O que você acha das apresentações profissionais?

R2 CREATIVE

o que fazemos

Olá pessoal!

Há alguns anos era inconcebível dizer que negócios poderiam ser divulgados e até serem concluídos através de apresentações profissionais.

Com a chegada do 3º milênio, muitas opções de comunicação e marketing evoluíram de maneira surpreendente, promovendo o crescimento das empresas através de ferramentas e planejamentos inovadores e diferenciados que começaram a mudar a cara desta atividade, bem como seus resultados, perante os mais diversos públicos. Dentre este universo de possibilidades, uma das mais eficientes opções foram as Apresentações Profissionais, proporcionando resultados e números impressionantes na arte de se comunicar.

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A partir desta mudança de conceito e visão de futuro, começaram a surgir pessoas especializadas em desenvolver roteiros e apresentações com aspecto visual impactante e criativo, iniciando, se podemos assim dizer, mais uma profissão neste mercado rico em criações, que é a do Designer de Apresentações. À medida que esta poderosa ferramenta foi sendo utilizada e os…

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Os 5 estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo

R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar um artigo do site http://contentools.com.br, que trata sobre uma das ferramentas mais utilizadas hoje em dia quando o objetivo é comunicar-se e fazer a diferença.

Esperamos que aproveitem o conteúdo.

O conhecimento dos estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo é essencial para que as empresas possam entender onde estão e, consequentemente, aonde chegarão em suas estratégias digitais. Algumas questões ajudam a nortear em que estágio uma empresa se encontra. Vamos conhecer melhor cada um deles?

1. Fase inicial

Nessa fase, o foco está totalmente sobre o conteúdo produzido. A empresa investe na elaboração de materiais, mas em geral é por alguma exigência de mercado.

Exemplos: comunicados de imprensa (press releases), folders e novidades sobre produtos e serviços, encartes para publicações do setor e notícias de eventos internos.

Nesta etapa poucos recursos são alocados para o Marketing de Conteúdo e em geral as organizações neste estágio não estão com a visão de expandir seus negócios ou sair do local em que estão (pelo menos até que os concorrentes comecem a superá-las).

2. Fase de germinação

Aquela sementinha do conteúdo já conseguiu vencer barreiras internas e a empresa passa a acreditar no potencial dos conteúdos. Procuram ferramentas que garantam maior visibilidade a seus conteúdos em sites de buscas, já pensa em SEO e pesquisa palavras-chave que poderia usar.

Empresas nesta fase costumam por consequência colher rapidamente suas recompensas. Mas, depois de um tempo, a visibilidade que continua alta já não corresponde mais em pedidos e vendas crescentes – o que é conhecido como ponto máximo do investimento.

3. Fase de crescimento

Nesta etapa, além dos conteúdos sobre os produtos e serviços oferecidos, a empresa passa a produzir conteúdos informativos e úteis aos clientes.

São exemplos: guias de compras e checklists, conselhos sobre como obter mais valor de um produto ou serviço, artigos e posts sobre novidades no mercado que podem impactar a vida dos clientes.

Empresas nesta fase acabam por atrair um número crescente de comunidades sociais nas quais os clientes não são apenas informados, mas na verdade podem sentir o que a marca representa.

4. Fase de destaque

Aqui o conteúdo já não é mais uma semente faz tempo. Ele se destaca, chama atenção para a empresa e atrai muitos interessados para sua sombra. Nesta fase a empresa possui o melhor conteúdo sobre sua área de atuação.

Ela é a referência, a autoridade por possuir sempre a informação adequada ou a melhor resposta para os clientes em seu seguimento. A divulgação de conteúdos em mídias sociais e sites de parceiros são imprescindíveis para caracterizar a facilidade na obtenção destas informações.

5. Fase frutífera

Nesta fase os conteúdos gerados pela empresa para seus clientes são tão bons e úteis que acabam por gerar receita. A empresa já possui controle sobre o quanto investe na produção e na divulgação de conteúdos, quantos interessados atrai, qual o percentual de conversão em prospects e também quantos negócios são fechados. Ou seja, o funil de vendas do marketing digital fica completo e a empresa colhe os frutos, separa sementinhas e as replanta para criar um lucrativo pomar com a organização e divulgação de seus conhecimentos.

