A primeira lei do Novo Marketing

R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar mais uma publicação do pessoal da Resultados Digitais relacionado a ações de marketing.

Todo processo é dinâmico e está em constante mutação e este artigo vem mostrar que essa evolução não deve ficar somente na preparação ou planejamento, mas em ações efetivas durante estas fases, permitindo um alcance e resultados melhores para pessoas ou empresas.

Uma ótima leitura a todos!

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/ Por André Siqueira

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Indo um pouco mais fundo, cheguei a conclusão de que essa imagem retrata o que deveria ser a primeira lei do novo marketing.

A primeira lei do Novo Marketing: Empatia

Existem definições bastante complexas de empatia, mas como gostamos de simplificar, vamos ficar com a seguinte: empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Como gostam de dizer os americanos, é colocar o sapato do outro, entender onde o calo aperta.

Parece que muitos dos diretores de marketing de hoje se esquecem do que nossas mães nos ensinam desde pequenos: não faça com os outros aquilo que você não quer que façam com você.

Se colocar na posição de consumidor ao receber o marketing deve ser o primeiro passo antes de realizar qualquer ação. É preciso ser mais imparcial e acabar com a mania de achar que só porque é a sua empresa as pessoas vão gostar.

O que não funciona

Se você se colocar na posição de consumidor vai perceber que algumas coisas não funcionam:

  • Você odeia receber ligações de telemarketing, mala direta não solicitada e spam na caixa de emails.
  • Você não segue perfis no Twitter que não compartilham conteúdo relevante e não segue de volta qualquer spammer que comece a te seguir.
  • Você não gosta quando precisa de atendimento da empresa e não obtém nenhuma resposta.

O que funciona

Por outro lado, se pararmos para pensar em como agimos diariamente, vamos perceber diversas coisas que funcionam bem:

  • Você acompanha blogs relevantes da sua área de atuação e compartilha o conteúdo sempre que acha interessante.
  • Você fica feliz quando é bem atendido por uma empresa e ela resolve seus problemas.
  • Você segue somente as pessoas/empresas com quem você interage e te geram valor.

Conclusão

Se você já conhece o que é bom e o que não é, o que funciona e o que não funciona, por que então continuar investindo naquilo que não funciona?

Antes de executar a sua ação de marketing, sempre pense: o conteúdo vale o retweet? Eu marcaria o email como spam? Se fosse outra empresa que não a minha, essa ação teria relevância ou seria só mais um incômodo?

Nem sempre isso é suficiente, mas sem dúvida já é um ótimo começo.

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08 perguntas para sua estratégia de marketing de conteúdo

Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar uma publicação sobre marketing de conteúdo, tão divulgado e ativo que hoje movimenta milhões de pessoas e formas de comunicação por todo o planeta.

Apesar de simples, esperamos que os ajudem a entender melhor sobre esta importante atividade nos dias atuais.

Boa leitura!

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Fonte do artigo: http://marketingdeconteudo.com

Nem sempre ao traçar uma estratégia de marketing de conteúdo, os profissionais envolvidos respondem algumas perguntas básicas que são importantes para o sucesso. Por mais que elas pareçam simples, essas perguntas tocam pontos que podem se tornar críticos se não forem solucionados.

Por isso, fizemos uma lista com 8 perguntas para você se fazer. E se a resposta de algum deles não for positiva, mude o mais rápido possível.

1. Quais são os objetivos de sua estratégia de marketing de conteúdo?

A maioria das empresas não tem uma ideia clara de onde querem chegar com sua estratégia de marketing de conteúdo. Ainda pior, algumas delas sequer sabem onde podem chegar. Um objetivo não pode ser “vender mais” ou então “ter mais likes no Facebook”. É importante tê-los definidos, conhecer quais métricas serão usadas para mensurar o sucesso e acima de tudo, saber o que você tem que fazer para alcançá-lo.

