Os 5 estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo

Olá pessoal!

Compartilhando com vocês um artigo da Contentools.

Espero que gostem e os ajude em suas decisões e aplicações.

mkt conteudo contentools

O conhecimento dos estágios da maturidade do marketing de conteúdo é essencial para que as empresas possam entender onde estão e, consequentemente, aonde chegarão em suas estratégias digitais. Algumas questões ajudam a nortear em que estágio uma empresa se encontra. Vamos conhecer melhor cada um deles?

1. Fase inicial

Nessa fase, o foco está totalmente sobre o conteúdo produzido. A empresa investe na elaboração de materiais, mas em geral é por alguma exigência de mercado.

Exemplos: comunicados de imprensa (press releases), folders e novidades sobre produtos e serviços, encartes para publicações do setor e notícias de eventos internos.

Nesta etapa poucos recursos são alocados para o Marketing de Conteúdo e em geral as organizações neste estágio não estão com a visão de expandir seus negócios ou sair do local em que estão (pelo menos até que os concorrentes comecem a superá-las).

2. Fase de germinação

Aquela sementinha do conteúdo já conseguiu vencer barreiras internas e a empresa passa a acreditar no potencial dos conteúdos. Procuram ferramentas que garantam maior visibilidade a seus conteúdos em sites de buscas, já pensa em SEO e pesquisa palavras-chave que poderia usar.

Empresas nesta fase costumam por consequência colher rapidamente suas recompensas. Mas, depois de um tempo, a visibilidade que continua alta já não corresponde mais em pedidos e vendas crescentes – o que é conhecido como ponto máximo do investimento.

3. Fase de crescimento

Nesta etapa, além dos conteúdos sobre os produtos e serviços oferecidos, a empresa passa a produzir conteúdos informativos e úteis aos clientes.

São exemplos: guias de compras e checklists, conselhos sobre como obter mais valor de um produto ou serviço, artigos e posts sobre novidades no mercado que podem impactar a vida dos clientes.

Empresas nesta fase acabam por atrair um número crescente de comunidades sociais nas quais os clientes não são apenas informados, mas na verdade podem sentir o que a marca representa.

4. Fase de destaque

Aqui o conteúdo já não é mais uma semente faz tempo. Ele se destaca, chama atenção para a empresa e atrai muitos interessados para sua sombra. Nesta fase a empresa possui o melhor conteúdo sobre sua área de atuação.

Ela é a referência, a autoridade por possuir sempre a informação adequada ou a melhor resposta para os clientes em seu seguimento. A divulgação de conteúdos em mídias sociais e sites de parceiros são imprescindíveis para caracterizar a facilidade na obtenção destas informações.

5. Fase frutífera

Nesta fase os conteúdos gerados pela empresa para seus clientes são tão bons e úteis que acabam por gerar receita. A empresa já possui controle sobre o quanto investe na produção e na divulgação de conteúdos, quantos interessados atrai, qual o percentual de conversão em prospects e também quantos negócios são fechados. Ou seja, o funil de vendas do marketing digital fica completo e a empresa colhe os frutos, separa sementinhas e as replanta para criar um lucrativo pomar com a organização e divulgação de seus conhecimentos.

Com qual fase você se identifica?

A partir do conhecimento dos estágios de maturidade do Marketing de Conteúdo é possível que as empresas identifiquem em qual fase estão e quais os esforços necessários para se chegar às outras etapas.

Veja a seguir o infográfico:

infográfico_maturidade_conteúdo

Os 5 estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo

R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar um artigo do site http://contentools.com.br, que trata sobre uma das ferramentas mais utilizadas hoje em dia quando o objetivo é comunicar-se e fazer a diferença.

Esperamos que aproveitem o conteúdo.

O conhecimento dos estágios de maturidade no Marketing de Conteúdo é essencial para que as empresas possam entender onde estão e, consequentemente, aonde chegarão em suas estratégias digitais. Algumas questões ajudam a nortear em que estágio uma empresa se encontra. Vamos conhecer melhor cada um deles?

1. Fase inicial

Nessa fase, o foco está totalmente sobre o conteúdo produzido. A empresa investe na elaboração de materiais, mas em geral é por alguma exigência de mercado.

Exemplos: comunicados de imprensa (press releases), folders e novidades sobre produtos e serviços, encartes para publicações do setor e notícias de eventos internos.

Nesta etapa poucos recursos são alocados para o Marketing de Conteúdo e em geral as organizações neste estágio não estão com a visão de expandir seus negócios ou sair do local em que estão (pelo menos até que os concorrentes comecem a superá-las).

2. Fase de germinação

Aquela sementinha do conteúdo já conseguiu vencer barreiras internas e a empresa passa a acreditar no potencial dos conteúdos. Procuram ferramentas que garantam maior visibilidade a seus conteúdos em sites de buscas, já pensa em SEO e pesquisa palavras-chave que poderia usar.

Empresas nesta fase costumam por consequência colher rapidamente suas recompensas. Mas, depois de um tempo, a visibilidade que continua alta já não corresponde mais em pedidos e vendas crescentes – o que é conhecido como ponto máximo do investimento.

3. Fase de crescimento

Nesta etapa, além dos conteúdos sobre os produtos e serviços oferecidos, a empresa passa a produzir conteúdos informativos e úteis aos clientes.

São exemplos: guias de compras e checklists, conselhos sobre como obter mais valor de um produto ou serviço, artigos e posts sobre novidades no mercado que podem impactar a vida dos clientes.

Empresas nesta fase acabam por atrair um número crescente de comunidades sociais nas quais os clientes não são apenas informados, mas na verdade podem sentir o que a marca representa.

4. Fase de destaque

Aqui o conteúdo já não é mais uma semente faz tempo. Ele se destaca, chama atenção para a empresa e atrai muitos interessados para sua sombra. Nesta fase a empresa possui o melhor conteúdo sobre sua área de atuação.

Ela é a referência, a autoridade por possuir sempre a informação adequada ou a melhor resposta para os clientes em seu seguimento. A divulgação de conteúdos em mídias sociais e sites de parceiros são imprescindíveis para caracterizar a facilidade na obtenção destas informações.