Com qual fase você se identifica?

A partir do conhecimento dos estágios de maturidade do Marketing de Conteúdo é possível que as empresas identifiquem em qual fase estão e quais os esforços necessários para se chegar às outras etapas.

Veja a seguir o infográfico:

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R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

A primeira lei do Novo Marketing

R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar mais uma publicação do pessoal da Resultados Digitais relacionado a ações de marketing.

Todo processo é dinâmico e está em constante mutação e este artigo vem mostrar que essa evolução não deve ficar somente na preparação ou planejamento, mas em ações efetivas durante estas fases, permitindo um alcance e resultados melhores para pessoas ou empresas.

Uma ótima leitura a todos!

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/ Por André Siqueira

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Indo um pouco mais fundo, cheguei a conclusão de que essa imagem retrata o que deveria ser a primeira lei do novo marketing.

A primeira lei do Novo Marketing: Empatia

Existem definições bastante complexas de empatia, mas como gostamos de simplificar, vamos ficar com a seguinte: empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Como gostam de dizer os americanos, é colocar o sapato do outro, entender onde o calo aperta.

Parece que muitos dos diretores de marketing de hoje se esquecem do que nossas mães nos ensinam desde pequenos: não faça com os outros aquilo que você não quer que façam com você.

Se colocar na posição de consumidor ao receber o marketing deve ser o primeiro passo antes de realizar qualquer ação. É preciso ser mais imparcial e acabar com a mania de achar que só porque é a sua empresa as pessoas vão gostar.

O que não funciona

Se você se colocar na posição de consumidor vai perceber que algumas coisas não funcionam:

  • Você odeia receber ligações de telemarketing, mala direta não solicitada e spam na caixa de emails.
  • Você não segue perfis no Twitter que não compartilham conteúdo relevante e não segue de volta qualquer spammer que comece a te seguir.
  • Você não gosta quando precisa de atendimento da empresa e não obtém nenhuma resposta.

O que funciona

Por outro lado, se pararmos para pensar em como agimos diariamente, vamos perceber diversas coisas que funcionam bem:

  • Você acompanha blogs relevantes da sua área de atuação e compartilha o conteúdo sempre que acha interessante.
  • Você fica feliz quando é bem atendido por uma empresa e ela resolve seus problemas.
  • Você segue somente as pessoas/empresas com quem você interage e te geram valor.

Conclusão

Se você já conhece o que é bom e o que não é, o que funciona e o que não funciona, por que então continuar investindo naquilo que não funciona?

Antes de executar a sua ação de marketing, sempre pense: o conteúdo vale o retweet? Eu marcaria o email como spam? Se fosse outra empresa que não a minha, essa ação teria relevância ou seria só mais um incômodo?

Nem sempre isso é suficiente, mas sem dúvida já é um ótimo começo.

O que é e para que serve gestão de Leads?

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar com vocês um artigo do pessoal da Resultados Digitais, relacionado à Gestão de Leads.

Num mundo onde a inovação tecnológica trás novidades todos os dias, a comunicação e o envolvimento que é promovido através dos canais existentes em todos os níveis, cria mecanismos próprios para sua execução e gestão. Tudo é muito dinâmico e novas ferramentas são atualizadas todos os dias com a finalidade de manter fiel a presença do público que desejamos contactar, seja para uma amizade ou até grandes processos empresariais.

Leiam a seguir um artigo sobre uma destas ferramentas, considerada de extrema importância na comunicação e acesso ao público em geral, principalmente os meios empresariais e de negócios:

Gestão de Leads (ou Lead Management, ou Marketing Automation) é um tema que tem ficado bastante em voga lá fora nos últimos tempos. Não à toa: se combinado com as diversas técnicas de atração que falamos constantemente aqui no blog, uma gestão de Leads bem feita tem poder de amplificar significativamente os resultados de negócio com Marketing Digital.

