvolvimento do ato normativo da regulamentação. Os estudos para elaboração deste documento se iniciaram no começo do segundo semestre de 2013.

Em seu portal, a Anac divulgou que o normativo proposto ainda será submetido à audiência pública, oportunidade na qual qualquer interessado poderá encaminhar contribuições. Depois de analisadas, a minuta de regulamento será apresentada para deliberação da diretoria colegiada da agência. A realização da audiência pública e a publicação da norma está prevista para ocorrer ainda neste ano.

Toda essa discussão trata da utilização comercial e corporativa dos RPA’s, como serão chamados os drones, em áreas segregadas, pois a agência exige normas mais rigorosas para operações com aeronaves de maior porte.

Na regulamentação assuntos como segurança, tamanho do aparelho e nomenclatura serão discutidos e liberados para uso de acordo seu tamanho e também para que seja diferenciado do original que tem uso exclusivo militar.

Por Amaní Cruz.

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Construtoras apostam em tecnologia para aumentar vendas

Empresas apostam em experiências lúdicas de imersão para atrair compradores para empreendimentos de luxo. Investimentos costumam equivaler ao valor de uma unidade do prédio.

Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing

Os preços altos dos imóveis e a inflação estão levando a compra da casa própria para o final da lista de prioridades de muitos brasileiros. As imobiliárias, por sua vez, focam em quem ainda tem potencial de compra e, para atingir essa parcela da população, investem em empreendimentos de alto padrão, com apartamentos que variam de 100 a 900 metros quadrados, inseridos em estruturas de serviços e lazer diversificados. Para driblar a insegurança dos consumidores e continuar vendendo, as empresas do ramo lançam mão de tecnologias de ponta para gerar experiência e convencer por meio da emoção.

Os novos dispositivos e a proximidade com o universo digital abrem caminho para as vendas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, onde um apartamento novo de 50 metros quadrados não saiu por menos de R$ 300 mil em 2013. Comprar uma unidade na planta custou 9% mais caro do que no ano anterior, de acordo com uma pesquisa da Lopes Consultoria e Intermediação Imobiliária. Em 2014, ao contrário do que os consumidores desejam, o mercado ainda não dá sinais de queda nos preços e as regiões mais procuradas mantém a valorização.  Na jornada de convencimento do shopper, as equipes de venda somam aspectos técnicos como metragem, mapas, infraestrutura e condições de pagamento a experiências lúdicas.

As companhias investem em simuladores de voo, realidade aumentada, imagens aéreas e cinema 3D. “Em 2014, as vendas de imóveis de primeira locação já estão cerca de 30% abaixo do acumulado dos quatro primeiros meses do ano passado. As tecnologias fazem com que o cliente se sinta especial, estimulando a compra de um produto caro e que não será palpável de imediato. O que impera é a ideia do encantamento”, diz Gilberto Braga Professor de Finanças do IBMEC Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A personalização é essencial

As experiências inusitadas, na maioria dos casos, ainda estão restritas ao carro-chefe das maiores construtoras. Isso acontece porque o novo investimento equivale em média ao preço de uma unidade do projeto. Sendo assim, as construtoras dão preferência aos projetos maiores e com tíquete médio mais elevado por unidade. “Os valores não são absurdos quando comparados com anúncios em televisão ou jornais de grande circulação, mas mesmo assim o investimento em tecnologia representa uma mudança no mix de divulgação”, diz Gilberto Braga.

Seis meses de uma ativação com projeção em 3D, por exemplo, podem custar até R$ 900 mil. Esse é o preço da personalização que diferencia o empreendimento dos demais. O aumento da demanda já leva companhias a se especializarem na criação de espaços interativos para stands de vendas, como a Volcano Hotmind. Entre as experiências de imersão criadas pela empresa está uma cúpula de projeção de vídeos em 360º feita para a Odebrecht. O projeto garante ao cliente a sensação de estar dentro do projeto, antes mesmo da obra ser iniciada.