2.  Sua estratégia de marketing de conteúdo está alinhada com a visão geral da empresa?

Qual o papel que seu marketing deverá desempenhar na sua empresa? Além de conhecer seus objetivos, é vital que eles estejam alinhados com a visão de sua empresa. Analise quais são os propósitos de sua estratégia e qual é o caminho que sua empresa irá trilhar. Se eles não estiverem perfeitamente alinhados ou você não conseguir colocá-los próximos, então você tem um sério problema em suas mãos.

3. O seu conteúdo ajuda seu público a melhorar na área de atuação deles?

Você deveria se perguntar isso todo dia. Até nos finais de semana. Se seu conteúdo não está ajudando e educando seu público, por quê continuar investindo nele?

4. Você lê todo o conteúdo que sua empresa cria?

A maioria de gerentes e diretores de marketing não está ciente dos esforços que suas empresas podem estar realizando desnecessariamente todo dia. Para realmente entender o que está funcionando e o que está falhando – em relação à sua estratégia de marketing de conteúdo – você precisa engajar e conhecer todas as peças de conteúdo que sua empresa cria e distribui.

5. Você está se destacando do resto?

Você está criando algo único e de valor? Seu blog leva informações relevantes e de qualidade, que tem a cara da sua empresa? Você é diferente dos seus competidores? Afinal, na maioria dos blogs hoje, é só você retirar a logo do topo da página e colocar a de um concorrente, e ninguém notará a diferença. Acredito que não é isso que você quer para o seu blog.

6. Você está treinando seu time de marketing?

Sempre falamos de envolver sua equipe em sua estratégia de marketing de conteúdo. Você tem um treinamento específico que comunica para seus membros quais são a visão e os objetivos, além das expectativas e dos resultados esperados? Se não, como eles saberão se estão sendo bem sucedidos ou onde eles precisam melhorar?

7. Toda sua empresa está envolvida em sua estratégia?

Fazer com que colaboradores de todas as áreas da empresa participem na criação de conteúdo para sua estratégia de marketing de conteúdo é um grande desafio, mas com ótimas recompensas. Ter diferentes contribuintes para o seu blog será extremamente para criar conteúdo de estilos diferentes, com pontos de vista diferentes e temas variados – que será ótimo para cativar seu público.

8. Você desenvolveu um processo de comunicação para espalhar a visão de sua estratégia de marketing de conteúdo através de sua organização?

(Comece assistindo o Content 2020, da Coca Cola). Tenho certeza que um dos principais motivos da iniciativa que pensou o Content 2020 ter sido adotada rapidamente é o fato de que ela mostra com perfeição a visão da companhia. Como isso é possível? A Coca Cola criou um documento extremamente bem feito sobre o programa que seria o Content 2020. Ele era altamente engajante e compartilhável, fácil de compreender e foi capaz de causar um impacto em milhares de pessoas em curto período de tmepo.

Você pode não ter todas as respostas nesse exato momento – o que é bem normal. Mas você precisa conseguir respondê-las em algum momento. Toda semana – e algumas delas diariamente – você deveria rever essas questões com sua equipe e manter um controle do seu progresso, afinal são pontos extremamente importantes para o sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo.

Quais questões adicionais você acha que deveríamos nos fazer sobre nossas estratégias de marketing de conteúdo? Não deixe de comentar.

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Autor:

Guido Pinto Coelho

Eterno estudante de marketing e publicidade, viciado em Internet e games e totalmente apaixonado por futebol (apesar de ser péssimo jogador.)

Você ama seus clientes? Como você trata esta questão em seus negócios?

Olá pessoal!

Este assunto é controverso e ainda gera algumas polêmicas, pois muitas empresas, quando estão realizando o planejamento estratégico, de marketing ou outros de igual importância para seus negócios, deixam de observar pontos e questões essenciais para estabelecer um elo de relacionamento com seus clientes, sejam os existentes, como aqueles que estão por chegar. Ter uma visão diferenciada é primordial para atingir seus objetivos.