Isso porque, especialmente quando falamos de Marketing B2B, o processo de compra por parte do cliente não é feito de forma impulsiva. Há um ciclo bastante conhecido – e muitas vezes longo – pelo qual ele(a) passa:

O cliente potencial toma conhecimento do tema -> reconhece a necessidade/problema -> demonstra interesse em uma solução -> compara e avalia alternativas -> procede com a compra.

Em todas as etapas o prospect procura uma grande quantidade de informações. Não é difícil concluir que quanto mais a sua empresa ajudá-lo produzindo conteúdo para guiá-lo ao longo do processo, maiores são as chances dele escolher sua empresa ao final.

Além disso, um bom programa de gestão de Leads possui diversas outras vantagens:

  • Permite atrair e reter os potenciais clientes que ainda não estão no momento certo da compra, evitando o “tudo ou nada”;
  • Diminui a fricção no funil, e portanto, aumenta o número de oportunidades concretas geradas pela área de Marketing;
  • Encurta o ciclo de vendas pela educação e estímulo aos Leads;
  • Aumenta a eficiência e a produtividade da equipe de Vendas por entregar Leads mais preparados e no momento certo;
  • Aumenta a retenção do cliente depois da compra, também pela educação e relação de confiança.

Portanto, a missão de um programa de gestão de Leads é identificar os diferentes estágios pelos quais os potenciais clientes passam e alinhar as informações/conhecimentos adequados para entregá-los em cada estágio.

Mas antes de falarmos sobre gestão de Leads, precisamos definir o que é um Lead.

O que é um Lead?

Um Lead é uma oportunidade de negócio para a empresa. De forma mais concreta, Lead é alguém que forneceu suas informações de contato (nome, email, tel., etc.) em troca de uma oferta de valor no seu site (conteúdo, ferramenta, avaliação, pedidos sobre produto/serviço, etc.).

Assim, um Lead é alguém que já demonstrou interesse no tema do seu negócio e que provavelmente gostaria de ouvir mais da sua empresa, tanto em termos de conhecimento quanto sobre ofertas de produtos/serviços. Da mesma forma, é alguém que poderia ser abordado por um membro da equipe comercial, desde que seja o momento certo para tal.

A figura abaixo ilustra onde o Lead se encontra em um funil de vendas tradicional, e onde é a atuação de um programa de gestão de Leads:

Gestao-de-Leads-no-funil-de-vendas

Obs. Em outros tipos de negócio o conceito de Lead pode tomar formas diferentes. Ex.: um usuário cadastrado na versão de teste de um software, alguém que liga para a empresa para buscar mais informações, um assinante de um site de ecommerce, etc.

Por que se preocupar em gerar Leads ao invés de só tentar vender direto

Sobre esse tema já falamos diversas vezes, mas não custa reforçar. Para isso, vamos recuperar alguns trechos do post recomendado anteriormente sobre o conceito do Stadium Pitch do livro The Ultimate Sales Machine, uma das referências na área de Vendas.

O autor (Chet Holmes) identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:

leads momento da compra

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilidade? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

A geração de Leads vai ao encontro dessa estratégia. Se o site da sua empresa só tiver informações sobre seu produto/serviço, sua mensagem somente ressoará para aqueles 3% a 10% da parte de cima da pirâmide.

Para não “desperdiçar” os outros 90%, sua empresa pode criar ofertas de valor para capturar as informações de contato dessas pessoas e, ao longo do tempo, nutri-las para tentar transformá-las em oportunidades e vendas. (Confira aqui algumas dicas para geração de Leads)

Ainda assim, muitas empresas insistem em querer focar apenas nos prospects que já estão “prontos”, em nome de uma suposta produtividade. O que podemos dizer é que já vimos e ajudamos a fazer funcionar esta máquina de geração de Leads múltiplas vezes. Em todos os casos, não só o número de oportunidades e vendas totais aumentou significativamente, como também o custo de Marketing e Vendas foi ficando cada vez menor ao longo do tempo. Por consequência, essa máquina também é um excelente ativo e uma vantagem competitiva para a empresa a longo prazo.

Por que gerenciar Leads?

Com um trabalho bem feito de Atração e Conversão no topo do funil (figura acima), as empresas invariavelmente caem em um “problema”: o que fazer com tantos Leads?