5. Fase frutífera

Nesta fase os conteúdos gerados pela empresa para seus clientes são tão bons e úteis que acabam por gerar receita. A empresa já possui controle sobre o quanto investe na produção e na divulgação de conteúdos, quantos interessados atrai, qual o percentual de conversão em prospects e também quantos negócios são fechados. Ou seja, o funil de vendas do marketing digital fica completo e a empresa colhe os frutos, separa sementinhas e as replanta para criar um lucrativo pomar com a organização e divulgação de seus conhecimentos.

Com qual fase você se identifica?

A partir do conhecimento dos estágios de maturidade do Marketing de Conteúdo é possível que as empresas identifiquem em qual fase estão e quais os esforços necessários para se chegar às outras etapas.

Veja a seguir o infográfico:

infográfico_maturidade_conteúdo

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R2 Creative

Especializada na criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas.

A primeira lei do Novo Marketing

R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar mais uma publicação do pessoal da Resultados Digitais relacionado a ações de marketing.

Todo processo é dinâmico e está em constante mutação e este artigo vem mostrar que essa evolução não deve ficar somente na preparação ou planejamento, mas em ações efetivas durante estas fases, permitindo um alcance e resultados melhores para pessoas ou empresas.

Uma ótima leitura a todos!

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/ Por André Siqueira

diferença-mala-direta-e-spam

Indo um pouco mais fundo, cheguei a conclusão de que essa imagem retrata o que deveria ser a primeira lei do novo marketing.

A primeira lei do Novo Marketing: Empatia

Existem definições bastante complexas de empatia, mas como gostamos de simplificar, vamos ficar com a seguinte: empatia é a capacidade de se colocar no lugar do outro. Como gostam de dizer os americanos, é colocar o sapato do outro, entender onde o calo aperta.

Parece que muitos dos diretores de marketing de hoje se esquecem do que nossas mães nos ensinam desde pequenos: não faça com os outros aquilo que você não quer que façam com você.

Se colocar na posição de consumidor ao receber o marketing deve ser o primeiro passo antes de realizar qualquer ação. É preciso ser mais imparcial e acabar com a mania de achar que só porque é a sua empresa as pessoas vão gostar.

O que não funciona

Se você se colocar na posição de consumidor vai perceber que algumas coisas não funcionam:

  • Você odeia receber ligações de telemarketing, mala direta não solicitada e spam na caixa de emails.
  • Você não segue perfis no Twitter que não compartilham conteúdo relevante e não segue de volta qualquer spammer que comece a te seguir.
  • Você não gosta quando precisa de atendimento da empresa e não obtém nenhuma resposta.

O que funciona

Por outro lado, se pararmos para pensar em como agimos diariamente, vamos perceber diversas coisas que funcionam bem:

  • Você acompanha blogs relevantes da sua área de atuação e compartilha o conteúdo sempre que acha interessante.
  • Você fica feliz quando é bem atendido por uma empresa e ela resolve seus problemas.
  • Você segue somente as pessoas/empresas com quem você interage e te geram valor.

Conclusão

Se você já conhece o que é bom e o que não é, o que funciona e o que não funciona, por que então continuar investindo naquilo que não funciona?

Antes de executar a sua ação de marketing, sempre pense: o conteúdo vale o retweet? Eu marcaria o email como spam? Se fosse outra empresa que não a minha, essa ação teria relevância ou seria só mais um incômodo?

Nem sempre isso é suficiente, mas sem dúvida já é um ótimo começo.

O que é e para que serve gestão de Leads?

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R2 Creative – Especializada na criação de Apresentações

(PPT – PREZI – FLASH – KEYNOTE – 2D – 3D)

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Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar com vocês um artigo do pessoal da Resultados Digitais, relacionado à Gestão de Leads.

Num mundo onde a inovação tecnológica trás novidades todos os dias, a comunicação e o envolvimento que é promovido através dos canais existentes em todos os níveis, cria mecanismos próprios para sua execução e gestão. Tudo é muito dinâmico e novas ferramentas são atualizadas todos os dias com a finalidade de manter fiel a presença do público que desejamos contactar, seja para uma amizade ou até grandes processos empresariais.

Leiam a seguir um artigo sobre uma destas ferramentas, considerada de extrema importância na comunicação e acesso ao público em geral, principalmente os meios empresariais e de negócios:

Gestão de Leads (ou Lead Management, ou Marketing Automation) é um tema que tem ficado bastante em voga lá fora nos últimos tempos. Não à toa: se combinado com as diversas técnicas de atração que falamos constantemente aqui no blog, uma gestão de Leads bem feita tem poder de amplificar significativamente os resultados de negócio com Marketing Digital.

Isso porque, especialmente quando falamos de Marketing B2B, o processo de compra por parte do cliente não é feito de forma impulsiva. Há um ciclo bastante conhecido – e muitas vezes longo – pelo qual ele(a) passa:

O cliente potencial toma conhecimento do tema -> reconhece a necessidade/problema -> demonstra interesse em uma solução -> compara e avalia alternativas -> procede com a compra.

Em todas as etapas o prospect procura uma grande quantidade de informações. Não é difícil concluir que quanto mais a sua empresa ajudá-lo produzindo conteúdo para guiá-lo ao longo do processo, maiores são as chances dele escolher sua empresa ao final.

Além disso, um bom programa de gestão de Leads possui diversas outras vantagens:

  • Permite atrair e reter os potenciais clientes que ainda não estão no momento certo da compra, evitando o “tudo ou nada”;
  • Diminui a fricção no funil, e portanto, aumenta o número de oportunidades concretas geradas pela área de Marketing;
  • Encurta o ciclo de vendas pela educação e estímulo aos Leads;
  • Aumenta a eficiência e a produtividade da equipe de Vendas por entregar Leads mais preparados e no momento certo;
  • Aumenta a retenção do cliente depois da compra, também pela educação e relação de confiança.

Portanto, a missão de um programa de gestão de Leads é identificar os diferentes estágios pelos quais os potenciais clientes passam e alinhar as informações/conhecimentos adequados para entregá-los em cada estágio.

