Apresentações Profissionais e Acadêmicas: crie a sua e expanda sua marca pessoal e profissional

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Olá pessoal!

Apresento-lhes a agência R2 Creative, cuja especialização é a criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas, além de outros produtos voltados à melhor comunicação de pessoas e empresas.

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Em nossos contatos com clientes que já estiveram conosco, percebemos um avanço considerável nos resultados de campanhas que eles realizaram utilizando a Apresentação como uma das ferramentas de contato com seu público e isto nos deixou muito feliz, pois atingiu o objetivo proposto.  Através de belas criações, formatos e resultados,  é possível atender a todos com muita criatividade dos designers, comprometidos em elaborar o melhor, justamente para atender as expectativas. Os formatos mais procurados nos últimos tempos estão sendo Apresentações Power Point e After Effects.

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Apresentações são excelentes instrumentos, que, se bem utilizados, podem realmente trazer ótimos resultados. Não adianta criar uma e não divulgá-la apropriadamente. Com o advento da tecnologia de ponta atual, com constantes atualizações diárias, que tornam hoje obsoletas as inovações de ontem, utilizar as ferramentas ideais e adequadas como as Apresentações, torna-se uma “arma” fundamental para acessar e atingir os objetivos desejados.

Minha atuação é na área comercial, mas de vez em quando acompanho o planejamento e trabalho dos(as) designers e não me canso de ver como as ideias fluem, surgindo belíssimas criações, tanto em Apresentações como em outros produtos também.

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Seja ela pessoal, corporativa ou destinada a eventos, Apresentações são armas poderosas de comunicação e até para o entretenimento, dependendo do estilo criativo. Por exemplo, para uma empresa, a comunicação é estratégica e colabora para o desenvolvimento do planejamento e seus resultados, enquanto que para uma pessoa, o ideal é falar de si mesmo ou de seu negócio ou produto. Uma boa estratégia de comunicação contribui para uma empresa ou negócio de sucesso e as apresentações colaboram muito para este contexto.

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Faça o seu planejamento e deixe a criação conosco. Se preferir podemos planejá-la juntos!

Será ótimo poder ajuda-la(o).

Conheça o trabalho da R2 Creative! Visite o Portfólio! Baixe a Apresentação Institucional

 Ótimo ano a todos!

O que é e para que serve gestão de Leads?

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar com vocês um artigo do pessoal da Resultados Digitais, relacionado à Gestão de Leads.

Num mundo onde a inovação tecnológica trás novidades todos os dias, a comunicação e o envolvimento que é promovido através dos canais existentes em todos os níveis, cria mecanismos próprios para sua execução e gestão. Tudo é muito dinâmico e novas ferramentas são atualizadas todos os dias com a finalidade de manter fiel a presença do público que desejamos contactar, seja para uma amizade ou até grandes processos empresariais.

Leiam a seguir um artigo sobre uma destas ferramentas, considerada de extrema importância na comunicação e acesso ao público em geral, principalmente os meios empresariais e de negócios:

Gestão de Leads (ou Lead Management, ou Marketing Automation) é um tema que tem ficado bastante em voga lá fora nos últimos tempos. Não à toa: se combinado com as diversas técnicas de atração que falamos constantemente aqui no blog, uma gestão de Leads bem feita tem poder de amplificar significativamente os resultados de negócio com Marketing Digital.

Isso porque, especialmente quando falamos de Marketing B2B, o processo de compra por parte do cliente não é feito de forma impulsiva. Há um ciclo bastante conhecido – e muitas vezes longo – pelo qual ele(a) passa:

O cliente potencial toma conhecimento do tema -> reconhece a necessidade/problema -> demonstra interesse em uma solução -> compara e avalia alternativas -> procede com a compra.

Em todas as etapas o prospect procura uma grande quantidade de informações. Não é difícil concluir que quanto mais a sua empresa ajudá-lo produzindo conteúdo para guiá-lo ao longo do processo, maiores são as chances dele escolher sua empresa ao final.

Além disso, um bom programa de gestão de Leads possui diversas outras vantagens:

  • Permite atrair e reter os potenciais clientes que ainda não estão no momento certo da compra, evitando o “tudo ou nada”;
  • Diminui a fricção no funil, e portanto, aumenta o número de oportunidades concretas geradas pela área de Marketing;
  • Encurta o ciclo de vendas pela educação e estímulo aos Leads;
  • Aumenta a eficiência e a produtividade da equipe de Vendas por entregar Leads mais preparados e no momento certo;
  • Aumenta a retenção do cliente depois da compra, também pela educação e relação de confiança.