Já que não podem/querem colocar a equipe comercial para entrar em contato com todos eles, a primeira reação geralmente é tentarspammear a base com suas ofertas de produtos. Isso não só é arriscado por queimar o canal desnecessariamente, mas também é pouco eficiente: segundo pesquisa do Marketing Sherpa com uma grande variedade de empresas B2B, em média 73% dos Leads não estão prontos para a venda.

Por isso, para a área de Marketing só gerar Leads não é suficiente. É preciso ter um processo que ajude os Leads a descer cada vez mais no funil de vendas e “separe o joio do trigo”, entregando para a área de Vendas os Leads com o perfil certo e que já estão mais propensos a comprar a solução.

O que há em um bom programa de gestão de Leads

Neste post não conseguiremos entrar nos detalhes de cada item, mas só para passar uma visão geral, elencamos abaixo quais são os componentes de um bom processo de gestão de Leads.

a) Gerar Leads;
b) Coletar informações de inteligência;
c) Implementar pontuação para os Leads;
d) Fazer a nutrição dos Leads;
e) Gerar oportunidades comerciais;
f) Mensurar e otimizar (com feedback de Vendas).

Esse processo parece complexo (de fato não é simples), mas esse “problema” da gestão de Leads só aparece quando já há um grande volume de geração de Leads e impossibilidade da área de Vendas dar conta de tantas oportunidades de forma produtiva. Por isso sempre recomendamos focar primeiro em volume, depois em otimização.

Recomendamos bastante o Webinar “Gestão de Leads”, em que falamos do assunto e entramos muito mais a fundo.

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/  by  Eric Santos

Cinco formas de usar Tablets em eventos

R2 Creative

“Um mundo de Apresentações Especiais”

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar algumas dicas sobre Tablets, sua utilização profissional e possibilidades de utilização.

Inegavelmente os Tablets representam hoje um acessório com utilização em larga escala em todos os segmentos, sejam eles civis ou corporativos. A facilidade de manuseio, aliado às tecnologias existentes, garantem resultados admiráveis para pessoas e profissionais que fazem uso desta poderosa ferramenta. Não importa se será utilizado pela recepção de eventos ou pelos participantes, todas as situações são favoráveis quando seu uso é bem planejado.

Nós da R2 Creative não abrimos mão de estar com um nas nossas visitas a eventos, seja para networking, seja para divulgações sobre nossa agência ou até mesmo para atuações comerciais.

Vejam a seguir algumas dicas para você neste artigo da Promoview. Boa leitura! Esperamos que seja útil para você!

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“Tablets ampliam a experiência digital do participante e tornam seu evento mais sofisticado.”

Organizadores de eventos que desejam incrementar a experiência de seus eventos podem recorrer aos tablets. O uso das pranchetas eletrônicas – seja iPad, Android ou Windows Phone – torna mais sofisticada a interação com o usuário, além de ampliar o caráter digital de seu evento.

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A  seguir, vamos ver algumas formas que os tablets podem ser utilizados:

1. Fazer o credenciamento

Como dispositivos móveis, os tablets podem ser utilizados para realizar o credenciamento e o check-in dos participantes cadastrados. Para isso, bastam estarem equipados com os apps utilizados pelos organizadores e conectados à internet.

Com o EventiozEntry Manager, por exemplo, o organizador pode credenciar os participantes rapidamente, ler os QR Code das inscrições dos participantes usando a câmera do dispositivo, inscrever novos participantes, localizar um participante pelo nome, controlar o fluxo etc.

2. Dar as boas-vindas aos participantes e orientar

Disponibilizar tablets  com informações sobre o evento, um mapa e mensagem de boas-vindas logo após o check-in do evento pode ser uma maneira atenciosa de recepcionar os participantes e repassar informações, como a programação, localização etc.

O número de dispositivos necessários pode variar de acordo com o número de participantes e o fluxo de entrada. Para eventos pequenos, de até 150 participantes e com fluxo cadenciado, dois tablets na entrada podem ser suficientes.