Mas antes de falarmos sobre gestão de Leads, precisamos definir o que é um Lead.

O que é um Lead?

Um Lead é uma oportunidade de negócio para a empresa. De forma mais concreta, Lead é alguém que forneceu suas informações de contato (nome, email, tel., etc.) em troca de uma oferta de valor no seu site (conteúdo, ferramenta, avaliação, pedidos sobre produto/serviço, etc.).

Assim, um Lead é alguém que já demonstrou interesse no tema do seu negócio e que provavelmente gostaria de ouvir mais da sua empresa, tanto em termos de conhecimento quanto sobre ofertas de produtos/serviços. Da mesma forma, é alguém que poderia ser abordado por um membro da equipe comercial, desde que seja o momento certo para tal.

A figura abaixo ilustra onde o Lead se encontra em um funil de vendas tradicional, e onde é a atuação de um programa de gestão de Leads:

Gestao-de-Leads-no-funil-de-vendas

Obs. Em outros tipos de negócio o conceito de Lead pode tomar formas diferentes. Ex.: um usuário cadastrado na versão de teste de um software, alguém que liga para a empresa para buscar mais informações, um assinante de um site de ecommerce, etc.

Por que se preocupar em gerar Leads ao invés de só tentar vender direto

Sobre esse tema já falamos diversas vezes, mas não custa reforçar. Para isso, vamos recuperar alguns trechos do post recomendado anteriormente sobre o conceito do Stadium Pitch do livro The Ultimate Sales Machine, uma das referências na área de Vendas.

O autor (Chet Holmes) identificou que para um mercado qualquer, o momento de compra dos clientes forma quase que um padrão. Segundo ele, apenas 3% do público está ativamente buscando opções e querendo comprar algo e cerca de 6-7% está aberto a propostas. O restante é apresentado na pirâmide abaixo:

leads momento da compra

Como alcançar então um percentual maior da pirâmide e ao mesmo tempo gerar mais credibilidade? É aí que entra a grande sacada do Stadium Pitch. Holmes convida os leitores para responder à seguinte pergunta: imagine um estádio inteiro cheio com os seus potenciais clientes e que você tivesse a oportunidade de falar para todos eles por alguns minutos. O que você falaria?

Grande parte das pessoas responde apresentando a história ou os benefícios do seu produto/serviço, ou seja, fazendo a venda direta. O problema é que basta começar a falar isso e 90% da pirâmide se levanta e vai embora.

Por esse motivo, o seu discurso – e inclua aí o seu blog, Twitter e Facebook, etc. – deve ser centrado em oferecer conteúdo útil para o cliente, independentemente do momento de compra que ele esteja. É preciso falar algo interessante para a pirâmide toda continuar ouvindo.

A geração de Leads vai ao encontro dessa estratégia. Se o site da sua empresa só tiver informações sobre seu produto/serviço, sua mensagem somente ressoará para aqueles 3% a 10% da parte de cima da pirâmide.

Para não “desperdiçar” os outros 90%, sua empresa pode criar ofertas de valor para capturar as informações de contato dessas pessoas e, ao longo do tempo, nutri-las para tentar transformá-las em oportunidades e vendas. (Confira aqui algumas dicas para geração de Leads)

Ainda assim, muitas empresas insistem em querer focar apenas nos prospects que já estão “prontos”, em nome de uma suposta produtividade. O que podemos dizer é que já vimos e ajudamos a fazer funcionar esta máquina de geração de Leads múltiplas vezes. Em todos os casos, não só o número de oportunidades e vendas totais aumentou significativamente, como também o custo de Marketing e Vendas foi ficando cada vez menor ao longo do tempo. Por consequência, essa máquina também é um excelente ativo e uma vantagem competitiva para a empresa a longo prazo.

Por que gerenciar Leads?

Com um trabalho bem feito de Atração e Conversão no topo do funil (figura acima), as empresas invariavelmente caem em um “problema”: o que fazer com tantos Leads?

Já que não podem/querem colocar a equipe comercial para entrar em contato com todos eles, a primeira reação geralmente é tentarspammear a base com suas ofertas de produtos. Isso não só é arriscado por queimar o canal desnecessariamente, mas também é pouco eficiente: segundo pesquisa do Marketing Sherpa com uma grande variedade de empresas B2B, em média 73% dos Leads não estão prontos para a venda.

Por isso, para a área de Marketing só gerar Leads não é suficiente. É preciso ter um processo que ajude os Leads a descer cada vez mais no funil de vendas e “separe o joio do trigo”, entregando para a área de Vendas os Leads com o perfil certo e que já estão mais propensos a comprar a solução.

O que há em um bom programa de gestão de Leads

Neste post não conseguiremos entrar nos detalhes de cada item, mas só para passar uma visão geral, elencamos abaixo quais são os componentes de um bom processo de gestão de Leads.

a) Gerar Leads;
b) Coletar informações de inteligência;
c) Implementar pontuação para os Leads;
d) Fazer a nutrição dos Leads;
e) Gerar oportunidades comerciais;
f) Mensurar e otimizar (com feedback de Vendas).

Esse processo parece complexo (de fato não é simples), mas esse “problema” da gestão de Leads só aparece quando já há um grande volume de geração de Leads e impossibilidade da área de Vendas dar conta de tantas oportunidades de forma produtiva. Por isso sempre recomendamos focar primeiro em volume, depois em otimização.

Recomendamos bastante o Webinar “Gestão de Leads”, em que falamos do assunto e entramos muito mais a fundo.

Fonte: http://resultadosdigitais.com.br/  by  Eric Santos

CERVEJARIA FAZ CANADENSES CANTAREM PARA ABRIR GELADEIRA

R2 Creative

“Um mundo de Apresentações Especiais”

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Olá pessoal!

Não me canso nunca de perceber a capacidade de criação das pessoas. A iniciativa da cervejaria Molson e a agência Rethink mostrou como isto é possível, além de divulgar a marca e divertir ao consumidor. Muito bom mesmo! Leiam a seguir:

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A marca de cerveja Molson é conhecida por usar o senso de patriotismo dos canadenses em suas campanhas. E desta vez teve a ideia de fazê-los cantar o hino nacional para abrir uma geladeira colocada em alguns lugares inusitados pelo país.