Portanto, a missão de um programa de gestão de Leads é identificar os diferentes estágios pelos quais os potenciais clientes passam e alinhar as informações/conhecimentos adequados para entregá-los em cada estágio.

Mas antes de falarmos sobre gestão de Leads, precisamos definir o que é um Lead.

O que é um Lead?

Um Lead é uma oportunidade de negócio para a empresa. De forma mais concreta, Lead é alguém que forneceu suas informações de contato (nome, email, tel., etc.) em troca de uma oferta de valor no seu site (conteúdo, ferramenta, avaliação, pedidos sobre produto/serviço, etc.).

Assim, um Lead é alguém que já demonstrou interesse no tema do seu negócio e que provavelmente gostaria de ouvir mais da sua empresa, tanto em termos de conhecimento quanto sobre ofertas de produtos/serviços. Da mesma forma, é alguém que poderia ser abordado por um membro da equipe comercial, desde que seja o momento certo para tal.

A figura abaixo ilustra onde o Lead se encontra em um funil de vendas tradicional, e onde é a atuação de um programa de gestão de Leads:

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Obs. Em outros tipos de negócio o conceito de Lead pode tomar formas diferentes. Ex.: um usuário cadastrado na versão de teste de um software, alguém que liga para a empresa para buscar mais informações, um assinante de um site de ecommerce, etc.

Por que se preocupar em gerar Leads ao invés de só tentar vender direto

Sobre esse tema já falamos diversas vezes, mas não custa reforçar. Para isso, vamos recuperar alguns trechos do post recomendado anteriormente sobre o conceito do Stadium Pitch do livro The Ultimate Sales Machine, uma das referências na área de Vendas.

O autor (Chet Holmes) identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:

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Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilidade? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

A geração de Leads vai ao encontro dessa estratégia. Se o site da sua empresa só tiver informações sobre seu produto/serviço, sua mensagem somente ressoará para aqueles 3% a 10% da parte de cima da pirâmide.

Para não “desperdiçar” os outros 90%, sua empresa pode criar ofertas de valor para capturar as informações de contato dessas pessoas e, ao longo do tempo, nutri-las para tentar transformá-las em oportunidades e vendas. (Confira aqui algumas dicas para geração de Leads)

Ainda assim, muitas empresas insistem em querer focar apenas nos prospects que já estão “prontos”, em nome de uma suposta produtividade. O que podemos dizer é que já vimos e ajudamos a fazer funcionar esta máquina de geração de Leads múltiplas vezes. Em todos os casos, não só o número de oportunidades e vendas totais aumentou significativamente, como também o custo de Marketing e Vendas foi ficando cada vez menor ao longo do tempo. Por consequência, essa máquina também é um excelente ativo e uma vantagem competitiva para a empresa a longo prazo.

Por que gerenciar Leads?

Com um trabalho bem feito de Atração e Conversão no topo do funil (figura acima), as empresas invariavelmente caem em um “problema”: o que fazer com tantos Leads?

Já que não podem/querem colocar a equipe comercial para entrar em contato com todos eles, a primeira reação geralmente é tentarspammear a base com suas ofertas de produtos. Isso não só é arriscado por queimar o canal desnecessariamente, mas também é pouco eficiente: segundo pesquisa do Marketing Sherpa com uma grande variedade de empresas B2B, em média 73% dos Leads não estão prontos para a venda.

Por isso, para a área de Marketing só gerar Leads não é suficiente. É preciso ter um processo que ajude os Leads a descer cada vez mais no funil de vendas e “separe o joio do trigo”, entregando para a área de Vendas os Leads com o perfil certo e que já estão mais propensos a comprar a solução.

O que há em um bom programa de gestão de Leads

Neste post não conseguiremos entrar nos detalhes de cada item, mas só para passar uma visão geral, elencamos abaixo quais são os componentes de um bom processo de gestão de Leads.

a) Gerar Leads;
b) Coletar informações de inteligência;
c) Implementar pontuação para os Leads;
d) Fazer a nutrição dos Leads;
e) Gerar oportunidades comerciais;
f) Mensurar e otimizar (com feedback de Vendas).

Esse processo parece complexo (de fato não é simples), mas esse “problema” da gestão de Leads só aparece quando já há um grande volume de geração de Leads e impossibilidade da área de Vendas dar conta de tantas oportunidades de forma produtiva. Por isso sempre recomendamos focar primeiro em volume, depois em otimização.