Caso seu evento seja grande e irá ter picos durante o check-in dos participantes (o mais comum), o ideal é utilizar um número maior. Em seguida, deixe os tablets disponíveis para consulta dos participantes sempre que necessário.

3. Coletar informações e fazer pesquisas

Tablets podem ser usados para fazer pesquisas de opinião de satisfação sobre o evento e também sobre produtos. Para isso, basta instalar um app específico, como o e-Bope ou o Qualtrics, ou disponibilizar a pesquisa a partir de um serviço como o SurveyMonkey, o Discovery ou  Google Form. Outra alternativa é desenvolver um app próprio para a função.

4. Exibir conteúdo e campanhas

Quer exibir fotos de novos produtos, campanhas ou apresentações? Faça o upload do conteúdo nos tablets e deixe que os participantes interajam com ele. Para isso, distribua os tablets em totens ou bancadas instaladas em pontos estratégicos do evento, como a sala do coffee-breakhalls ou espaços de convivência.

5. Nas mãos dos participantes

Caso você esteja a fim de impressionar seus participantes, é possível oferecer um tablet para cada um deles. Hoje, existem empresas que fazem o aluguel dos equipamentos para eventos. Nesse caso, o indicado é desenvolver e disponibilizar um app próprio com conteúdo relacionado, programação, informações sobre palestrantes etc.

Dica

Uma forma de conseguir tablets para o seu evento com custo baixo é por meio de parceria com as empresas fabricantes. Contate o departamento de marketing das companhias e procure saber quais delas estão lançando produtos e realizando campanhas. Positivo, Samsung, Panasonic, LG, CCE, Dell, HP, entre outras, são algumas das companhias que possuem linhas de equipamentos e atuam no Brasil.

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Fonte deste artigo: http://promoview.com.br/

Por Vinicius Aguiari, City Marketing Manager da Eventioz.

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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CERVEJARIA FAZ CANADENSES CANTAREM PARA ABRIR GELADEIRA

R2 Creative

“Um mundo de Apresentações Especiais”

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Olá pessoal!

Não me canso nunca de perceber a capacidade de criação das pessoas. A iniciativa da cervejaria Molson e a agência Rethink mostrou como isto é possível, além de divulgar a marca e divertir ao consumidor. Muito bom mesmo! Leiam a seguir:

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A marca de cerveja Molson é conhecida por usar o senso de patriotismo dos canadenses em suas campanhas. E desta vez teve a ideia de fazê-los cantar o hino nacional para abrir uma geladeira colocada em alguns lugares inusitados pelo país.

Idealizada pela agência Rethink, a ação de live marketing foi pensada com o objetivo de comemorar os 147 anos do Canadá. Para que a geladeira abrisse, era preciso empolgação e precisão, do início ao fim do hino.

 canadense

O senso de patriotismo também foi estendido para turistas que quisessem ganhar uma cerveja gelada. É claro que para esses a tarefa foi um pouco mais difícil, afinal, a maioria dos cidadãos sequer sabe o hino completo do seu país, o que dirá de um distante!

Confira no vídeo o desempenho dos participantes – e pare de criticar os brasileiros que não sabem cantar o hino nacional. O mal, aparentemente, é global!

(Este vídeo foi bloqueado pela Molson Canadian)

Caso desejem vê-lo acessem a página deles no facebook: https://www.facebook.com/photo.php?v=10152144449536956&video_source=pages_finch_main_video  

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Fonte deste artigo: http://promoview.com.br/

08 perguntas para sua estratégia de marketing de conteúdo

Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar uma publicação sobre marketing de conteúdo, tão divulgado e ativo que hoje movimenta milhões de pessoas e formas de comunicação por todo o planeta.

Apesar de simples, esperamos que os ajudem a entender melhor sobre esta importante atividade nos dias atuais.

Boa leitura!

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Fonte do artigo: http://marketingdeconteudo.com

Nem sempre ao traçar uma estratégia de marketing de conteúdo, os profissionais envolvidos respondem algumas perguntas básicas que são importantes para o sucesso. Por mais que elas pareçam simples, essas perguntas tocam pontos que podem se tornar críticos se não forem solucionados.