Idealizada pela agência Rethink, a ação de live marketing foi pensada com o objetivo de comemorar os 147 anos do Canadá. Para que a geladeira abrisse, era preciso empolgação e precisão, do início ao fim do hino.

 canadense

O senso de patriotismo também foi estendido para turistas que quisessem ganhar uma cerveja gelada. É claro que para esses a tarefa foi um pouco mais difícil, afinal, a maioria dos cidadãos sequer sabe o hino completo do seu país, o que dirá de um distante!

Confira no vídeo o desempenho dos participantes – e pare de criticar os brasileiros que não sabem cantar o hino nacional. O mal, aparentemente, é global!

(Este vídeo foi bloqueado pela Molson Canadian)

Caso desejem vê-lo acessem a página deles no facebook: https://www.facebook.com/photo.php?v=10152144449536956&video_source=pages_finch_main_video  

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Fonte deste artigo: http://promoview.com.br/

08 perguntas para sua estratégia de marketing de conteúdo

Olá pessoal!

Hoje vamos compartilhar uma publicação sobre marketing de conteúdo, tão divulgado e ativo que hoje movimenta milhões de pessoas e formas de comunicação por todo o planeta.

Apesar de simples, esperamos que os ajudem a entender melhor sobre esta importante atividade nos dias atuais.

Boa leitura!

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Fonte do artigo: http://marketingdeconteudo.com

Nem sempre ao traçar uma estratégia de marketing de conteúdo, os profissionais envolvidos respondem algumas perguntas básicas que são importantes para o sucesso. Por mais que elas pareçam simples, essas perguntas tocam pontos que podem se tornar críticos se não forem solucionados.

Por isso, fizemos uma lista com 8 perguntas para você se fazer. E se a resposta de algum deles não for positiva, mude o mais rápido possível.

1. Quais são os objetivos de sua estratégia de marketing de conteúdo?

A maioria das empresas não tem uma ideia clara de onde querem chegar com sua estratégia de marketing de conteúdo. Ainda pior, algumas delas sequer sabem onde podem chegar. Um objetivo não pode ser “vender mais” ou então “ter mais likes no Facebook”. É importante tê-los definidos, conhecer quais métricas serão usadas para mensurar o sucesso e acima de tudo, saber o que você tem que fazer para alcançá-lo.

2.  Sua estratégia de marketing de conteúdo está alinhada com a visão geral da empresa?

Qual o papel que seu marketing deverá desempenhar na sua empresa? Além de conhecer seus objetivos, é vital que eles estejam alinhados com a visão de sua empresa. Analise quais são os propósitos de sua estratégia e qual é o caminho que sua empresa irá trilhar. Se eles não estiverem perfeitamente alinhados ou você não conseguir colocá-los próximos, então você tem um sério problema em suas mãos.

3. O seu conteúdo ajuda seu público a melhorar na área de atuação deles?

Você deveria se perguntar isso todo dia. Até nos finais de semana. Se seu conteúdo não está ajudando e educando seu público, por quê continuar investindo nele?

4. Você lê todo o conteúdo que sua empresa cria?

A maioria de gerentes e diretores de marketing não está ciente dos esforços que suas empresas podem estar realizando desnecessariamente todo dia. Para realmente entender o que está funcionando e o que está falhando – em relação à sua estratégia de marketing de conteúdo – você precisa engajar e conhecer todas as peças de conteúdo que sua empresa cria e distribui.

5. Você está se destacando do resto?

Você está criando algo único e de valor? Seu blog leva informações relevantes e de qualidade, que tem a cara da sua empresa? Você é diferente dos seus competidores? Afinal, na maioria dos blogs hoje, é só você retirar a logo do topo da página e colocar a de um concorrente, e ninguém notará a diferença. Acredito que não é isso que você quer para o seu blog.

6. Você está treinando seu time de marketing?

Sempre falamos de envolver sua equipe em sua estratégia de marketing de conteúdo. Você tem um treinamento específico que comunica para seus membros quais são a visão e os objetivos, além das expectativas e dos resultados esperados? Se não, como eles saberão se estão sendo bem sucedidos ou onde eles precisam melhorar?

7. Toda sua empresa está envolvida em sua estratégia?

Fazer com que colaboradores de todas as áreas da empresa participem na criação de conteúdo para sua estratégia de marketing de conteúdo é um grande desafio, mas com ótimas recompensas. Ter diferentes contribuintes para o seu blog será extremamente para criar conteúdo de estilos diferentes, com pontos de vista diferentes e temas variados – que será ótimo para cativar seu público.

8. Você desenvolveu um processo de comunicação para espalhar a visão de sua estratégia de marketing de conteúdo através de sua organização?

(Comece assistindo o Content 2020, da Coca Cola). Tenho certeza que um dos principais motivos da iniciativa que pensou o Content 2020 ter sido adotada rapidamente é o fato de que ela mostra com perfeição a visão da companhia. Como isso é possível? A Coca Cola criou um documento extremamente bem feito sobre o programa que seria o Content 2020. Ele era altamente engajante e compartilhável, fácil de compreender e foi capaz de causar um impacto em milhares de pessoas em curto período de tmepo.

Você pode não ter todas as respostas nesse exato momento – o que é bem normal. Mas você precisa conseguir respondê-las em algum momento. Toda semana – e algumas delas diariamente – você deveria rever essas questões com sua equipe e manter um controle do seu progresso, afinal são pontos extremamente importantes para o sucesso de uma estratégia de marketing de conteúdo.

Quais questões adicionais você acha que deveríamos nos fazer sobre nossas estratégias de marketing de conteúdo? Não deixe de comentar.

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Autor:

Guido Pinto Coelho

Eterno estudante de marketing e publicidade, viciado em Internet e games e totalmente apaixonado por futebol (apesar de ser péssimo jogador.)

Você ama seus clientes? Como você trata esta questão em seus negócios?