Recomendamos bastante o Webinar “Gestão de Leads”, em que falamos do assunto e entramos muito mais a fundo.

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/  by  Eric Santos

CERVEJARIA FAZ CANADENSES CANTAREM PARA ABRIR GELADEIRA

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“Um mundo de Apresentações Especiais”

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Olá pessoal!

Não me canso nunca de perceber a capacidade de criação das pessoas. A iniciativa da cervejaria Molson e a agência Rethink mostrou como isto é possível, além de divulgar a marca e divertir ao consumidor. Muito bom mesmo! Leiam a seguir:

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A marca de cerveja Molson é conhecida por usar o senso de patriotismo dos canadenses em suas campanhas. E desta vez teve a ideia de fazê-los cantar o hino nacional para abrir uma geladeira colocada em alguns lugares inusitados pelo país.

Idealizada pela agência Rethink, a ação de live marketing foi pensada com o objetivo de comemorar os 147 anos do Canadá. Para que a geladeira abrisse, era preciso empolgação e precisão, do início ao fim do hino.

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O senso de patriotismo também foi estendido para turistas que quisessem ganhar uma cerveja gelada. É claro que para esses a tarefa foi um pouco mais difícil, afinal, a maioria dos cidadãos sequer sabe o hino completo do seu país, o que dirá de um distante!

Confira no vídeo o desempenho dos participantes – e pare de criticar os brasileiros que não sabem cantar o hino nacional. O mal, aparentemente, é global!

(Este vídeo foi bloqueado pela Molson Canadian)

Caso desejem vê-lo acessem a página deles no facebook: https://www.facebook.com/photo.php?v=10152144449536956&video_source=pages_finch_main_video  

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Fonte deste artigo: http://promoview.com.br/

Construtoras apostam em tecnologia para aumentar vendas

Empresas apostam em experiências lúdicas de imersão para atrair compradores para empreendimentos de luxo. Investimentos costumam equivaler ao valor de uma unidade do prédio.

Por Luisa Medeiros, do Mundo do Marketing

Os preços altos dos imóveis e a inflação estão levando a compra da casa própria para o final da lista de prioridades de muitos brasileiros. As imobiliárias, por sua vez, focam em quem ainda tem potencial de compra e, para atingir essa parcela da população, investem em empreendimentos de alto padrão, com apartamentos que variam de 100 a 900 metros quadrados, inseridos em estruturas de serviços e lazer diversificados. Para driblar a insegurança dos consumidores e continuar vendendo, as empresas do ramo lançam mão de tecnologias de ponta para gerar experiência e convencer por meio da emoção.

Os novos dispositivos e a proximidade com o universo digital abrem caminho para as vendas em capitais como São Paulo, Rio de Janeiro e Recife, onde um apartamento novo de 50 metros quadrados não saiu por menos de R$ 300 mil em 2013. Comprar uma unidade na planta custou 9% mais caro do que no ano anterior, de acordo com uma pesquisa da Lopes Consultoria e Intermediação Imobiliária. Em 2014, ao contrário do que os consumidores desejam, o mercado ainda não dá sinais de queda nos preços e as regiões mais procuradas mantém a valorização.  Na jornada de convencimento do shopper, as equipes de venda somam aspectos técnicos como metragem, mapas, infraestrutura e condições de pagamento a experiências lúdicas.

As companhias investem em simuladores de voo, realidade aumentada, imagens aéreas e cinema 3D. “Em 2014, as vendas de imóveis de primeira locação já estão cerca de 30% abaixo do acumulado dos quatro primeiros meses do ano passado. As tecnologias fazem com que o cliente se sinta especial, estimulando a compra de um produto caro e que não será palpável de imediato. O que impera é a ideia do encantamento”, diz Gilberto Braga Professor de Finanças do IBMEC Rio, em entrevista ao Mundo do Marketing.

A personalização é essencial

As experiências inusitadas, na maioria dos casos, ainda estão restritas ao carro-chefe das maiores construtoras. Isso acontece porque o novo investimento equivale em média ao preço de uma unidade do projeto. Sendo assim, as construtoras dão preferência aos projetos maiores e com tíquete médio mais elevado por unidade. “Os valores não são absurdos quando comparados com anúncios em televisão ou jornais de grande circulação, mas mesmo assim o investimento em tecnologia representa uma mudança no mix de divulgação”, diz Gilberto Braga.