Por isso, fizemos uma lista com 8 perguntas para você se fazer. E se a resposta de algum deles não for positiva, mude o mais rápido possível.

1. Quais são os objetivos de sua estratégia de marketing de conteúdo?

A maioria das empresas não tem uma ideia clara de onde querem chegar com sua estratégia de marketing de conteúdo. Ainda pior, algumas delas sequer sabem onde podem chegar. Um objetivo não pode ser “vender mais” ou então “ter mais likes no Facebook”. É importante tê-los definidos, conhecer quais métricas serão usadas para mensurar o sucesso e acima de tudo, saber o que você tem que fazer para alcançá-lo.

2.  Sua estratégia de marketing de conteúdo está alinhada com a visão geral da empresa?

Qual o papel que seu marketing deverá desempenhar na sua empresa? Além de conhecer seus objetivos, é vital que eles estejam alinhados com a visão de sua empresa. Analise quais são os propósitos de sua estratégia e qual é o caminho que sua empresa irá trilhar. Se eles não estiverem perfeitamente alinhados ou você não conseguir colocá-los próximos, então você tem um sério problema em suas mãos.

3. O seu conteúdo ajuda seu público a melhorar na área de atuação deles?

Você deveria se perguntar isso todo dia. Até nos finais de semana. Se seu conteúdo não está ajudando e educando seu público, por quê continuar investindo nele?

4. Você lê todo o conteúdo que sua empresa cria?

A maioria de gerentes e diretores de marketing não está ciente dos esforços que suas empresas podem estar realizando desnecessariamente todo dia. Para realmente entender o que está funcionando e o que está falhando – em relação à sua estratégia de marketing de conteúdo – você precisa engajar e conhecer todas as peças de conteúdo que sua empresa cria e distribui.

5. Você está se destacando do resto?

Você está criando algo único e de valor? Seu blog leva informações relevantes e de qualidade, que tem a cara da sua empresa? Você é diferente dos seus competidores? Afinal, na maioria dos blogs hoje, é só você retirar a logo do topo da página e colocar a de um concorrente, e ninguém notará a diferença. Acredito que não é isso que você quer para o seu blog.

6. Você está treinando seu time de marketing?

Sempre falamos de envolver sua equipe em sua estratégia de marketing de conteúdo. Você tem um treinamento específico que comunica para seus membros quais são a visão e os objetivos, além das expectativas e dos resultados esperados? Se não, como eles saberão se estão sendo bem sucedidos ou onde eles precisam melhorar?

7. Toda sua empresa está envolvida em sua estratégia?

Fazer com que colaboradores de todas as áreas da empresa participem na criação de conteúdo para sua estratégia de marketing de conteúdo é um grande desafio, mas com ótimas recompensas. Ter diferentes contribuintes para o seu blog será extremamente para criar conteúdo de estilos diferentes, com pontos de vista diferentes e temas variados – que será ótimo para cativar seu público.

8. Você desenvolveu um processo de comunicação para espalhar a visão de sua estratégia de marketing de conteúdo através de sua organização?

(Comece assistindo o Content 2020, da Coca Cola). Tenho certeza que um dos principais motivos da iniciativa que pensou o Content 2020 ter sido adotada rapidamente é o fato de que ela mostra com perfeição a visão da companhia. Como isso é possível? A Coca Cola criou um documento extremamente bem feito sobre o programa que seria o Content 2020. Ele era altamente engajante e compartilhável, fácil de compreender e foi capaz de causar um impacto em milhares de pessoas em curto período de tmepo.

Você pode não ter todas as respostas nesse exato momento – o que é bem normal. Mas você precisa conseguir respondê-las em algum momento. Toda semana – e algumas delas diariamente – você deveria rever essas questões com sua equipe e manter um controle do seu progresso, afinal são pontos extremamente importantes para o sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo.

Quais questões adicionais você acha que deveríamos nos fazer sobre nossas estratégias de marketing de conteúdo? Não deixe de comentar.

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Autor:

Guido Pinto Coelho

Eterno estudante de marketing e publicidade, viciado em Internet e games e totalmente apaixonado por futebol (apesar de ser péssimo jogador.)