Olá pessoal!

Este assunto é controverso e ainda gera algumas polêmicas, pois muitas empresas, quando estão realizando o planejamento estratégico, de marketing ou outros de igual importância para seus negócios, deixam de observar pontos e questões essenciais para estabelecer um elo de relacionamento com seus clientes, sejam os existentes, como aqueles que estão por chegar. Ter uma visão diferenciada é primordial para atingir seus objetivos.

Hoje estaremos compartilhando uma publicação interessante do site Administradores.com.br que trás algumas dicas para primorar esta visão. Vejam a seguir a publicação:

amar clientes

A história de um funil invertido e o amor que você precisa ter por seus clientes

Encantar quem já faz parte do clube é tão ou mais importante que conquistar novos públicos

70% das experiências de compras são baseadas em como o consumidor se sente que está sendo tratado.

Se, assim como eu, você tem se aventurado um pouco no mundo do marketing online, tenho certeza de que já ouviu o termo “funil de marketing” antes. Sendo honesta, isso não era algo que tinha algum apelo para mim. Sempre me pareceu apenas uma forma de otimizar o número de pessoas que estão lhe dando dinheiro, o que não me importa muito.

Então, quando eu me deparei com um texto do co-fundador do MailChimp, Ben Cestnut, sobre o quanto ele odeia funis, eu fiquei animada em perceber que o funil tradicional não é a única maneira bem sucedida para as companhias fazerem o marketing.

Na verdade, a companhia de Ben pegou o funil e o inverteu antes de utilizá-lo e isso parece estar funcionando bem.

O funil de cabeça para baixo, ou como amar seus clientes

Caso você não esteja familiarizado com a ideia do tradicional funil do marketing, ele funciona da seguinte maneira: você recebe muitos visitantes no seu site – eles estão no topo do funil. Enquanto eles chegam próximo a pagar algum dinheiro a você (a pequena parte inferior do funil), mais e mais visitantes saem do seu funil. Os seus clientes são os poucos que sobram na parte inferior.

Ben explica o processo de converter esses visitantes em clientes da seguinte forma:

“Alguns deles se tornam condutores e, depois que você faz algo (a recomendação usual é bombardear os condutores com automação de marketing), eles cedem e lhe pagam, assim se tornando ‘clientes’”.

No MailChimp eles não estão contentes em empurrar os clientes através do funil dessa forma. Ao contrário, eles inverteram toda a ideia. O que eu adoro nessa abordagem é que é tudo sobre amar os clientes que você tem, em vez de caçar pessoas que você nem ao menos conhece. E Ben faz uma ótima observação que quando você está nos estágios iniciais do seu negócio pode funcionar muito bem:

“Quando você começa um negócio, você não precisa de um orçamento para marketing. Você não tem tempo ou o talento para isso, também. A única coisa que você tem é a sua paixão… Pegue essa paixão e mire para os seus clientes.”

Essa é a forma mais animadora de descrever o marketing que eu escutei ultimamente (ou desde sempre, provavelmente). E apesar de Ben admitir ser uma abordagem bastante estranha comparada com as normas do marketing, parece funcionar:

“Quanto mais eu olho, mais eu penso que é a forma mais normal, mais humana e mais sustentável de gerir o seu negócio.”

De fato, uma pesquisa realmente mostra que 70% das experiências de compras são baseadas em como o consumidor se sente que está sendo tratado. À luz disso, amar seus clientes faz total sentido.

Antes de vermos alguns ótimos exemplos de outras companhias que estão fazendo isso e formas para que você possa fazer também, vamos apenas refinar as ideias em alguns pontos:

1. Ame os seus clientes – vá além da norma
2. Foque nos clientes que você tem agora e os mantenha por perto
3. Deixe que os seus clientes já existentes espalhem a marca para você

Eu não diria que isso é fácil, porque encantar os seus clientes vai sempre exigir esforços, mas definitivamente parece mais divertido e menos repulsivo do que o modelo tradicional.

Exemplos poderosos de como colocar o funil de cabeça para baixo

Há algumas companhias que já estão trabalhando com o funil invertido e surpreendendo seus clientes que já existem. Aqui vão apenas três lições que podemos aprender com os exemplos.

1. Faça com que o seu cliente se sinta parte do clube

Um dos exemplos da MailChimp que Ben fala em seu texto é sobre a forma como eles usam a publicidade tradicional – anúncios em rádios e outdoors – para atingir os clientes que eles já têm. Ao colocar outdoors que mostram apenas o logo da MailChimp, eles não estão tentando atingir ninguém que já não saiba com o que o logo está relacionado, ou o que a MailChimp faz. Em vez disso, eles estão dando aos usuários aquele ótimo sentimento de fazerem parte de uma piada que outras pessoas não entendem. Todos nós amamos uma piada interna, e no caso do marketing, é uma ótima maneira de adicionar algum humor e personalidade à sua marca.

Implementar um status especial VIP para os clientes também tem esse efeito. Um estudo feito por pesquisadores de Stanford e Havard aponta que, na verdade, nós vivemos para os rótulos que nos dão. Quando os pesquisadores rotularam metade dos participantes como “politicamente ativos” e não deram nenhum rótulo para a outra metade, aqueles com rótulos estavam mais dispostos a votar.

Resumindo: Faça seus clientes se sentirem parte de alguma coisa. Não apenas uma vez, mas repetidamente – isso é o que o MailChimp faz por seus usuários, todas as vezes que eles ouvem um anúncio no rádio ou veem um cartaz que é apenas para eles.

2. Faça o fornecimento maior, sem taxas, para clientes que já existem, sua prioridade

Essa parte de amar os seus clientes faz sentido para mim, já que se relaciona com o que eu faço todos os dias. Conteúdo de marketing é um bom exemplo de prover valor para os clientes que já existem, além dos produtos e serviços que eles compram de você.