Seis meses de uma ativação com projeção em 3D, por exemplo, podem custar até R$ 900 mil. Esse é o preço da personalização que diferencia o empreendimento dos demais. O aumento da demanda já leva companhias a se especializarem na criação de espaços interativos para stands de vendas, como a Volcano Hotmind. Entre as experiências de imersão criadas pela empresa está uma cúpula de projeção de vídeos em 360º feita para a Odebrecht. O projeto garante ao cliente a sensação de estar dentro do projeto, antes mesmo da obra ser iniciada.

Todas as soluções são pensadas de forma individual. “Ao desenvolvermos um estande de venda, não oferecemos à construtora produtos prontos, de prateleira. Somos uma empresa de criação e produzimos a partir do problema que o cliente nos apresenta de forma individualizada”, comenta Paulo Blassioli, Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind, em entrevista ao Mundo do Marketing.

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De olho no cliente conectado
Esse posicionamento tecnológico pretende fundir o processo de compra nos ambientes on e offline para se aproximar do comportamento dos consumidores contemporâneos e, assim, atender melhor às suas demandas. “As pessoas estão diariamente conectadas, o que levou o mercado a sentir a necessidade de se adaptar e trazer ferramentas que saíssem do papel e estivessem alinhadas a um DNA inovador. Na Gafisa, todas as ações pensadas para o ponto de venda são automaticamente adaptadas para as redes sociais e para os dispositivos móveis. O consumidor está mais exigente e é menos impactado pela mídia tradicional”, analisa Érika Fugiwara, Gerente Geral de Marketing da Gafisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para chegar ao bolso do consumidor, as construtoras focam primeiro no seu coração. Na divulgação de um novo projeto, os tradicionais banners, maquetes e apartamentos decorados não são mais suficientes. As construtoras passam a competir entre si para surpreender o consumidor e lançam mão de estratégias que misturam games, realidade aumentada e entretenimento. “A visita a um projeto se torna divertida. A experiência agrada desde crianças de cinco ou seis anos que vão junto com os pais até a terceira idade. É como ir à Disney, todo mundo gosta”, comenta Paulo Blassioli.

Para a Gafisa, a solução foi a simulação de um voo de balão em 3D que permitia conhecer a área verde e as particularidades do bairro de Vila São Francisco, em São Paulo, onde o empreendimento Lorian Boulevard estava sendo erguido. “O cliente entra com outro humor no stand e fica mais aberto a negociação porque já teve uma experiência legal. Oferecemos outra visão do stand, o que viabiliza uma aproximação diferenciada por parte do corretor”, diz o Sócio e Diretor de Projetos da Volcano Hotmind.

Mercado de luxo tem corretores cada vez mais sutis
A experimentação prévia do consumidor em simuladores online e as consultorias por meio de chats elevam a expectativa com relação ao atendimento físico, especialmente para os empreendimentos de luxo. A construtora HDauff, que tem seu foco neste tipo de imóvel, também investiu na criação de entusiasmo nos clientes por meio de um vídeo em 3D que simula um tour pelo empreendimento. A produção foi semelhante a de um filme para o cinema com direito a reuniões de roteiro e produção. O investimento se justifica à medida que o cliente começa a visualizar o empreendimento de forma mais realista.

O contato pessoal com a construtora não tem mais apenas a função de informar sobre os processos de compra e sim de gerar experiências emocionais e sensoriais. “Atualmente o consumidor tem bastante informação sobre o mercado imobiliário. Quando chega ao stand já sabe como é o bairro, se tem padaria e escolas boas e quanto custarão as parcelas do apartamento”, aponta Rafael Hawilla.

Esse novo padrão de comportamento tem demandas para além de questões tecnológicas e exige um novo posicionamento das equipes de vendas para se alcançar o convencimento. “Cada vez que lançamos um projeto, ocorre um novo treinamento para os consultores. No momento do contato interpessoal, a equipe de vendas deve ser sutil e evitar aspectos muito técnicos. Este é o momento de tocar na emoção, porque é o sentimento que impulsiona a decisão”, analisa o Rafael Hawilla é Diretor Vice Presidente da HDauff.

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O pós-venda também merece atenção
A aproximação entre as empresas e os compradores dos imóveis não fica mais restrita ao momento da compra. A manutenção do diálogo durante o processo de construção ajuda a minimizar a ansiedade dos futuros moradores e a solidificar a confiança na marca. A Tecnisa, que já investe em incrementos digitais desde 2002, quando iniciou suas vendas pela internet, agora aposta em inovação para o relacionamento com o consumidor. “Na prática do mercado, depois da venda, a única comunicação que o consumidor tem com as construtoras é o boleto que chega todos os meses”, diz Gustavo Reis, Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa, em entrevista ao Mundo do Marketing.