Novo aplicativo para android ajuda a encontrar trabalhos freelancer

Olá a todos os freelas!

A R2 Creative está compartilhando com vocês um artigo que pode ser do seu interesse e também para aqueles que desejam complementar sua renda através da realização de trabalhos nesta modalidade.

Fonte: Fonte: http://info.abril.com.br/ (Lucas Agrela)

aplicativo freelas

 

A Freelancer.com anunciou nesta quinta-feira (10) o lançamento do seu aplicativo para dispositivos com sistema Android que permite a divulgação e a procura de vagas temporárias, em muitos casos, não presenciais.

Chamado de Freelancer Messenger, o aplicativo oferece também a comunicação entre profissionais de todo o mundo por mensagens de texto em um ambiente com visual bastante semelhante ao do WhatsApp. Há suporte ao envio de fotos, vídeos e anexos em geral.

“A região da América Latina como um todo, e o Brasil em particular, é uma terra fértil para as PMEs, que são o foco de nossa plataforma. Além disso, quase 50% dos brasileiros estão conectados à internet e este número só tende a crescer”, afirmou Sabastián Siseles, diretor do Freelancer.com para a América Latina.

Siseles disse a INFO que, por enquanto, ainda não há previsão de lançamento de uma versão do aplicativo para Windows Phone, a segunda plataforma móvel mais popular do Brasil, segundo a IDC. Já uma edição para iOS deve chegar em breve, mas ainda não há previsão.

A Freelancer.com chegou ao mercado brasileiro no final de 2012 e atualmente conta com 150 mil usuários cadastrados no país. Mundialmente, a plataforma está presente em mais de 240 países com a sua versão para web e acaba de alcançar a marca de 10,6 milhões de internautas.

Drones: Uma nova ferramenta a serviço do marketing

Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar um artigo sobre Drones, sendo utilizados cada vez mais em eventos e atividades que necessitem de sua capacidade de observação. Desejo a vocês uma boa leitura.

Fonte: http://promoview.com.br/

Uma nova tecnologia está entrando com força no mercado do live marketing e traz um ar de surpresa para as ações que são realizadas nos eventos das marcas. São os drones.

Os aparelhos são designados como um Veículo Aéreo Não Tripulado (Vant) ou Veículo Aéreo Remotamente Pilotado (Varp), também chamado UAV (Unmanned Aerial Vehicle) e mais conhecido como drone, que em inglês significa zangão, e dá nome a todo e qualquer tipo de aeronave que não necessita de pilotos embarcados para ser guiada.

Esses aviões são controlados à distância por meios eletrônicos e computacionais, sob a supervisão e governo humano.

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Normalmente utilizados em missões de inteligência militar como apoio de artilharia no campo de batalha, controle de mísseis de cruzeiro, atividades de patrulhamento urbano, costeiro, ambiental e de fronteiras, atividades de busca e resgate, ganharam destaque quando passaram a ser usados para coberturas em vídeo da imprensa mundial.

No meio do marketing promocional, estes aparelhos, que possuem diversos tamanhos, estão cada vez mais presentes na forma de apresentar produtos e experiências novas.

Recentemente, na  Campus Party, a Globo News (Globo Universidade) realizou uma ação de live marketing em que um drone distribuía brindes aos participantes. Os “kits de sobrevivência” incluíram massagens, cafés da manhã e outras ações para tornar a semana dos jovens acampados no evento mais confortável.

drone-na-campus

Para apresentar a nova linha de notebooks, a agência Tudo também recorreu à tecnologia no evento para a Samsung. Os lançamentos da marca chegavam ao local carregados por drones que atravessaram uma plateia com mais de 200 convidados.

Além de trazer a novidade, os aparelhos executaram uma coreografia, integrados com uma projeção em uma supertela no palco, para entreter os convidados durante um vídeo com a apresentação do produto.

Veja o vídeo da ação abaixo:

De acordo com a agência Tudo, o objetivo era impactar o público demonstrando a mobilidade e a leveza dos notebooks.

