Blog corporativo um grande aliado na comunicação empresarial

Fonte: http://midiaria.wordpress.com

Você sabe qual é a definição de blog? Ele pode ser definido como um registro publicado na internet relativo a algum assunto, organizado cronologicamente como um diário. Os blogs são páginas da internet que podem ser colocadas no ar por qualquer pessoa física ou organização e tem como objetivo expor uma opinião para que os internautas possam debater, responder, comentar, etc.

Os blogs podem aproximar as empresas com estruturas organizacionais formais para os clientes. São mídias de comunicação pessoal e interativa, um canal de comunicação perfeito para empresas, principalmente no que trata do relacionamento com os seus públicos. Pode se destacar como vantagens do blog corporativo:

  •  leitura agradável e cronológica;
  •  mídia de fácil manutenção;
  •  baixo custo;
  •  não requer treinamento para iniciantes;
  •  é interativo, permitindo: links, comentários, etc;
  •  é personalizado e demonstra o conhecimento do escritor sobre o assunto abordado;
  •  permite a criação de uma comunidade.

Abaixo, apresento dois exemplos de blogs corporativos que atendem e trazem novidades diárias aos seus consumidores:

– Eu uso a cuca (Carrefour): o Carrefour expõe um conteúdo que trata da qualidade e variedade dos produtos, atendimento, ambiente da loja, responsabilidade social e preços, mantido por clientes que possuem uma relação próxima com a empresa. A palavra CUCA significa, Consumidores Unidos Carrefour.

 

– Blog Consultoria (Natura) : a Natura desenvolveu o blog Consultoria, espaço criado para troca de informações e experiências sobre os assuntos que permeiam a atividade de consultoria, como lançamentos, promoções e temas socioambientais.

 Compartilho um estudo, em que é abordada uma análise dos blogs mantidos por sete das maiores empresas do Brasil – confira aqui.

Muitas empresas ainda têm receio na criação de um blog, de fazer dele um canal de comunicação transparente, e a partir dele gerar comentários ruins e reclamações. A verdade é que um blog corporativo não deve ser tratado só como um canal de relações públicas e imprensa, mas também como uma ferramenta de marketing e relacionamento. Acredite, ele pode ser um grande aliado para sua comunicação!

Sem informação não há criação!

(Imagem de http://www.sargentsfineart.com)

O sucesso pleno de um projeto de design online, off-line e de uma campanha publicitária, além da criatividade da equipe envolvida no projeto, se deve muito a elaboração de um bom briefing. Essa é, ou pelo menos deveria, ser a etapa inicial e uma das mais importantes realizadas pelo atendimento junto ao cliente, é o momento de conhecer melhor a empresa, os serviços e/ou produtos oferecidos e as expectativas do cliente em relação ao resultado final do projeto.

Um briefing bem elaborado direciona o trabalho do criativo com foco em atender a expectativa do cliente, tendo maiores possibilidades de aprovação com o mínimo de alterações no projeto, evitando assim o retrabalho que é o grande vilão responsável, na maioria das vezes, pelos  atrasos na entrega do projeto final com prazos já tão apertados.

Os tópicos a seguir para a  elaboração de um briefing são fundamentais para direcionar melhor o trabalho do profissional de criação:

1 – Objetivos do Projeto

Informações sobre o objetivo a ser atingido com a implementação do novo projeto, que pode ser: mudança de identidade visual, lançamento de produto, novo posicionamento da marca em relação a concorrência, são diversas as possibilidades.

2 – Concorrentes

Conhecer ao máximo pelo menos três concorrentes diretos, observando aspectos técnicos do produto, sistemas de produção, o diferencial de cada um e o posicionamento das marcas no mercado.

3 – Informações sobre a empresa

Informações sobre a empresa como: sua história desde a fundação, missão, valores, infraestrutura e o histórico de ações desenvolvidas no passado.

4 – Detalhes técnicos do produto e/ou serviço (lançamento)

Detalhes técnicos, assim como o máximo de informações possíveis sobre produto e/ou serviço são importantes para destacar como diferenciais na comunicação.