Hoje estaremos compartilhando uma publicação interessante do site Administradores.com.br que trás algumas dicas para primorar esta visão. Vejam a seguir a publicação:

amar clientes

A história de um funil invertido e o amor que você precisa ter por seus clientes

Encantar quem já faz parte do clube é tão ou mais importante que conquistar novos públicos

70% das experiências de compras são baseadas em como o consumidor se sente que está sendo tratado.

Se, assim como eu, você tem se aventurado um pouco no mundo do marketing online, tenho certeza de que já ouviu o termo “funil de marketing” antes. Sendo honesta, isso não era algo que tinha algum apelo para mim. Sempre me pareceu apenas uma forma de otimizar o número de pessoas que estão lhe dando dinheiro, o que não me importa muito.

Então, quando eu me deparei com um texto do co-fundador do MailChimp, Ben Cestnut, sobre o quanto ele odeia funis, eu fiquei animada em perceber que o funil tradicional não é a única maneira bem sucedida para as companhias fazerem o marketing.

Na verdade, a companhia de Ben pegou o funil e o inverteu antes de utilizá-lo e isso parece estar funcionando bem.

O funil de cabeça para baixo, ou como amar seus clientes

Caso você não esteja familiarizado com a ideia do tradicional funil do marketing, ele funciona da seguinte maneira: você recebe muitos visitantes no seu site – eles estão no topo do funil. Enquanto eles chegam próximo a pagar algum dinheiro a você (a pequena parte inferior do funil), mais e mais visitantes saem do seu funil. Os seus clientes são os poucos que sobram na parte inferior.

Ben explica o processo de converter esses visitantes em clientes da seguinte forma:

“Alguns deles se tornam condutores e, depois que você faz algo (a recomendação usual é bombardear os condutores com automação de marketing), eles cedem e lhe pagam, assim se tornando ‘clientes’”.

No MailChimp eles não estão contentes em empurrar os clientes através do funil dessa forma. Ao contrário, eles inverteram toda a ideia. O que eu adoro nessa abordagem é que é tudo sobre amar os clientes que você tem, em vez de caçar pessoas que você nem ao menos conhece. E Ben faz uma ótima observação que quando você está nos estágios iniciais do seu negócio pode funcionar muito bem:

“Quando você começa um negócio, você não precisa de um orçamento para marketing. Você não tem tempo ou o talento para isso, também. A única coisa que você tem é a sua paixão… Pegue essa paixão e mire para os seus clientes.”

Essa é a forma mais animadora de descrever o marketing que eu escutei ultimamente (ou desde sempre, provavelmente). E apesar de Ben admitir ser uma abordagem bastante estranha comparada com as normas do marketing, parece funcionar:

“Quanto mais eu olho, mais eu penso que é a forma mais normal, mais humana e mais sustentável de gerir o seu negócio.”

De fato, uma pesquisa realmente mostra que 70% das experiências de compras são baseadas em como o consumidor se sente que está sendo tratado. À luz disso, amar seus clientes faz total sentido.

Antes de vermos alguns ótimos exemplos de outras companhias que estão fazendo isso e formas para que você possa fazer também, vamos apenas refinar as ideias em alguns pontos:

1. Ame os seus clientes – vá além da norma
2. Foque nos clientes que você tem agora e os mantenha por perto
3. Deixe que os seus clientes já existentes espalhem a marca para você

Eu não diria que isso é fácil, porque encantar os seus clientes vai sempre exigir esforços, mas definitivamente parece mais divertido e menos repulsivo do que o modelo tradicional.

Exemplos poderosos de como colocar o funil de cabeça para baixo

Há algumas companhias que já estão trabalhando com o funil invertido e surpreendendo seus clientes que já existem. Aqui vão apenas três lições que podemos aprender com os exemplos.