Há 29 anos sem título, a Portela apostou em tradição e tecnologia para tentar vencer em 2014. A comissão de frente trouxe um drone em formato de águia, que percorreu toda a avenida saudando o público. Neste ano, a escola homenageou a cidade do Rio de Janeiro, com o enredo “Um Rio de mar a mar: do Valongo à Glória de São Sebastião”, do carnavalesco Alexandre Louzada.

Águia-da-Portela_Foto

Também quem esteve utilizando o aparelho nas festas carnavalescas foi a Skol. A marca que patrocinou e promoveu as diversões no Brasil, utilizou drones para captar imagens exclusivas e inusitadas durante os seis dias de folia.

Salvador (BA), Florianópolis (SC), Ouro Preto (MG), Recife (PE) e Olinda (PE) foram as cidades escolhidas para receber os aparelhos durante o feriado.

Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) está em trâmites para tornar comum o uso destas pequenas aeronaves em eventos que não sejam experimentais; a discussão da proposta junto aos interessados do setor tem a finalidade de aprimorar a regulamentação.

Em fevereiro, a Anac realizou um evento que fez parte do processo de desenvolvimento do ato normativo da regulamentação. Os estudos para elaboração deste documento se iniciaram no começo do segundo semestre de 2013.

Em seu portal, a Anac divulgou que o normativo proposto ainda será submetido à audiência pública, oportunidade na qual qualquer interessado poderá encaminhar contribuições. Depois de analisadas, a minuta de regulamento será apresentada para deliberação da diretoria colegiada da agência. A realização da audiência pública e a publicação da norma está prevista para ocorrer ainda neste ano.

Toda essa discussão trata da utilização comercial e corporativa dos RPA’s, como serão chamados os drones, em áreas segregadas, pois a agência exige normas mais rigorosas para operações com aeronaves de maior porte.

Na regulamentação assuntos como segurança, tamanho do aparelho e nomenclatura serão discutidos e liberados para uso de acordo seu tamanho e também para que seja diferenciado do original que tem uso exclusivo militar.

Por Amaní Cruz.

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VISITE O PORTFÓLIO R2 CREATIVE 

CONHEÇA UM MUNDO DE APRESENTAÇÕES ESPECIAIS!

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Você sabe como repetir planos de fundo no PowerPoint?

Olá pessoal!

Vejam a seguir uma dica interessante, principalmente para quem está sempre idealizando apresentações PowerPoint.

Obs: Esta dica é para quem estiver utilizando o PowerPoint 2010.

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Fonte: http://www.ehow.com.br/

Se você criou uma apresentação de PowerPoint utilizando um plano de fundo complexo e personalizado, saiba que é possível ganhar tempo copiando-o para suas próximas apresentações. Isso também lhe permite reutilizar artes baseadas em arquivos de imagem antigos. O PowerPoint inclui a ferramenta “Reutilizar Slides”, que importa temas de outras apresentações para um documento atual. Com isso, é possível aplicar qualquer plano de fundo em uma apresentação.

Acompanhe a seguir os principais passos para isso:

Imagem1

Abra uma nova apresentação em branco no PowerPoint;

  1. Clique em “Novo slide” na guia de grupos de slides e selecione “Reutilizar slides

  2. Clique em “Importar”, no painel “Reutilizar slides”, e selecione “Importar arquivos”. Dê um clique duplo na apresentação que contém o plano de fundo a ser copiado.

  3. Marque a opção “Manter formatação original” e clique no slide que contém o plano de fundo desejado.

  4. Clique na visualização de slide, do lado esquerdo, na qual deseja aplicar o plano de fundo. Para aplicá-lo em vários slides, mantenha pressionada a tecla “Ctrl” e clique em cada um, ou clique em um arquivo e pressione “Ctrl-A” para selecionar todos de uma só vez.

  5. Clique com o botão direito do mouse em qualquer slide, selecione “Layout” e clique na visualização de slide que contém o plano de fundo. Isso aplicará o fundo em todos os slides selecionados.

  6. Clique no último slide da apresentação, que deverá ser o único copiado da apresentação original, e pressione “Excluir” para removê-lo. Ele será removido, mas o tema permanecerá nos outros slides.

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