5 – Oportunidade de mercado

Análise do mercado no segmento de atuação da empresa para identificar a oportunidade para lançamento de um novo produto e/ou serviço.

6 – Posicionamento da marca em relação à concorrência

Existem diversas marcas e produtos similares no mercado, mas qual o posicionamento da marca em relação à concorrência? O que a faz estar nessa posição? Quais seus diferenciais?

7 – Público-Alvo  (Target)

Quem é o público-alvo? Essa é a umas das principais questões para a criação de peças impactantes que “conversem“ de forma eficiente com o público a ser atingido.

8 – Abrangência geográfica

A ação será regional? Ou em todo o território nacional? Ou ainda, será uma campanha internacional? São informações importantes para adequação cultural do projeto que será visível nas peças desenvolvidas.

9 – Visual

Definir o visual da campanha de acordo com a mensagem que a empresa quer passar. Algumas empresas tem restrição no uso de algumas cores, por exemplo, para essas informações o ideal é ter acesso ao Manual de Identidade Visual da empresa, esse material ajuda muito na elaboração dos layouts no processo criativo, é possível saber o que pode e o que não pode ser feito.

10 – Expectativa em relação ao público-alvo

O que o cliente espera ter como resultado com a implementação do projeto. Prever como será a receptividade do público-alvo.

11 – Considerações gerais das ações no meio digital e impresso

Nas considerações gerais informar o que foi definido com o cliente em relação às ações no meio digital e impresso, quais peças serão divulgadas em cada meio e como as ações serão conduzidas.

12 – Cronograma

Elaboração de um cronograma com todas as etapas para desenvolvimento do projeto desde o primeiro contato com o cliente até a entrega do projeto final.

Fonte: http://midiaria.wordpress.com

Criação e Desenvolvimento de Slides em Power Point – Estilo R2

Olá pessoal,

A criação de uma apresentação pode parecer simples e fácil, mas, como todas as tarefas, deve ter um planejamento inicial, que vai possibilitar o inicio do processo criativo. Cada passo deve ser cuidadosamente preparado sob pena de ter dificuldades em suas execução até a sua conclusão.

A R2 Creative não foge destas premissas e procura seguir cada passo para obter o melhor resultado.

A partir da necessidade de um cliente, inicia-se o que chamamos de processo criativo, onde cada componente da futura apresentação é idealizado a partir de condições pré-estabelecidas que facilitarão a sua composição e desenvolvimento.

A partir deste momento inicia-se a busca destes componentes, que estarão sendo escolhidos de acordo com uma série de fatores como: Identidade Visual, Cores, Estilo, Templates, Modelos de negócios, Estrutura de projetos, Mensagens diretas e subliminares, Aplicações para o visual, etc.

Após a fase de planejamento e estudos inicia-se o que chamamos de aplicação do Processo Criativo, que compreende atividades de:

  • Pesquisas de imagens
  • Pesquisas das ações do cliente e sua área de atuação
  • Desenvolvimento de templates (capa, slides mestres e final)
  • Definição de textos
  • Trabalhando as imagens e texto em aplicativos (photoshop, corel draw, etc)
  • Inserção das imagens e textos nos slides Power Point
  • Diagramação e estética dos componentes
  • Inserção de efeitos e transições
  • Inserção de filmes e sons (quando necessários)
  • Desenvolvimento conjunto com nosso cliente em algumas etapas de construção
  • Avaliação interna por outra pessoa da área de criação
  • Envio definitivo para o cliente
  • Aceitação do cliente

Após estas fases e a aceitação do nosso trabalho, concedemos um Bônus que facilitará ajustes futuros por um prazo determinado sem ônus para nossos clientes.

Cada fase e relacionamento torna-se indispensável para o sucesso de nossas ações. Sem elas não será possível realizar com a qualidade que nossos clientes necessitam.

A qualidade visual torna-se indispensável quando desejamos nos comunicar com eficiência e eficácia, sendo fator importante em nossa comunicação com o mercado.