Para se diferenciar a empresa passou a investir em rodadas de Fast Dating com foco em inovação. A ideia consiste na apresentação de projetos de empresas de pequeno porte para executivos da Tecnisa com a intenção de serem aplicados para melhorar diferentes áreas dentro da companhia. Um dos projetos mais recentes consiste na documentação da evolução da obra por meio de vídeos captados por drones. “De cara ficou evidente que valia a pena juntar esta tecnologia com relacionamento com o cliente, possibilitando que ele recebesse mensalmente um material com o que tem de novo na obra”, conta Gustavo Reis.

Os robôs fazem imagens aéreas das fases de construção. Essa é uma evolução digital das vistorias físicas que a construtora sempre promoveu com os clientes em seus canteiros de obra. A expectativa é de que em pouco tempo os compradores possam identificar particularidades de sua unidade com imagens reais da obra, por meio do smartphone ou do computador. “Isso é importante porque este é predominantemente o bem mais caro que a pessoa vai comprar na vida e existem muitas expectativas envolvidas. Antes, se alguém queria saber como estava uma obra, precisava passar em frente ao prédio”, aponta o Gerente de Marketing e Ambientes Digitais da Tecnisa.

Veja as imagens captadas pelo drone da Tecnisa no empreendimento Parque Jardim das Perdizes:

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EM BREVE A R2 CREATIVE ESTARÁ LANÇANDO MAIS UMA NOVIDADE QUE IRÁ COLABORAR COM AS CONSTRUTORAS E SEUS PROCESSOS DE VENDA. AGUARDEM!!!

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações Profissionais

 

Você acha que as cores podem influenciar o marketing e suas escolhas?

Olá pessoal!

Você acha que as cores influenciam sua vida?

Você pode imaginá-las como fatores decisivos para suas escolhas e decisões?

Estudiosos e mestres nesta área responderiam de uma forma, onde a cromoterapia é utilizada como tratamento alternativo para muitos males de saúde da sociedade. Especialistas em comunicação e marketing, teriam outro olhar e utilização para elas. É exatamente esta última que trago para vocês hoje, compartilhando um estudo feito pelo pessoal do Viver de Blog.com, onde demonstra claramente a influência das cores em nossas vidas.

Veja a seguir:

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POR 

A Psicologia das Cores é muito importante no Marketing e no Dia-a-Dia é fundamental para entendermos o significado das cores e como podemos usar uma determinada cor para nosso benefício.

Cores são poderosas e influenciam diretamente produtores e consumidores. Estudos apontam que:

  • 84,7% dos consumidores acreditam que as cores de um produto são muito mais importantes do que outros fatores;
  • 93% das pessoas avaliam as cores de um produto na hora de comprar;
  • Mais da metade dos consumidores desistem de comprar um produto porque ele não tem sua cor favorita.

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre a Psicologia das Cores e o Significado das Cores.

Fatos e Estatísticas para Tweetar:

  1. A cor pode ser responsável por 60% da aceitação ou rejeição de um produto ou serviço.
  2. 84,7% dos consumidores acham que a cor é mais importante que muitos outros fatores ao escolher um produto.
  3. 93% das pessoas observam o aspecto visual para comprar, 6% olham a textura e 1% decide pelo som ou pelo cheiro.
  4. 80% das pessoas acreditam que as cores aumentam o reconhecimento de uma marca.
  5. As pessoas fazem um julgamento subconsciente sobre um ambiente ou produto dentro de 90 segundos após a visualização inicial. Em torno de 62% e 90% dessa avaliação é baseada somente nas cores.
  6. Anúncios em cores são vistos 42% mais frequentemente que os mesmos anúncios em branco e preto.
  7. Cores podem melhorar em 73% a compreensão, entre 55% e 68% o aprendizado e em40% a leitura.
  8. 2 de 3 consumidores não comprarão um grande produto desejado se este não estiver em sua cor favorita.
  9. Azul é a cor favorita dos homens (57%) e das mulheres (35%).
  10. Mulheres conseguem diferenciar até 5x mais cores do que os homens.

Para poder acessar o Infográfico e estudo completo clique aqui

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Realmente um estudo muito bem realizado e muito interessante!

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R2 Creative: Especializada na Criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas!