Na verdade, a parte legal sobre compartilhar conteúdo como nós fazemos no Buffer é que nós podemos compartilhar isso com pessoas que vão além dos nossos usuários existentes. Mesmo que muitos de nossos leitores nunca se cadastre no site ou nunca migre para um plano pago, compartilhar nosso conteúdo ajuda a nos conectar com muito mais pessoas do que o marketing tradicional faria. E, na verdade, através das redes sociais e do nosso blog, nós podemos, de fato, nos conectar com vocês – não é um canal de mão única, como a maioria no marketing tradicional.

Eu amo a citação de Ben sobre como nós devemos tratar clientes que querem desfrutar do nosso conteúdo:

“Dê poderes a eles. Quando eu digo `dê poderes a eles’ eu quero dizer para você dar poderes aos clientes sem nada exigir. Porque quando as companhias fazem as pessoas se cadastrarem ou assinarem algo para terem direito ao download de seus conteúdos, nós todos sabemos que eles estão prestes a nos guiar para o moedor de carne da automação.”

Nós todos conhecemos essa sensação, certo? Nós relutantemente entregamos nosso e-mail, então cautelosamente verificamos nossa caixa de entrada para encontrar os três novos e-mails dos últimos cinco minutos, apenas porque queremos muito o conteúdo. E, normalmente, nós nem gostamos do conteúdo ainda. Se é um eBook ou um arquivo PDF que nós queremos baixar, não podemos nem mesmo conferir primeiro para ver se vale a pena dar o nosso e-mail por ele. Não é uma boa experiência para o cliente, é?

Mas, como profissionais de marketing, nós sabemos o quão valiosos esses endereços de e-mail são. Então, o que podemos fazer? Wistia tem uma ótima política para pedir endereços de e-mail, quando as pessoas assistem aos seus vídeos, que nós podemos tirar algumas lições:

“No Wistia Learning Center, nós usamos formulários de e-mail no fim de cada vídeo. Esses formulários geram novos assinantes para nós, mas tão importante quanto, eles fazem sentido para a pessoa. É improvável que alguém esteja procurando um jeito de se inscrever antes de visualizar o conteúdo, mas, no fim das contas, o formulário faz sentido contextualmente.”

Eu amo essa última frase. Faz sentido, não é? Ninguém quer se inscrever em algo sem ter testado antes. Nós queremos ver e avaliar antes. A equipe da Wistia até admite que isso pode prejudicar seus números, mas vale a pena por fazer seus clientes sentirem que foram bem tratados.

“Essa abordagem pode nos custar em temos de número de inscritos, mas se torna uma forma melhor de estabelecermos confiança com o tempo.”

E, depois de tudo, se as pessoas estão entregando seus endereços de e-mail quando elas na verdade não querem, vão ser apenas estatísticas de vaidade, certo? Que perda do nosso tempo. É melhor gastar nosso tempo surpreendendo os clientes que já existem com mais e mais ótimos valores e construindo confiança com eles ao longo do tempo.

Resumindo: Dê aos seus clientes mais do que aquilo por que eles pagam, mesmo que eles não tenham pago por nada ainda. Surpreenda-os entregando mais com o passar do tempo. E não peça nada em troca. Se você é realmente generoso com seus clientes, eles irão retornar o favor sem a necessidade de que você peça por isso.

3. Faça seus clientes se sentirem importantes

Fazer partes de clubes é um ótimo sentimento. Todos nós gostamos de pertencer a alguma coisa. Mas, ser uma importante parte do clube é muito melhor. É por isso que nós vemos clientes vestindo camisas de marca ou se gabando sobre quem eles conhecem em uma companhia X. Se nossa companhia é um tipo de clube legal em que todos querem estar, vai ser ainda melhor ser mais do que “apenas um membro”.

Uma ótima forma de fazer isso é destacar as conquistas dos seus clientes ou histórias de sucesso usando seus produtos. A IdeaPaint mostra exemplos de clientes usando seus produtos em sua página do Facebook. Outro exemplo dessa estratégia é a empresa de planejamento de tarefas Todoist, que mostra histórias de sucesso dos usuários com seus produtos no blog da companhia.

Nós recentemente compartilhamos algumas histórias fabulosas de serviço ao consumidor no blog do Buffer, as quais incluem ótimos exemplos de empresas que fazem seus clientes se sentirem importantes. Uma delas foi a história de Lily, uma garota de 3 anos, que apontou que o nome “pão tigre” da Sainsbury não fazia sentido, já que o pão parecia mais com o padrão de manchas de uma girafa. Depois da mudança no nome, graças à sugestão de Lily, as lojas Sainsbury colocaram avisos creditando a mudança a Lily.

Resumindo: Faça os seus clientes se sentirem importantes ao mostrar o sucesso deles e recompensar seus esforços. Reconheça a participação deles e então eles ficarão mais propensos a se importar em ver o seu sucesso.

Há tantas maneiras diferentes de amar os seus clientes que já existem. Quais outros ótimos exemplos você já viu?

Você acha que as cores podem influenciar o marketing e suas escolhas?

Olá pessoal!

Você acha que as cores influenciam sua vida?

Você pode imaginá-las como fatores decisivos para suas escolhas e decisões?

Estudiosos e mestres nesta área responderiam de uma forma, onde a cromoterapia é utilizada como tratamento alternativo para muitos males de saúde da sociedade. Especialistas em comunicação e marketing, teriam outro olhar e utilização para elas. É exatamente esta última que trago para vocês hoje, compartilhando um estudo feito pelo pessoal do Viver de Blog.com, onde demonstra claramente a influência das cores em nossas vidas.

Veja a seguir:

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POR 

A Psicologia das Cores é muito importante no Marketing e no Dia-a-Dia é fundamental para entendermos o significado das cores e como podemos usar uma determinada cor para nosso benefício.

Cores são poderosas e influenciam diretamente produtores e consumidores. Estudos apontam que:

  • 84,7% dos consumidores acreditam que as cores de um produto são muito mais importantes do que outros fatores;
  • 93% das pessoas avaliam as cores de um produto na hora de comprar;
  • Mais da metade dos consumidores desistem de comprar um produto porque ele não tem sua cor favorita.

Pensando na importância do assunto, o Viver de Blog produziu um rico infográfico com absolutamente tudo sobre a Psicologia das Cores e o Significado das Cores.