A R2 Creative se preocupa com estas condições e é por isso que realiza excelentes trabalhos, proporcionando ótimos resultados a nossos clientes.

Peça um orçamento sem compromissos! Você vai se supreender!

Baixe nossa apresentação e conheça um de nossos estilos: www.r2creative.com.br/apresentacao_r2creative.zip

Visite nossa site: www.r2creative.com.br

14 dicas para construir uma boa apresentação em PowerPoint

Um PPT bem estruturado é o primeiro passo para uma ótima apresentação bem sucedida. Saiba o que fazer para não errar.

Das ferramentas que compõem a suíte de escritórios da Microsoft, o PowerPoint é, talvez, a mais flexível e a mais complexa de ser usada. Toda vez que vemos uma apresentação PPT bem montada, fica uma pergunta: como é que eles conseguem fazer isso?

O PowerPoint, assim como o Word e o Excel – só para ficar nos aplicativos mais usados – aceita os mesmos comandos básicos de edição. Inserir, copiar, mover e apagar qualquer elemento de uma apresentação são ações feitas de forma similar ao que se faz um arquivo de textos.

Mas uma apresentação bem feita começa bem antes de se colocar as mãos na massa, no caso, no programa propriamente dito. Como qualquer projeto, para que o resultado final seja satisfatório, é necessário planejar tendo em vista o que se quer comunicar, para quem se vai falar e – acredite – até o tamanho e condições de iluminação do local onde a apresentação será feita. Afinal, de nada vai adiantar você todo o esmero no preparo do seu PPT se ele não puder ser visto por toda a audiência, certo?

Selecionamos 14 dicas que vão auxiliá-lo nos fundamentos de uma boa apresentação. Seu conhecimento e domínio vão ajudar a sedimentar conceitos úteis tanto para PPTs mais simples, quanto na elaboração de apresentações mais complexas.

Planejamento
A etapa que precede a criação de uma apresentação é de vital importância para o sucesso projeto como um todo.

Há quem argumente que sempre é possível inserir um slide (como cada uma das telas da apresentação são chamadas) a qualquer momento, para completar o que se deseja comunicar. Mas não reclame se, no final, a apresentação ficar parecida com uma colcha de retalhos.

Defina claramente a(s) mensagem(ns) que deve(m) ser transmitida(s) e procure ter em mãos (eletronicamente falando) todas as informações necessárias: dados, textos, tabelas, gráficos, imagens, vídeos, áudio e links na web.

Priorize e ordena as informações de modo a permitir que a audiência compreenda claramente o que se deseja comunicar.

Evite, por exemplo, mostrar um slide que traga um dado ou conceito que só será explicado muito adiante; é provável que quando o slide com a explicação chegar, ninguém se lembre mais ao que ela diz respeito.

Se algum dado não for essencial para o contexto da apresentação, não pense duas vezes e deixe-o de lado. Em geral, somos tentados a querer adicionar um amontoado de informações como se isso fosse sinal de conteúdo adequado.

Um PPT poluído ou com excesso de detalhes distrai a audiência e tira o foco do que realmente é importante. Em resumo: muita informação, no lugar de ajudar, atrapalha.

Além disso, não coloque todos os dados nos slides; manter algumas informações-chave em mãos, que serão faladas durante a apresentação, ajudam o palestrante – no caso, você – a manter a atenção da audiência e evita que você se torne um leitor de PPT.

Slides fundamentais
Qualquer apresentação, por mais simples que seja, deve conter três slides. Gastar um tempo em sua criação vai compensar: você poderá utilizá-los no Perca um tempo em sua criação, vai valer a pena.

Slide-mestre
Este slide é o que serve de pano de fundo para todas as suas apresentações. Ele pode conter, por exemplo, o logotipo de sua empresa e outra informação que seja importante, como um telefone de contato.