Facebook para empresas

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Fonte: http://www.maiswebmarketing.com

Recentemente foi criado um novo website, em formato fórum, dedicado à partilha de conhecimento sobre Facebook e redes sociais.

Registe-se gratuitamente em www.facebook-empresas.net e receba ofertas que o vão ajudar a obter melhores resultados no Facebook e nas redes sociais. Vai poder aprender técnicas para captar fãs, para, desta forma, aumentar o seu número de contatos e potenciais clientes.

Pode também tirar dúvidas com os outros membros e aprender muitas dicas para aplicar nas suas páginas.

Funcionalidades e vantagens deste website Facebook Empresas;

  • Mobile – versão otimizada para smartphones e tablets
  • Organizado por categorias e tópicos
  • Sistema de reputação para reconhecer os membros que mais contribuem, tópicos mais vistos, mais comentados e melhor avaliados
  • Integração com Facebook e redes sociais
  • Os novos tópicos são publicados automaticamente no grupo e página desta comunidade, criando assim ainda mais dinâmica
  • Fale por chat com os membros online (como no Facebook)
  • Registe-se apenas com 1 clique através do Facebook
  • Estabeleça contactos de networking e encontre oportunidades de negócio
  • Menus de ajuda, com recursos, guia de iniciantes, links, artigos, vídeos, agenda de eventos e muito mais
  • Ofertas especiais para membros

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Este artigo foi escrito por Miguel Brandão. Licenciado em Marketing, Publicidade e Relações Públicas. Frequentou durante 2 anos a licenciatura em Sistemas de Informação e Multimédia. Foi estudante durante 1 semestre letivo na Universidade de Salamanca (Espanha). Trabalha com a Internet desde 2004 em WebDesign, SEO, SEM, WebMarketing, Email Marketing, Link Building, Landing Pages e posicionamento de websites. Já escreveu 447 artigos.

As novidades do Marketing Digital 2012

As novidades do Marketing Digital 2012 As novidades do Marketing Digital 2012O marketing gital exerce um papel determinante no sucesso de uma empresa na internet. É impossível ter sucesso no comércio eletrônico se sua empresa não é conhecida, não é lembrada e se ninguém nunca ouviu falar da sua marca.

O ano de 2012 chegou e já promete grandes resultados ao comércio eletrônico brasileiro, principalmente, no que se refere ao marketing exercido na web. Em termos de divulgação e exposição da empresa, o avanço tecnológico proporciona mudanças que devem acirrar ainda mais a busca por destaque no mercado virtual.

Neste sentido, as novas características adotadas para o marketing digital neste ano devem estar evidenciadas na estratégia de divulgação das lojas virtuais, para que as mesmas conquistem seu espaço na web.

Sofisticação do SEO

Estima-se que a otimização para sites de busca (Search Engine Optimization) fique mais sofisticada em 2012. Isso porque a difusão muito rápida de informações torna o Google mais exigente para dados relevantes e atuais. Por isso, como a concorrência pela primeira página está aumentando, além das técnicas corretas de otimização é preciso trabalhar com informações atuais e relevantes em sua loja virtual;

Conteúdo relevante nas mídias sociais (Social Media Optimization)

A mídia online deixa de ser simplesmente uma reunião de clientes que buscam receber ofertas, e se torna um canal de informações relevantes sobre temas relacionados ao segmento para atrair o consumidor não apenas com promoções, mas também com informações, principalmente, porque o público está mais exigente e deseja integração;

Links patrocinados ficam mais caros

Um dos motivos pelos quais o SEO estará mais acirrado é porque o custo da divulgação via links patrocinados se tornam mais caras. A procura pela compra de palavras-chave aumenta e a grande demanda eleva o valor das mesmas. Para driblar a situação é preciso saber investir, comparar palavras e sinônimos conforme o segmento da loja;

Vídeos para divulgação

Entre as novidades para o marketing digital 2012 destaca-se o aumento no uso de vídeos como forma de divulgação. Pesquisas indicam que, em média, 900 mil horas de imagens são postadas no You Tube por mês e, além disso, especialistas dizem que até 2015, 90% do conteúdo na internet estará em vídeo. Nesse sentido, que tal começar a desenvolver marketing através de vídeos institucionais, depoimentos e entrevistas com clientes, apresentação e formas de uso de um produto?