1. Faça com que o seu cliente se sinta parte do clube

Um dos exemplos da MailChimp que Ben fala em seu texto é sobre a forma como eles usam a publicidade tradicional – anúncios em rádios e outdoors – para atingir os clientes que eles já têm. Ao colocar outdoors que mostram apenas o logo da MailChimp, eles não estão tentando atingir ninguém que já não saiba com o que o logo está relacionado, ou o que a MailChimp faz. Em vez disso, eles estão dando aos usuários aquele ótimo sentimento de fazerem parte de uma piada que outras pessoas não entendem. Todos nós amamos uma piada interna, e no caso do marketing, é uma ótima maneira de adicionar algum humor e personalidade à sua marca.

Implementar um status especial VIP para os clientes também tem esse efeito. Um estudo feito por pesquisadores de Stanford e Havard aponta que, na verdade, nós vivemos para os rótulos que nos dão. Quando os pesquisadores rotularam metade dos participantes como “politicamente ativos” e não deram nenhum rótulo para a outra metade, aqueles com rótulos estavam mais dispostos a votar.

Resumindo: Faça seus clientes se sentirem parte de alguma coisa. Não apenas uma vez, mas repetidamente – isso é o que o MailChimp faz por seus usuários, todas as vezes que eles ouvem um anúncio no rádio ou veem um cartaz que é apenas para eles.

2. Faça o fornecimento maior, sem taxas, para clientes que já existem, sua prioridade

Essa parte de amar os seus clientes faz sentido para mim, já que se relaciona com o que eu faço todos os dias. Conteúdo de marketing é um bom exemplo de prover valor para os clientes que já existem, além dos produtos e serviços que eles compram de você.

Na verdade, a parte legal sobre compartilhar conteúdo como nós fazemos no Buffer é que nós podemos compartilhar isso com pessoas que vão além dos nossos usuários existentes. Mesmo que muitos de nossos leitores nunca se cadastre no site ou nunca migre para um plano pago, compartilhar nosso conteúdo ajuda a nos conectar com muito mais pessoas do que o marketing tradicional faria. E, na verdade, através das redes sociais e do nosso blog, nós podemos, de fato, nos conectar com vocês – não é um canal de mão única, como a maioria no marketing tradicional.

Eu amo a citação de Ben sobre como nós devemos tratar clientes que querem desfrutar do nosso conteúdo:

“Dê poderes a eles. Quando eu digo `dê poderes a eles’ eu quero dizer para você dar poderes aos clientes sem nada exigir. Porque quando as companhias fazem as pessoas se cadastrarem ou assinarem algo para terem direito ao download de seus conteúdos, nós todos sabemos que eles estão prestes a nos guiar para o moedor de carne da automação.”

Nós todos conhecemos essa sensação, certo? Nós relutantemente entregamos nosso e-mail, então cautelosamente verificamos nossa caixa de entrada para encontrar os três novos e-mails dos últimos cinco minutos, apenas porque queremos muito o conteúdo. E, normalmente, nós nem gostamos do conteúdo ainda. Se é um eBook ou um arquivo PDF que nós queremos baixar, não podemos nem mesmo conferir primeiro para ver se vale a pena dar o nosso e-mail por ele. Não é uma boa experiência para o cliente, é?

Mas, como profissionais de marketing, nós sabemos o quão valiosos esses endereços de e-mail são. Então, o que podemos fazer? Wistia tem uma ótima política para pedir endereços de e-mail, quando as pessoas assistem aos seus vídeos, que nós podemos tirar algumas lições:

“No Wistia Learning Center, nós usamos formulários de e-mail no fim de cada vídeo. Esses formulários geram novos assinantes para nós, mas tão importante quanto, eles fazem sentido para a pessoa. É improvável que alguém esteja procurando um jeito de se inscrever antes de visualizar o conteúdo, mas, no fim das contas, o formulário faz sentido contextualmente.”