Fatos e Estatísticas para Tweetar:

  1. A cor pode ser responsável por 60% da aceitação ou rejeição de um produto ou serviço.
  2. 84,7% dos consumidores acham que a cor é mais importante que muitos outros fatores ao escolher um produto.
  3. 93% das pessoas observam o aspecto visual para comprar, 6% olham a textura e 1% decide pelo som ou pelo cheiro.
  4. 80% das pessoas acreditam que as cores aumentam o reconhecimento de uma marca.
  5. As pessoas fazem um julgamento subconsciente sobre um ambiente ou produto dentro de 90 segundos após a visualização inicial. Em torno de 62% e 90% dessa avaliação é baseada somente nas cores.
  6. Anúncios em cores são vistos 42% mais frequentemente que os mesmos anúncios em branco e preto.
  7. Cores podem melhorar em 73% a compreensão, entre 55% e 68% o aprendizado e em40% a leitura.
  8. 2 de 3 consumidores não comprarão um grande produto desejado se este não estiver em sua cor favorita.
  9. Azul é a cor favorita dos homens (57%) e das mulheres (35%).
  10. Mulheres conseguem diferenciar até 5x mais cores do que os homens.

Para poder acessar o Infográfico e estudo completo clique aqui

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Realmente um estudo muito bem realizado e muito interessante!

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R2 Creative: Especializada na Criação de Apresentações Profissionais e Acadêmicas!

Endobranding: Você sabe o que é?

endobranding

“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite, fortemente aos seus colaboradores”

Fonte: Fábio Bandeira de Mello, Revista Administradores

Endobranding: uma nova forma de reforçar a marca

Você já ouviu falar do branding interno? Ainda não? O novo conceito pode ser exatamente o que faltava para impulsionar os seus negócios e sua marca.

Marcas, empresas, pessoas, ações, produtos, estratégias, criatividade, metas. Essas, sem dúvida, são palavras continuamente repetidas por todas as pessoas envolvidas com o marketing de uma organização. E, no fundo, os objetivos giram em torno de duas premissas básicas: despertar a atenção do público-alvo e fazer com que esse público lembre o que foi dito, mesmo inconscientemente. Afinal, ninguém quer dar um duro danado em planejar uma campanha para que ela seja completamente esquecida pelo receptor após dez segundos de vê-la.

E quando se fala em público, pensar apenas nos consumidores fora da empresa pode ser um erro estratégico sem igual. Infelizmente, algumas empresas ainda investem muito em comunicação para o mercado, para conquistar clientes, mas nem sempre têm o mesmo cuidado em relação ao público interno. Afinal, aqueles que compõem o dia a dia de uma organização, além de colocarem em funcionamento o negócio, são a verdadeira imagem que a organização vai transmitir para as pessoas de fora.

“Vale destacar que temos um mercado consumidor cada vez mais exigente e mais informado. Um consumidor atento à postura e à atitude da marca. Um consumidor que não tolera um discurso dissonante da prática. Não há como esconder as incoerências estratégicas e os antagonismos existentes entre imagem e identidade. Uma empresa que fala em conexão e comunicação, por exemplo, e não abre espaço para o diálogo interno, certamente não sustentará a sua promessa”, indica Luciane Paim, sócia da agência Oito Endobranding.

Por isso, dar a devida importância ao público interno, seja através de um mix de ações, que podem ser desde o oferecimento de cursos, treinamentos, benefícios agregados e campanhas específicas se torna uma ferramenta para diminuir a rotatividade de pessoal e dar mais motivação, eficiência e qualidade de vida aos colaboradores.

Um conceito que surge como novidade e tem se mostrado eficiente ao trabalhar em conjunto com outras estratégias para o público interno é o endobranding. A ideia é fortalecer uma identidade interna a ser compreendida e valorizada por funcionários de uma organização.

“Endobranding é a forma de a instituição vender, humanizar e difundir uma mensagem, um determinado conceito ou uma ideia que a empresa acredite fortemente aos seus colaboradores. É trabalhar a mesma identidade visual e começar a ter uma estratégia de uniformização na marca para que ela tenha uma cara facilmente assimilada, memorizada e aceita pelo público interno”, indica Paulo Ricardo Meira, doutor em Marketing pela UFGRS e professor do Instituto Legislativo Brasileiro.

Na nova edição do livro Administração de Marketing, os renomados autores Philip Kotler e Kevin Keller já trazem esse conceito e destacam se tratar de “atividades e processos que ajudam a informar e inspirar os funcionários”. Sendo o endobranding o gerenciamento da marca, por exemplo, em um programa motivacional para funcionários, nos eventos que forem planejados, no plano de carreira estabelecido, ou em alguma outra ação envolvendo a organização.

Conheça bem a empresa

Assim como o desenvolvimento e a fixação de qualquer marca, os resultados do endobranding não são automáticos, afinal, não dá pra construir uma marca respeitada, seja ela para o público interno ou externo, em apenas uma ação. Um estudo desenvolvido pela Universidade da Califórnia confirma essa premissa. Os pesquisadores realizaram uma série de experimentos e constataram que frases repetidas, depois de um tempo, são absorvidas mais facilmente pelos ouvintes. Quem escuta, aos poucos, fica familiarizado com o argumento.

Quem trabalha no dia a dia com essa estratégia sabe que uma boa fixação não nasce do dia para a noite. “Endobranding é um processo que demanda certo tempo e envolvimento. Em geral desenhamos um modelo de trabalho em conjunto e vamos adequando as rotas de acordo com as necessidades e de forma integrada com o cliente”, conta Luciane Paim sobre o trabalho desenvolvido pela agência Oito Endobranding.

E para a implementação dessa estratégia, um passo se torna essencial. “A única etapa que é fundamental e não podemos abrir mão é iniciar todo e qualquer trabalho a partir de uma profunda imersão no contexto interno da empresa em questão através de entrevistas, grupos de discussão, observação participante, discussões informais e pesquisas online”, indica Luciane.