O sucesso na web é uma questão de adaptação. Em se tratando de e-commerce, quem sabe se adaptar e ser flexível sai na frente, pois o avanço tecnológico traz mudanças muito rápidas no cenário virtual. Há algum tempo, a divulgação era feita boca a boca, pela TV ou pelo rádio. Hoje, além de ser feita via web, a propagação de informações deve ser adequada ao segmento, ao público e às inovações do mercado.

R2 Creative: Seguir e Curtir sempre uma boa opção!

A R2 Creative, sempre preocupada em oferecer produtos, soluções e condições para você se comunicar com qualidade, também possui este canal, que tem como principal objetivo, compartilhar informações que giram no mundo da comunicação, marketing, propaganda, publicidade, design, etc.

Aqui, temos este espaço aberto para todos que desejarem colocar suas ideias e conhecimentos nestas áreas, além de replicar notícias, artigos e informações de interesse da comunidade que curtem estes assuntos.

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Entre em contato, deixe seu comentário, solicite informações e peça um orçamento sem compromissos em contato@r2creative.com.br

Seja bem vindo ao mundo das Apresentações bem sucedidas!

Novo BÔNUS R2 Creative! Você vai perder esta chance?

A R2 Creative, sempre preocupada em oferecer melhores alternativas e promoções para seus clientes e fornecedores, lançou a partir de 01/09/2012, o bônus que permitirá a transformação para o fomato em Vídeo das Apresentações em Power Point  Criadas e Desenvolvidas por ela, a partir desta data, sendo o trabalho entregue nas 2 versões sem custo adicional.

Esta promoção vem acrescentar uma série de vantagens e diferenciais que oferecemos aos nossos clientes e permitirá maiores facilidades na comunicação e divulgação de seus negócios, projetos, ideias, trabalhos acadêmicos, etc.

Pensamos em oferecer este bônus devido ao crescimento das possibilidades na internet e outros meios de comunicação, estando o formato em vídeo mais preparado para estas e outras possibilidades de divulgação.

Esta é mais uma novidade R2 Creative!  Desejamos a todos ótimos negócios!

Vejam também detalhes de outra vantagem que oferecemos aos nossos clientes: BÔNUS R2

Visite nossa página www.r2creative.com.br e peça um orçamento sem compromissos.

O design é influenciador nos processos de escolha das marcas

Fonte: http://mundodomarketing.com.br

Postado por Ricardo Leite – 05/07/2012

Você já fez uma reflexão sobre o seu processo de escolha de algo? Pense agora nos produtos que despertaram a sua atenção nos últimos tempos. Em seguida, pense naqueles que conquistaram o seu desejo de tê-los. No âmbito dos serviços, pense sobre os seus hábitos e o porquê dessas preferências. Em qual supermercado você faz compras ou qual posto gosta de abastecer seu carro?

Sabemos que as escolhas que fazemos são moldadas por diversos motivos. Esse processo está relacionado a vários fatores: o senso de urgência – a famosa pressa – pode nos fazer optar pelo que está mais próximo, a falta de dinheiro nos conduz ao que tem o melhor preço e assim por diante.

Agora tente fazer uma escolha “pura” – se é que isto existe. Posso imaginar que você orienta-se pelas marcas que conhece e respeita, certo? Portanto, marcas existem pelo que elas representam e são um atalho mental para uma série de associações. Marcas existem em nossas mentes. Pense agora no símbolo da Nike… Ele é imediatamente reconhecido, não é? Assim como o logo da Coca Cola, da Oi, da GloboNews ou de qualquer outra marca forte. É muito mais rápido reconhecer a marca vendo o seu logo do que vendo uma palavra escrita. O logo, portanto, é o atalho do atalho mental.

Mas o que acontece se não conheço uma marca e, por consequência, não associo nada àquele logo estampado sobre o produto diante dos meus olhos? Nesse momento, o design dos produtos em si ou de suas embalagens serão o maior fator influenciador de minhas escolhas. Para ilustrar o que disse, imagine-se numa gôndola de mercado diante de vários azeites extravirgens, todos de marcas desconhecidas.

A forma dos frascos e seus rótulos serão responsáveis pela percepção de qualidade e serão efetivos para a sua decisão de compra. Se não conhecemos marcas, se preço não é um problema e não posso experimentar o produto, o que me resta além do design para escolher? Radicalizando, mentalize a hipótese de um azeite ter uma embalagem belíssima e a do outro fabricante ser feia. Bem, o produto mal-acabado me deixa crer que se aquele fabricante não respeita o seu próprio produto, também não me dá a importância que eu mereço. Certamente será escolhido o que se apresentou com design superior.