Eu amo essa última frase. Faz sentido, não é? Ninguém quer se inscrever em algo sem ter testado antes. Nós queremos ver e avaliar antes. A equipe da Wistia até admite que isso pode prejudicar seus números, mas vale a pena por fazer seus clientes sentirem que foram bem tratados.

“Essa abordagem pode nos custar em temos de número de inscritos, mas se torna uma forma melhor de estabelecermos confiança com o tempo.”

E, depois de tudo, se as pessoas estão entregando seus endereços de e-mail quando elas na verdade não querem, vão ser apenas estatísticas de vaidade, certo? Que perda do nosso tempo. É melhor gastar nosso tempo surpreendendo os clientes que já existem com mais e mais ótimos valores e construindo confiança com eles ao longo do tempo.

Resumindo: Dê aos seus clientes mais do que aquilo por que eles pagam, mesmo que eles não tenham pago por nada ainda. Surpreenda-os entregando mais com o passar do tempo. E não peça nada em troca. Se você é realmente generoso com seus clientes, eles irão retornar o favor sem a necessidade de que você peça por isso.

3. Faça seus clientes se sentirem importantes

Fazer partes de clubes é um ótimo sentimento. Todos nós gostamos de pertencer a alguma coisa. Mas, ser uma importante parte do clube é muito melhor. É por isso que nós vemos clientes vestindo camisas de marca ou se gabando sobre quem eles conhecem em uma companhia X. Se nossa companhia é um tipo de clube legal em que todos querem estar, vai ser ainda melhor ser mais do que “apenas um membro”.

Uma ótima forma de fazer isso é destacar as conquistas dos seus clientes ou histórias de sucesso usando seus produtos. A IdeaPaint mostra exemplos de clientes usando seus produtos em sua página do Facebook. Outro exemplo dessa estratégia é a empresa de planejamento de tarefas Todoist, que mostra histórias de sucesso dos usuários com seus produtos no blog da companhia.

Nós recentemente compartilhamos algumas histórias fabulosas de serviço ao consumidor no blog do Buffer, as quais incluem ótimos exemplos de empresas que fazem seus clientes se sentirem importantes. Uma delas foi a história de Lily, uma garota de 3 anos, que apontou que o nome “pão tigre” da Sainsbury não fazia sentido, já que o pão parecia mais com o padrão de manchas de uma girafa. Depois da mudança no nome, graças à sugestão de Lily, as lojas Sainsbury colocaram avisos creditando a mudança a Lily.

Resumindo: Faça os seus clientes se sentirem importantes ao mostrar o sucesso deles e recompensar seus esforços. Reconheça a participação deles e então eles ficarão mais propensos a se importar em ver o seu sucesso.

Há tantas maneiras diferentes de amar os seus clientes que já existem. Quais outros ótimos exemplos você já viu?

Veja como o Google+, Twitter e Facebook alteram a sua posição no ranking do Google

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Publicado originalmente por Ívila Bessa

Divulgada nova pesquisa de como o Google+, Twitter e Facebook alteram o posicionamento de uma marca no ranking de buscas do Google. Os dados da Tasty Placement, especializada em marketing digital, referem-se ao desempenho de 6 sites semelhantes exclusivamente criados para a pesquisa.

Como foram realizados os testes?

Cada site criado ficou com uma rede social como meio de divulgação. 10 meses após, a empresa norte-americana analisou um impacto de cada mídia sobre o ranking do Google.

Google+ é o mais relevante, como se esperava

A mídia social da Google, o Google+, contabilizou o principal aumento através da inclusão do botão +1. Em média, 14,6 posições.

Veja o infográfico detalhado da pesquisa:

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Mulheres publicam mais no Facebook

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Pesquisa da Gauge revela que as brasileiras publicam 40% a mais do que os homens na rede social.