Evite “poluir” o slide mestre. Ainda que se possa colocar diversas informações nele, tenha em vista que, quanto mais elementos gráficos ele tiver, menos espaço vai sobrar para ser usado nos slides que devem conter a informação que você quer passar para audiências.

Slide de abertura
Esse é o primeiro slide que sua apresentação deve ter. Nele, devem contar o tema da apresentação; um subtítulo, com no máximo duas linhas, com informações adicionais; seu nome e cargo. Pode-se incluir ainda outro slide – com a informações da agenda de sua apresentação.

Slide de fechamento
Também conhecido como o  “Muito obrigado”, este slide é importante por apresentar, como forma de reforço, seu nome e informações de contato. É simpático (e esperado) fornecer seu e-mail e telefone comercial – a não ser que você seja um vendedor, não indicamos fornecer o número do seu celular para uma platéia que você desconheça.

Regras gerais de uma boa apresentação
Não acredite em receitas milagrosas: cada apresentação é única. Contudo, existem regras fundamentais que, se não asseguram sucesso absoluto do seu PPT (isso depende muito da sua desenvoltura no momento da apresentação), podem evitar que ela seja um fracasso.

Quanto menos, melhor: essa é uma dica que tem duas aplicações distintas já que vale tanto para o número de slides da apresentação, quanto para a quantidade de informação por slide. Uma apresentação enxuta oferece a oportunidade de maior interação entre o palestrante e a audiência. E prefira usar imagens a textos: lembre-se que uma imagem vale mais que mil palavras.

Garanta visibilidade: não se esqueça que o que você vê na tela do computador quase sempre é diferente do que é mostrado numa apresentação em sala escura, com os projetores existentes por aí. Evite utilizar fontes (tipos de letras) com excesso de detalhes – a Arial é uma fonte comum e bem aceita – e não é preciso dizer que não se deve misturar fontes distintas em uma mesma apresentação.

Efeitos e cores: Negritos, itálicos e sublinhados devem ser evitados– eles cansam e não costumam funcionar muito bem à distância. O uso de cores também deve ser feito com cautela. O que aparece num reluzente laranja na tela do notebook pode ser exibido na tela de projeção com outro tom e confundir em vez de se destacar. Opte por cores que apresentem bom contraste com a cor usada no fundo (principalmente se o slide mestre tiver alguma cor). Faça um teste de cores antes, se possível na mesma sala onde a apresentação será feita.

Cuidado com gráficos: As imagens são mais importantes que as palavras, mas elas devem trazer informações legíveis. Um gráfico poluído ou que utilize uma escala muito pequena (ou muito grande – dependendo da informação apresentada) pode ser tão inútil quanto um parágrafo enorme e que dá sono em quem vai ler.

Não crie muitos níveis: O PowerPoint oferece uma cômoda maneira de ser criar conteúdo de texto nos slides, fornecendo bullets (que podem ter as mais diversas representações) e que cria subníveis se você teclar Tab em um item em branco. A cada novo item, uma representação diferente é criada e o tamanho da fonte diminui. O bom senso indica que não se deve usar mais do que três níveis, sob o risco de as informações ficarem confusas.

Evite excessos: Usar recursos multimídia, como vídeos, animações e músicas, podem tornar a apresentação mais dinâmica. Porém, tenha em mente que o importante é a mensagem que se deve passar e não o show que você fará. Se tal recurso servir para reforçar a mensagem, vá em frente; caso contrário, dispense.

Cuidado com a ortografia: a apresentação pode estar impecável, com toda a informação corretamente organizada, coesa e leve. Mas um único escorregão com a língua portuguesa pode por tudo a perder. Revise, revise e revise de novo.

Domine as informações: não há nada mais irritante do que um palestrante que precisa a todo instante consultar suas anotações ou mesmo os dados dos slides para completar uma frase ou responder a uma pergunta qualquer da audiência; treine, repasse os dados tantas vezes quantas forem necessárias para que não reste dúvidas.

(http://pcworld.uol.com.br/dicas)

R2 Creative: Especializados em Apresentações de Alto Impacto Visual.