Quando alguma marca faz um pequeno investimento em design, seja no aprimoramento dos aspectos formais de seus produtos, seja na otimização do sistema de atendimento dos serviços ou no planejamento de uma experiência diferenciada no ponto de venda, o resultado comercial aparece, pois o mundo está de tal forma abarrotado de mesmices que um pequeno movimento virtuoso faz uma grande diferença. Quando empresas adotam o design como parte de suas estratégias, o resultado é inquestionavelmente percebido pelo consumidor, e o resultado positivo é nítido e vantajoso.

Procure lembrar-se de quais foram as vezes que recentemente você teve uma sensação de encantamento ao deparar-se com um produto. Reflita como essa magia está largamente associada às soluções de design que ativam o processo de satisfação consciente e inconsciente, relacionando aparência e valor.

O design posiciona rapidamente marcas, produtos e serviços, deixando-nos saber se eles nos interessam. Uma cadeira de escritório, por exemplo, possui o significado de trabalho. Experimente colocá-la num bar, por exemplo, e verá com ficará dissonante – ou talvez deixe o ambiente estranhamente criativo. Uma capa de revista com muitas cores, títulos grandes e uso de splashs associa rapidamente a publicação como popular, enquanto outra com uma foto em preto e branco e poucos títulos colocados de modo mais discreto dá um ar mais sofisticado à publicação.

O que permite a leitura desses significados associativos é o design apresentado. Suponha, por fim, que depois de grandes investimentos financeiros em pesquisa e produção de um produto, ele seja lançado sem um bom design, com solução equivocada e pouco adequada para estabelecer o relacionamento simbólico apropriado com seus consumidores. Pode ser fatal…

Além dos aspectos formais, os próprios materiais usados para a confecção dos produtos também traduzem significados diferentes e influenciarão, de modo efetivo, nossas escolhas. Utilizar madeira numa loja pode deixá-la mais aconchegante. Se for madeira rústica, trará um espírito artesanal e humano para o ambiente. Já metais e vidros podem fazer um belo contraste compondo associações à tecnologia. O uso de determinada tipografia num folder, cartaz ou capa de livro induzirá a compreensão de um dado estilo de mensagem antes mesmo de o público ter lido qualquer palavra.

O mesmo se aplica a cores, relações espaciais de tamanhos, proporções ou aspectos sensoriais. A percepção que se tem de algo é decorrente de bem mais do que a coisa é em si. Nossas avaliações são decorrentes de aspectos cognitivos, muitas vezes inconscientes, e extrapolam o que racionalizamos a partir do que temos diante de nós.

Assim como no design de ambientes físicos os designers projetam pensando nos fluxos possíveis dos clientes, quando interagimos com ambientes digitais, a navegação intuitiva e rápida é razão de muitos estudos. Novamente o design de interfaces inclui as questões semânticas de cores, formas, posicionamento etc. Interfaces bem resolvidas estimulam a permanência, orientam a leitura e promovem percepção de valor. Da mesma forma que não escolhemos produtos de design mal-acabado, não navegamos em sites, portais ou blogs poluídos e confusos.

Experimente tirar os produtos de suas embalagens e veja se ainda consegue identificá-los. Pegue produtos similares de marcas diferentes e retire-os de suas embalagens. Coloque Coca-Cola e Pepsi em dois copos e misteriosamente esses produtos icônicos perdem a maior parte da sua magia. Pães de forma ou pós de café ficam idênticos, não é mesmo? Ou duas marcas de sabão em pó…  Sem a ajuda do design, tornam-se apenas… os próprios produtos. E ficará impossível identificá-los para escolher e comprar!

Se você esconder a maçã de um iPhone ou iPad, ainda assim, reconhecerá aqueles aparelhos como sendo da Apple. Pegue a maioria dos celulares ou tablets e faça o mesmo e veja como é difícil reconhecer as marcas de seus fabricantes. Isso acontece porque os produtos da Apple possuem excelência em design e, por isso, são muito valorizados pelas pessoas, despertando o desejo de tê-los. Ao apresentarem personalidade exclusiva, transferem essa virtude para os seus clientes.

Alguém já disse que o design é a inteligência da marca deixada visível. Eu acrescentaria que também é a experiência da marca tangibilizada. Entre dois produtos iguais, com design bom ou ruim, escolheremos o que possuir a melhor solução. E como preço tende a deixar de ser um grande diferencial, o design estará cada vez mais isolado como última fronteira dos processos de escolhas.