A Gauge realizou uma pesquisa para entender como as pessoas utilizam o Facebook e como elas se relacionam com as marcas. A consultoria de inteligência digital fez uma série de estudos que abordaram segmentos de consumo – cervejas, destilados, bebidas não alcoólicas, bancos e carros. A pesquisa revela que as mulheres interagem mais no ambiente digital, que 36% dos jovens entre 18 e 25 anos não têm critério para curtir uma página, e 74% dos usuários curtem apenas páginas de produtos que consomem no dia a dia, entre outros.

“Em nossa pesquisa, após uma série de diferentes processos metodológicos, identificamos que as mulheres possuem um papel importantíssimo e, por isso, elaboramos o finding “Elas estão com tudo” – em que destacamos a presença marcante delas no Facebook”, ressalta Dante Calligaris, diretor executivo da Gauge.

Mesmo em páginas com conteúdos dedicados ao público masculino, como de marcas de cervejas e destilados, são elas que mais curtem e interagem – mostrando que o comportamento e os hábitos de consumo das mulheres não só mudaram no mundo real, mas também no digital.

18 a 25 anos
Falta critério, sobra humor: 49% não têm critérios definidos ao curtir uma página no Facebook; 93% curtem páginas de humor; 61% compartilham conteúdo para se divertir e divertir amigos; apenas 30% curtem uma página para ficar informada; 25% para conhecer lançamentos; e 6% curtem páginas para participar de promoções.

26 a 35 anos
O impacto da experiência real: Os principais motivos para curtir uma página são: 65% indicação de amigos; 38% consumo da marca no dia a dia; 35% lembranças de momentos. Além disso, 33% delas buscam promoções e lançamentos e 57% querem dicas de utilização de produtos.

Mais de 35 anos
O curtir tem mais valor: 62% curtem páginas que tenham ligação com a profissão e 80% curtem apenas páginas de marcas que consomem no dia a dia. O que elas buscam são informações para definir a decisão de compra, interação e respostas da marca, e ética e responsabilidade no mundo físico e digital.

Fonte: http://www.proxxima.com.br/

Infográfico: qual é o retrato do uso das redes sociais nas empresas brasileiras?

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Fonte: http://midiaria.wordpress.com  (Publicado por )

Recente pesquisa apresentada pela Gentis Panel que entrevistou 1.709 pessoas, de presidentes a estagiários em empresas brasileiras, chegou nos seguintes resultados, destacados no infográfico a seguir:

 

Analisando os pontos de destaque do infográfico e da pesquisa

– 77% dos entrevistados usam Facebook (dentro e/ou fora do trabalho);
– 50% dos respondentes têm o LinkedIn como a segunda rede mais acessada. Vale lembrar que as entrevistas foram feitas com um público corporativo;
– 55% dos entrevistados são a favor do uso de redes sociais em ambiente corporativo.

  • Motivos dos indivíduos serem A FAVOR do uso de redes sociais em ambientes corporativos:

– 80% – Colabora com networking entre profissionais e com a geração de novos negócios para a empresa;
– 60% – Facilita a comunicação e a socialização entre funcionários;
– 44% – Permite estar por dentro do que é falado sobre a empresa na web;
– 43% – Ajuda a aliviar o stress do dia a dia por manter as pessoas conectadas com amigos e familiares.

  • Motivos dos indivíduos serem CONTRA o uso de redes sociais em ambientes corporativos:

– 95% – As pessoas não conseguem separar o uso pessoal do uso corporativo. Perde-se muito tempo de trabalho com assuntos pessoais;
– 31% – Facilita o vazamento de informações confidenciais para pessoas indevidas;
– 31% – Aumenta o risco de exposição indevida da marca por meio de pronunciamentos indevidos de funcionários que não estão autorizados a falar em nome da empresa;
– 31% – Fonte de informação desnecessária e irrelevante para o trabalho;
– 26% – Fazem uma exposição pessoal inadequada ao ambiente de trabalho;
– 12% – Afasta as pessoas de um contato pessoal real mais produtivo e social (olho no olho).

Qual a sua opinião referente ao uso das redes sociais no trabalho?