Todas as soluções são pensadas de forma individual. “Ao desenvolvermos um estande de venda, não oferecemos à construtora produtos prontos, de prateleira. Somos uma empresa de criação e produzimos a partir do problema que o cliente nos apresenta de forma individualizada”, comenta Paulo Blassioli, Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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De olho no cliente conectado
Esse posicionamento tecnológico pretende fundir o processo de compra nos ambientes on e offline para se aproximar do comportamento dos consumidores contemporâneos e, assim, atender melhor às suas demandas. “As pessoas estão diariamente conectadas, o que levou o mercado a sentir a necessidade de se adaptar e trazer ferramentas que saíssem do papel e estivessem alinhadas a um DNA inovador. Na Gafisa, todas as ações pensadas para o ponto de venda são automaticamente adaptadas para as redes sociais e para os dispositivos móveis. O consumidor está mais exigente e é menos impactado pela mídia tradicional”, analisa Érika Fugiwara, Gerente Geral de Marketing da Gafisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para chegar ao bolso do consumidor, as construtoras focam primeiro no seu coração. Na divulgação de um novo projeto, os tradicionais banners, maquetes e apartamentos decorados não são mais suficientes. As construtoras passam a competir entre si para surpreender o consumidor e lançam mão de estratégias que misturam games, realidade aumentada e entretenimento. “A visita a um projeto se torna divertida. A experiência agrada desde crianças de cinco ou seis anos que vão junto com os pais até a terceira idade. É como ir à Disney, todo mundo gosta”, comenta Paulo Blassioli.

Para a Gafisa, a solução foi a simulação de um voo de balão em 3D que permitia conhecer a área verde e as particularidades do bairro de Vila São Francisco, em São Paulo, onde o empreendimento Lorian Boulevard estava sendo erguido. “O cliente entra com outro humor no stand e fica mais aberto a negociação porque já teve uma experiência legal. Oferecemos outra visão do stand, o que viabiliza uma aproximação diferenciada por parte do corretor”, diz o Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind.

Mercado de luxo tem corretores cada vez mais sutis
A experimentação prévia do consumidor em simuladores online e as consultorias por meio de chats elevam a expectativa com relação ao atendimento físico, especialmente para os empreendimentos de luxo. A construtora HDauff, que tem seu foco neste tipo de imóvel, também investiu na criação de entusiasmo nos clientes por meio de um vídeo em 3D que simula um tour pelo empreendimento. A produção foi semelhante a de um filme para o cinema com direito a reuniões de roteiro e produção. O investimento se justifica à medida que o cliente começa a visualizar o empreendimento de forma mais realista.

O contato pessoal com a construtora não tem mais apenas a função de informar sobre os processos de compra e sim de gerar experiências emocionais e sensoriais. “Atualmente o consumidor tem bastante informação sobre o mercado imobiliário. Quando chega ao stand já sabe como é o bairro, se tem padaria e escolas boas e quanto custarão as parcelas do apartamento”, aponta Rafael Hawilla.

Esse novo padrão de comportamento tem demandas para além de questões tecnológicas e exige um novo posicionamento das equipes de vendas para se alcançar o convencimento. “Cada vez que lançamos um projeto, ocorre um novo treinamento para os consultores. No momento do contato interpessoal, a equipe de vendas deve ser sutil e evitar aspectos muito técnicos. Este é o momento de tocar na emoção, porque é o sentimento que impulsiona a decisão”, analisa o Rafael Hawilla é Diretor Vice Presidente da HDauff.

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O pós-venda também merece atenção
A aproximação entre as empresas e os compradores dos imóveis não fica mais restrita ao momento da compra. A manutenção do diálogo durante o processo de construção ajuda a minimizar a ansiedade dos futuros moradores e a solidificar a confiança na marca. A Tecnisa, que já investe em incrementos digitais desde 2002, quando iniciou suas vendas pela internet, agora aposta em inovação para o relacionamento com o consumidor. “Na prática do mercado, depois da venda, a única comunicação que o consumidor tem com as construtoras é o boleto que chega todos os meses”, diz Gustavo Reis, Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para se diferenciar a empresa passou a investir em rodadas de Fast Dating com foco em inovação. A ideia consiste na apresentação de projetos de empresas de pequeno porte para executivos da Tecnisa com a intenção de serem aplicados para melhorar diferentes áreas dentro da companhia. Um dos projetos mais recentes consiste na documentação da evolução da obra por meio de vídeos captados por drones. “De cara ficou evidente que valia a pena juntar esta tecnologia com relacionamento com o cliente, possibilitando que ele recebesse mensalmente um material com o que tem de novo na obra”, conta Gustavo Reis.

Os robôs fazem imagens aéreas das fases de construção. Essa é uma evolução digital das vistorias físicas que a construtora sempre promoveu com os clientes em seus canteiros de obra. A expectativa é de que em pouco tempo os compradores possam identificar particularidades de sua unidade com imagens reais da obra, por meio do smartphone ou do computador. “Isso é importante porque este é predominantemente o bem mais caro que a pessoa vai comprar na vida e existem muitas expectativas envolvidas. Antes, se alguém queria saber como estava uma obra, precisava passar em frente ao prédio”, aponta o Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa.

Veja as imagens captadas pelo drone da Tecnisa no empreendimento Parque Jardim das Perdizes:

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