Uma das empresas que apostaram nesse conceito foi a Empório Body Store. De acordo com Tobias Chanan, CEO da companhia, uma marca se constrói nos detalhes do dia a dia e o alinhamento da comunicação entre a equipe interna é fundamental para que a entrega seja a esperada pelos clientes. “O aprendizado que tivemos foi comprovar que o alinhamento entre quem somos e porque existimos será decisivo para atingir dos objetivos da companhia”, destacou em seu depoimento ao Oito Endobranding.

A ideia é que as marcas não sejam parte das estratégias de comunicação, mas sim parte estratégica da consolidação da proposta do negócio como um todo. A verdade da empresa deve estar imbuída na atitude e na certeza de seus funcionários que criam e transformam juntos o resultado final, materializando mais que um produto: uma identidade.

NA PRÁTICA

Um exemplo do branding interno é a ação “Senado Solidário”, feito pelo Senado Federal. A imagem de uma flor buscou fazer uma associação positiva com cuidado e carinho e serviu de marca guarda-chuva para diferentes ações de solidariedade, reunidas no hotsite “Senado Solidário” (figura1). O símbolo é então desdobrado em campanhas específicas, como se percebe nas campanhas do Agasalho e Doação de Sangue, em 2012 (figura2 e 2.1) Ambas as campanhas, realizadas em 2012, superaram o êxito do ano anterior, no qual não havia ainda uma estratégia de branding organizada. A identidade visual prosseguiu em 2013 (figura 3), na qual foi possível maior identificação profissional às campanhas.

NÃO CONFUNDA

Endomarketing

Um conjunto de ações utilizadas por uma empresa para vender a sua própria imagem a funcionários e familiares. É a utilização de modernas ferramentas de marketing, porém, dirigidas ao público interno das organizações.

Endobranding

Atividades e processos de administração de marca em programas internos e motivacionais que ajudam a informar e inspirar os funcionários.

*Definição de Paulo Meira, professor e doutor em Marketing pela UFGRS

 

Você sabe o que são INFOGRÁFICOS?

Cada vez mais os formatos da  comunicação inovam-se e permitem uma exposição clara dos objetivos a serem atingidos por pessoas e empresas. Nesta última década uma tendência se destacou pela simplicidade e eficácia no momento da comunicação, seja ela estilo corporativo ou até mesmo despojada, os Infográficos se tornaram ferramentas excepcionais na arte de informar e alia a comunhão de imagens e textos de uma maneira inteligente e atraente para todos os públicos.

Hoje estaremos compartilhando um pequeno resumo desta ferramenta e suas variadas aplicações. O texto foi escrito por Eduardo Engelmann, gerente de produtos da Impacta Art & Design e Gestor do Clube do Designer.

Leiam a seguir este resumo:

Infográficos são representações visuais de uma informação. Bacana, mas o que significa isso? O que realmente é isso?

Todo ser já viu um infográfico, sabe como é, mas não sabia que tinha esse nome. Por exemplo, você abre o jornal e tem um gráfico demonstrando a evolução do câmbio entre dólar e real. Isso é um infográfico.

Numa outra matéria sobre os problemas do joelho do Ronaldo, você vê um desenho mostrando ossos, músculos e cartilagens do joelho – não é aula de anatomia, é infografia.

Foi descoberta uma nova reserva de ouro no Estado de Roraima – aparece um mapa do Brasil com o Estado de Roraima em destaque – também é infografia.

Vai começar o campeonato brasileiro, na matéria temos a tabela do campeonto – isso também é infografia.

Infografia é uma forma ilustrada, por desenhos ou fotografias, ou ainda juntando os dois, de forma a apoiar o texto de uma matéria ou ainda de um determinado assunto. Alguns livros técnicos utilizam demais a infografia. O manual do seu carro é repleto de infográficos. O manual do seu liquidificador, que você provavelmente não abriu uma vez sequer, é repleto de infográficos.

Basicamente a infografia é empregada onde a informação precisa ser explicada de uma forma mais dinâmica, mais visual, facilitando assim o entendimento do texto.

A infografia é um recurso muito antigo e considero (eu considero) Leonardo da Vinci o pai da infografia moderna. Sim, já existia infografia antes de Leonardo, mas ninguém sabia que se chamava infografia.

Hoje, com a necessidade da informação ser absorvida de maneira mais rápida, os infográficos estão sendo utilizados em grande escala. Mas há que se ter consciência de um detalhe: a infografia não pode competir com um texto, ela tem que complementar o texto. E isso é uma das tarefas mais complexas de ser executada.

Acredito que o infografista, profissional caçado a laço devido à escassez no mercado, exerce uma das atividades mais complexas do design gráfico.

Por que?

Porque o infografista completo deve possuir algumas qualidades que tornam esse profissional escasso. Vamos a elas:

1)  Saber interpretar um texto, ou seja, tem que gostar de ler.

2) Saber escolher o que deverá ser apresentado no infográfico, aquilo que realmente é importante.

3) Saber rafiar – sim, tem que saber desenhar – não precisa elaborar uma ilustração, mas efetuar a marcação do que será desenhado, qual a sequência e com um aproveitamento de espaço que não brigue com o texto.

4) Conhecer o trio calafrio: Photoshop, Illustrator e Indesign – são os três softwares mais utilizados no desenvolvimento de infográficos.

5) Saber diagramar – muitas vezes a página que contém infográficos é diagramada pelo infografista.

6) Saber trabalhar em equipe – essa equipe é composta de pelo menos duas pessoas, o autor do texto e o infografista.

7) Ser ágil, rápido na criação e execução da arte, principalmente se for trabalhar em jornais.

8 ) Gostar de blues – coloquei isso porque sou apaixonado por esse estilo musical.

Ouvi um comentário num seminário de infografia há 5 anos, onde um dos palestrantes, perdão, não lembro o nome do cara, disse o seguinte: “- Se você desembarcar no Aeroporto Kennedy em Nova York, segurando uma placa escrita I WORK WITH INFOGRAPHICS, alguém irá se aproximar de você e oferecer um emprego.”

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Entre em contato conosco: contato@r2creative.com.br e peça já o Infográfico que você precisa para se comunicar com seu público.

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R2 Creative, especializada na criação de

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